Eu confesso que há horas em que paro pra pensar na minha vida e nas aventuras doidas que já vivi, principalmente no tocante a sexo, só que nunca relatei esses fatos nem mesmo aos meus amigos mais chegados, sempre fui adepto da máxima que diz “quem come calado come duas vezes”. Diferente de um irmão meu que até uma punheta em homenagem a qualquer vadia ele já vinha contando, e com isso o apelido de galinha era pela fama.
E um desses momentos de “comer calado” aconteceu comigo já há um bom tempo, eu morava ainda na casa de meus pais e era quase um virgem. porque quase? Porque das vezes até então que tentei transar, só de dar a primeira socada em qualquer das pepekas que ficaram disponíveis eu já gozava e mal aproveitava a ocasião, e como eram daquelas trepadinhas de galo, rapidinhas, em sua maioria não dava prá esperar o pau recuperar e ir pro segundo tempo, meio que acabava ali só com as calcinhas e cuecas meladas, fora a puta frustração que ficavam a vadiazinhas que resolveram dar. Enfim, isso nem vem ao caso agora, ou vem, sei lá.
Aconteceu numa segunda feira, saindo de casa pela manhã, quando abri a porta do nosso apartamento, uma mocinha de seus 16 a 20 anos (Descobri que ela tinha 19 anos, que tinha casado com um cara que simplesmente desapareceu seis meses depois do casamento) estava parada ali e já ia tocar a campainha. Perguntei se podia ajudar e ela perguntou se aquela era a casa Dona Elga, minha mãe, ao que respondi, sim, e da porta mesmo chamei minha mãe, e disse que uma moça queria falar com ela. A moça deu um risinho e esperou a resposta da minha mãe, que pediu que ela fosse até a cozinha.
Sai para a facul e depois da facul ia pro meu estágio. Chegava a casa sempre por volta de 18h30min/ 19h00min horas. Cheguei, fui direto pra cozinha comer alguma coisa, estava morto de fome, e contemplando o interior da geladeira, senti que por trás de mim veio o perfume de sabonete e cabelos recém-lavados, aquele cheiro doce e úmido que ocorre, e que até hoje causa alguma revolução em meu íntimo e me enche de tesão quando sinto. Virei-me e vi que a mocinha da parte da manhã estava ali, em pé, com um sorriso bonito no rosto e perguntou se eu queria algo e que poderia preparar, nisso o furacão Elga entra na cozinha e começa a falar; filho essa é a Jacque, Jacque começou hoje aqui e está me ajudando, então agora vocês podem pedir a ela também prá conseguir as coisas de vocês. Eu agradeci a Jacque e disse seja bem vinda, se precisar também estou a sua disposição, mas agora pode descansar que eu me viro aqui. Fiz meu sanduichão, peguei um refresco e sentei no sofá da sala prá comer e descansar. Na TV tava passando novela, eu estava ali aleatoriamente, mas notei que ela estava em pé encostada com o peito ao batente da porta da copa para a sala vendo a novela, e eu bati no sofá e disse, senta aqui, ela abriu bem os olhos como se estivesse em dúvida e eu falei de novo, vem, senta, assiste ai, e ela veio sentou-se e ficou ali quieta, minha mãe veio depois e a duas começaram a falar da novela.
A semana passou mais ou menos assim, eu chegava e ela estava ali solícita, carinha boa, eventualmente conversávamos, ela era inteligente e tinha conhecimento dos fatos do dia a dia, depois, eu pro meu canto e ela pro dela. O apartamento que morávamos era antigo e grande, e a dependência de Serviço era servida de uma pequena suíte e que acomodava bem e com liberdade as pessoas que trabalhavam em nossa casa.
Na semana seguinte foi tudo igual até sexta, mas eu já sabia que meu irmão já tava olhando a bundinha da Jacque, e que Dona Elga já tinha ralhado com meu pai, o Heinrich Sr. Porque ele estava passeando demais na cozinha. O que mudou foi que, na sexta, havia um show de Rock com Rick Wakemann em duas das minhas sinfonias preferidas “viagem ao Centro da Terra” e Arthur King… (agora confessei minha idade) fui… Cheguei a casa prá lá de duas da manhã bebadasso e numa larica gigante, eu comeria mesmo um boi.
Todo ferrado na cozinha fazendo uma puta barulhada sinto uma mão quentinha encostar-se a minhas costas, minha camiseta estava amarrada na cintura, então senti… Assustei e ela falou – calma guri, é só eu – eu efusivamente a peguei pelas pernas por debaixo da bunda e levantei e disse – meu anjoooo que vai fazer uma comidinha… Ela me deu uns tapas nos ombros e falando – me desce me desce seu doido, – coloquei-a no chão e sentei e ela falou – vai tomar um banho enquanto arrumo de comer prá você, maluco. Obedeci e fui, voltei um tempo depois, ela tinha feito uma omelete gigante e me deu com um copo de coca… Come e vai dormir seu doido… Obedeci, ela saiu e foi pro seu quarto… Porra; deitei e fiquei olhando pro teto e lembrando que ela tava de shortinho de malha soltinho e uma blusinha prá baixo dos peitos que deixava bem sua barriguinha de fora e eu comecei a pensar na garota e comecei a ver como era bonita e gostosa… Ela tinha pouco mais de 1,60, morena bem clara dos cabelos encaracolados, aqueles que fazem cachos grandes, mas estavam curtos, eram macios, dava pra sentir, coxas bonitas, uma leve barriguinha e seios de tamanho normal, não dava prá dizer assim que eram espetaculares… Rosto liso, redondinho, e boca gostosa, um nariz quase batatinha, mas bonito… era e talvez continue uma mulher bonita…. E pensar nela àquela hora, quase quatro da manhã, foi me excitando e fui ficando curioso.
Levantei devagar, com cuidado, e fui vê-la, quando entrei na cozinha vi que a área estava iluminada por conta da luz do apartamento vizinho que estava acesa, e cheguei à porta do seu quarto, estava meio aberta, empurrei devagarzinho, ela perguntou – Quem é? Respondi – é o Junior, e surpreso escutei ela responder, você demorou, to esperando há quase duas horas.
Ela estava sentadinha na cama de pernas cruzadas, na posição de lótus, o quarto quase escuro, e o cheiro gostoso dela enchia o ambiente, fechei a porta, ela perguntou se meu quarto estava fechado, que D.Elga podia levantar e ver que eu não estava lá, disse que sim, sentei na cama e toquei o braço dela meio que querendo um abraço, ela se deitou, e bateu no colchão, deita aqui, eu obedeci e ela me beijou, foi um beijo tipo namorado, gostoso, quente, confortante e muito tesudo… Excitei-me quase de imediato, encostei-me a seu corpo suave, firme, fiz um carinho com intenção de correr a mão no seu corpo todo… Ela aos poucos foi deixando de resistir e senti que seu short era a única roupa que me separava de sua pele nua, senti sua mão me procurando, e quando ela achou e segurou meu pau, ela deu uma esfregada que o antebraço se esfregou no meu pau enquanto ela me pegava desde atrás do saco e puxava as mãos pra frente de forma a correr toda a minha genitália, quando ela fez isso pela terceira ou quarta vez eu segurei ela firme e falei que ia gozar. Ela me perguntou assustada, já?? E diminuiu a intensidade, e foi me acalmando, disse que eu estava tenso, e falou – goza pode gozar, mas vou te ensinar a não gozar tão rápido. Isso teve um efeito devastador no meu pau… Ele começou a mandar porra prá todo lado, nas mãos dela, braços, minha barriga, no lençol, no colchão, em sua roupinha… Ela acendeu a luz, tirou a roupa, tirou a roupa de cama e falou – me deixa arrumar aqui, vai pro seu quarto e dorme – perguntei – e você?? Ela respondeu – depois te falo. Fui deitar.


Que tesão cara