Eu tava 20 anos e ainda morava com a minha mãe. Naquela sexta à noite ela saiu pra jantar com as amigas e me deixou sozinha em casa. O Fabio, melhor amigo dela há anos, apareceu por volta das nove com uma garrafa de vinho, dizendo que ia só deixar um presente de aniversário atrasado.Ele tinha 48 anos, corpo de academia, barba bem feita e aquele olhar que sempre me deixava sem jeito. Eu estava de shortinho curto e camiseta larguinha, sem sutiã. Quando abri a porta, os olhos dele desceram direto pro meu corpo e demoraram um segundo a mais do que deveriam. Caralho, você cresceu pra caralho murmurou, entrando.Sentei no sofá e ele se aproximou demais. O vinho foi rolando, a conversa foi ficando mais pesada. Em algum momento a mão dele pousou na minha coxa e eu não afastei. Ele se inclinou e falou bem baixo: Você não tem ideia do quanto eu quero te foder desde que você virou mulher.Meu coração disparou. Eu sabia que era errado, mas o jeito que ele falava, o cheiro dele, a confiança eu caí. Quando ele me beijou, eu retribuí com vontade. Em segundos já estava no colo dele, rebolando no pau duro que marcava a calça.Ele me carregou pro quarto de hóspedes. Tirou minha camiseta, chupou meus peitos com fome, mordeu os mamilos até eu gemer alto. Depois desceu, puxou o short e a calcinha e me comeu com a língua como se estivesse faminto. Eu gozei na boca dele em minutos, tremendo, segurando o cabelo dele.Agora vai ser de verdade ele disse, se levantando e tirando a roupa.O pau era grosso, veias saltadas, cabeça rosada e molhada de pré-gozo. Me deitei de costas, abri as pernas e ele enfiu de uma vez só. Eu gritei. Ele era grande pra caralho e me esticava de um jeito que eu nunca tinha sentido. Começou devagar, depois acelerou, fodendo fundo, batendo as bolas na minha bunda. Me virou de quatro, segurou meu cabelo e meteu com força, me chamando de putinha gostosa, de vadia que tava se entregando pro amigo da mãe.Eu gozei de novo, gemendo no travesseiro. Ele me virou de frente, me pegou nas pernas e me fodeu em pé contra a parede. Depois me jogou de novo na cama, me chupou até eu implorar, e voltou a meter.Quando já estávamos suados e sujos de porra e gozo, ele me perguntou:Quer o cu também?Eu só consegui balançar a cabeça. Ele me colocou de quatro de novo, cuspiu na minha entrada, passou o pau molhado de porra e começou a empurrar. Foi devagar no começo. Eu gemia alto, sentindo ele abrir meu cu centímetro por centímetro até enfiar tudo. Depois começou a foder. Rápido, fundo, me segurando pelos quadris. Eu gozei de novo só de sentir ele me arrombando daquele jeito. Ele gozou dentro do meu cu, gemendo grosso, enchendo tudo.Quando tirou, a porra escorreu. Eu estava destruída, mole, ofegante, com o corpo inteiro tremendo. Ele se deitou ao lado e passou a mão na minha bunda ainda aberta.Semana que vem a sua mãe viaja de novo… murmurou no meu ouvido. Quero te foder de novo. Quero te deixar ainda mais viciada.Eu só conseguia sorrir, já pensando nisso. Já querendo. Já molhada de novo só de imaginar.Foi a melhor noite de sexo da minha vida. E eu já sabia que ia querer muito mais.
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Que tesão de menina, que corpinho lindo você merece tudo de bom, aproveita que a vida é curta meu amor
Bjs Luciana
brigada
Que tesão de conto, e que corpo lindo!
brigada
Perfeita, que corpo lindo e seu relato muito excitante
brigada
Corpo delicioso