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Concluo que este é um texto de ódio e ranço profundo

Quando entrei pro ensino médio tive medo, mas enfim, entrei e fui indo. No começo percebe que minha turma era – pelo menos para mim – exageradamente extrovertida e muito ‘carismática’, eles se entrosaram rapidamente e logo fizeram grupinhos. Eu, inicialmente, fiquei com dois garotos, por que sentávamos perto um do outro. Mas, com tempo não nos tornamos ‘os amigos’, porém ainda conversávamos. Fiz três ‘amigas’, sendo que uma era muito engraçada e eu realmente gostava dela, ela era meio que meu alívio cômico. Infelizmente ela saiu da escola. Fiquei com as outras duas, que, achava eu que eram legais, mas não. Talvez eu seja o chato, mas elas tinham conversas superficiais e nenhuma delas levava em conta minha opinião – se bem que, eu também era culpado nisso, pois eu não fala, nem sequer reclamava ou dizia que ‘não’. Uma começou a namorar e eu percebe o quanto isso me incomodava, não pelo fato do namoro, mas sim pelos ‘princípios’ dessa amiga. Uma das frases que ela dizia e que me irritava pacas era algo como: "eu gosto muito das pessoas com que eu me relaciono". Simplesmente, percebe que essa amiga tinha um ar de ‘sou culta e bela’, porém, não. Enfim, ela terminou com esse 1° namorado, que a propósito beijou uma garota ‘próximo a ela’, digo uns 4 metros talvez, mas isso não é tão importante assim. O que deve ser levado em consideração aqui é que, ela chorou e tal e ficou ‘decepcionada’. Além desse namoro ela… quero dizer, eu comecei a perceber que o quão chata e orgulhosa ela era. Usava umas palavras ‘difíceis’, digamos assim, que ela nem sequer entendia o significado ou, se entendia, não entendia onde podia pô-las nas frases; também começou com aquele discurso de paz e amor, sabe? De ‘sou uma pessoa muitíssimo boa’, contudo, ela sempre fica achando e mostrando os erros das pessoas, com se ela quisesse dizer: "’olha o erro do fulano, eu nunca faria isso" ou "eu faria melhor". Odiava o jeito que ela falava nos assuntos que, provavelmente ela acha ser assuntos adultos, falando como num debate – que a propósito, minha turma não sabe fazer, absolutamente não sabe fazer. Bom, ela teve outro namorado, que em menos de quatro dias ela amou, apresentou para o pais e se magoou bem pregado pra alguém que me enche o saco, mesmo que não dizendo diretamente para mim, mas sim para os outros a frase insuportável dela: "eu gosto muito das pessoas com que me relaciono. Ela odiou ele profundamente, teve até plano infantil de vingança e ou outros como intuito de magoá-lo ou fazê-lo sofrer. Tudo isso, para ela depois de um mês e meio, voltar com o namoradinho dela. No começo, antes do termino traumatizante de um relacionamento de quatro dias, eu achava que ele era um garoto legal demais para ela. Durante, eu não suportava quando ela fala que achava que ele tinha medo de ter um relacionamento sério, medo de gostar demais delas, isso por causa é claro daquela frase adorável e verdadeira dela. Depois quando eles voltaram – isso quando eu já havia me afastado tanta dela, quanto da outra amiga que até se preocupou mais com esse afastamento -, eu percebi que ele, o namoradinho, era tão idiota quanto ela, tão superficial e ‘metido’ quanto ela e percebi que realmente eles se mereciam. Claramente, um bonitão perfeito e popular, que eu conseguia ver as coisas idiotas que ele fazia pra chamar atenção, e ela, a linda princesa defensora dos oprimidos eu julga o erro dos outros pra se sentir superior e acha que nada de ruim acontece com ela, por que, lógico, coisas ruins não acontecem com pessoas ‘boas’, não é mesmo?

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Escrito por Anônimo

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