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A farsa da “lei da atração” — Parte 2: Como e por que esta corrente ganhou tantos adeptos?

Seria maravilhoso ter a vida dos sonhos apenas realizando um ou mais truques, não é? Pois é essa a ideia que a “lei da atração” vende: ter a vida desejada por meio de “magia”.

Vendo assim, qualquer um poderia imaginar: “Mas isso é bom demais para ser verdade. Como é que pessoas tão vividas caíram nessa?”.

Bom, dificilmente uma pessoa vivida e bem instruída cairia num conto desses, mas, no caso da “lei da atração”, a crendice misturada com pseudociência ganhou fama até mesmo entre pessoas com muita experiência de vida e instrução erudita devido a um fator: os defensores desta patacoada distorcem passagens bíblicas para dar a entender que elas são, na verdade, metáforas, códigos, etc., para manifestar as coisas com a “lei da atração”.

Um exemplo de passagem bíblica distorcida é esta: “Eu não faço o bem que quero, mas sim o mal que não quero.” (Romanos 7:19) Segundo o cristianismo tradicional, esta palavra dita pelo apóstolo Paulo indica que, embora ele queira fazer somente o bem, não consegue, por causa de sua natureza pecaminosa herdada de Adão. Mas, para os “atracionistas” abilolados, este mesmo versículo indicaria que uma pessoa atrai para a vida dela o que não quer porque emana uma vibração de negatividade, enquanto que não atrai para si o que quer, porque sua vibração energética não é condizente.

Outro exemplo dessa aberração aspirante a ciência quântica, ainda falando em distorção de passagens bíblicas, diz respeito ao momento em que Jesus é julgado diante de Pilatos, e a multidão escolhe Barrabás. (Mateus 27:17–26; Marcos 15:9–15; Lucas 23:18–25; João 18:39, 40) Conforme a crendice ambulante desse povo, esta história bíblica não seria real, mas sim abstrata, conforme dito por Anderson Montreanjo, um dos nomes mais conhecidos no meio dessa crendice. Ele sugere que “Jesus” e “Barrabás” sejam apenas estados de espírito e que este embate entre escolher “Jesus” ou “Barrabás” seja uma mera alegoria.

Não bastasse toda essa onda de “desconstrução” das passagens bíblicas, a pá de cal dos defensores dessa joça é alegar que não existe pecado (ou que, ao menos, não existe pecado da maneira como as religiões de origem cristã nos ensinaram). De acordo com as ideias ridículas dessa gente alienada, “pecado” seria algo bem mais “leve” e, assim sendo, “ninguém teria culpa de nada”.

Com esta “ressignificação” das passagens bíblicas, muitas pessoas sentem que encontraram a solução para seus problemas. Não existe mais pecado, elas podem criar a realidade dos sonhos apenas com a força do pensamento e o melhor de tudo, com embasamento bíblico! Que legal, não? (Obs.: Contém ironia.)

E, assim, de “ressignificação” em “ressignificação”, de “desconstrução” em “desconstrução” dos versículos bíblicos, os teóricos dessa imbecilidade vão ganhando mais adeptos.

No próximo artigo falarei mais sobre Anderson Montreanjo e sua influência neste ramo. Para não perder este artigo, não deixe de me seguir por aqui!

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2 Comentários

  1. Bem, você está bem desinformado sobre o assunto.

    A “Lei da Atração” é um conceito muito antigo, tem milhares de anos.
    Este conceito é já apresentado no Hinduísmo, também no Budismo.

    Se já existia nis tempos dos Veddhas, falamos então de mais de 5 mil anos.

    É bastante tempo.
    NÃO É “uma modinha” dos tempos da Internet.

    Tempo onde várias civilizações erigiram e caíram.
    A Lei da Atração é uma das leis automáticas do Universo.

    Tal como, a Lei do Kharma, seria uma outa de sua lei automática do Cosmo.
    Estes conceitos teriam sido apresentados a humanidade pelos deuses Hindus.
    Segundo o Hinduísmo.
    O Sanskrito por exemplo, é referenciado pelos Hindus como sendo a sagrada língua dos deuses.
    Uma palavra bacana de Sanskrito que aprendi recentemente é “Aman”, que significa “Paz”.

    No Budismo, as orações são feitas em Sanskrito; no Shintoísmo as preces são em Sansrito Japonês.

    O Sanskrito é uma das línguas mortas muito importantes.
    Em nosso Ocidente foram muito importantes o Latim e o Grego Arcaico.
    As nossas palavras do Português posuem raízes vindas de palavras do Latim e do Grego Arcaico.
    ( Ver Etimologia).

    As primeiras Bíblias foram escritas em Latim e em Grego Arcaico.
    A primeira Bíblia feita para o público em geral foi a Bíblia em Inglês comissionada pelo rei James da Inglaterra, é a King James Bible.
    Por sinal, o Próprio Shakespeare trabalhou nesta elaboração, para embelezar com a sua maestria, a vários trechos Bíblicos.

    No passado, os Católicos tradicionais usavam preces em Latim.

    Os encantamentos contidos em Grimôrios dos últimos séculos usam Latim.
    No Espiritualismo e no Ocultismo, as línguas mortas são muito importantes.

    De fato, o Universo possui leis automáticas, que nôs conhecemos como as Leis da Física.
    Sendo por exemplo, a Lei da Gravidade, uma destas.

    O Universo também até onde sabemos é muito complexo, possui por exemplo, elementos que trazem ordem ao Universo.
    Como por exemplo, a existência do elemento conhecido como a Dark Matter.

    É um elemento possivelmente, o mais presente ao longo do Universo infinito r, é invisível aos olhos humanos; e consegue atravessar objetos como se fosse uma força fantasma.

    Bem.
    Objetos UAPs de fato existem e estes são observados pela humanidade desde os primórdios do tempo.
    Os objetos de UAPs e extraterrestres foram pintados em cavernas pelos homens primitivos.

    Extraterrestres e UAPs foram também representados nos murais do Egito Antigo.
    E repreeentados em Geoglifos e em Petroglifos há milhares de anos atrás.

    Na Era Clássica e na Renascença, UAPs foram representados nas pinturas de obras clássicas e também descritos por historiadores.

    Na Era Moderna, nas últimas décadas, UAPs tem sido registrados em fotos e em filmes por gente de todo o mundo

    Os objetos UAPs vem demonstrando que existem civilizações que conseguem facilmente quebrar e dobrar as leis da Física.

    Estas civilizações trouxeram conhecimentos para civilizações antigas, como o avançado alfabeto Chinês, entre outras.

A farsa da “lei da atração” — Parte 1: O que é lei da atração?

A farsa da “lei da atração” — Parte 3: conheça Anderson Montreanjo, o nome mais famoso dessa corrente