A mais nova modinha do momento é a “lei da atração”.
Tendo ganho forças desde 2006, a suposta “lei universal” é oriunda do filme “O Segredo”, no qual o personagem principal descobre um meio de realizar seus sonhos apenas com a força do pensamento positivo. (Guarde esta informação, pois ela será importante ao longo deste artigo! ⚠️ )
A tal “lei da atração” nada mais é do que uma pseudociência que promete às pessoas o poder de “criar a sua própria realidade” se elas tão somente “vibrarem na sintonia certa”, o que é algo utópico e anedótico ao mesmo tempo. Segundo os defensores desta crendice absurda, basta que tenhamos o sentimento “correto” para que consigamos materializar tudo aquilo que sonhamos: uma casa, um carro, uma viagem, um emprego e… (pasmem!) até mesmo aquele amor que parecia impossível! (Guarde isso do amor, porque falaremos um pouco mais sobre isso ao longo desta série.)
Conforme os praticantes dessa corrente, para atrair a realidade desejada, é preciso seguir uma série de passos, que seriam:
Definição do objetivo. Nesta primeira fase, a pessoa teoricamente teria que saber exatamente aquilo que ela quer. Para fins explicativos, vou usar o exemplo de um carro, mas poderia ser qualquer outra coisa: uma viagem, um emprego, o grande amor dos sonhos e por aí vai…
Vamos imaginar que Maria quer ter um carro. Mas qual carro? É preciso definir. Suponhamos que ela queira uma Ferrari. Ok, mas de que modelo seria a Ferrari? Ferrari é a marca, mas tem vários modelos de carros diferentes. Além disso, qual seria o tipo de volante, como seriam os bancos, as portas, a cor do carro, etc.? Segundo os idealizadores da “lei da atração”, todos estes detalhes deveriam estar bem definidos. Você pode imaginar, no lugar da Ferrari, o que preferir: uma viagem, um emprego, o amor dos sonhos, etc., a fim de ficar mais fácil de assimilar o que estou apresentando.
Mentalização/visualização do objetivo. De acordo com os defensores desta pseudociência metida a corrente, este é o momento “crucial”, por assim dizer. Conforme eles pregam, é preciso sentir dentro de si mesmo que aquela realidade desejada já é real, pois, desta forma, o universo supostamente entenderá que aquela é a realidade da pessoa e supostamente moverá mundos e fundos para que a vida da pessoa fique daquele jeito mesmo.
No exemplo da Ferrari, Maria teria que “enganar o cérebro” fazendo-o acreditar que ela já tem o carro desejado. Nesta fase, ela teoricamente deveria se visualizar dirigindo seu veiculo, viajando nele, etc., como se já estivesse vivendo a realidade que quer.
Não se trata de ir até uma concessionária da Ferrari e comprar o carro mesmo ainda não tendo condições para isso (ou fazer qualquer outra loucura parecida, conforme o seu desejo), mas sim de fazer um exercício imaginativo sobre como seria o estado de espírito dela se já tivesse o veiculo desejado em mãos (ou imaginar o seu objetivo, seja ele qual for).
Os adeptos dessa pseudociência acreditam que, “enganando o cérebro” dessa forma, o universo entende que aquilo é verdade e, de alguma maneira, nos conduz até aquela realidade. No lugar da Ferrari, você pode imaginar a mentalização de qualquer outra coisa, para entender o que estou buscando mostrar.
Neste caso da mentalização/visualização, há quem apele até mesmo para elementos visuais a fim de supostamente tornar mais poderosa a cocriação de seus objetivos. Segundo eles, objetos relacionados ao sonho em questão podem ajudar a materializá-lo mais rapidamente.
Por exemplo, no caso de Maria, a chave de uma Ferrari, mesmo sem o carro, já seria uma forma de usar um objeto material para visualizar mais facilmente o desejo realizado, já que quem tem a chave de um carro geralmente é o dono, então, teoricamente falando, Maria, ao segurar a chave de uma Ferrari e manuseá-la como se de fato já tivesse tal carro, supostamente conseguiria “enganar o cérebro” para que este pensasse que ela já tem o veiculo e, teoricamente, de alguma maneira “misteriosa”, o possante viria até ela.
Crença no objetivo. Muitos teóricos dessa aspirante a ciência afirmam que muitas pessoas não conseguem “cocriar” nada que querem realmente porque não têm fé suficiente para materializarem seus sonhos.
No caso do exemplo que estamos usando, segundo os defensores desta patacoada, Maria teria que realmente acreditar que é possível ter o carro em questão, sem jamais duvidar, pois, do contrário, ela jamais o teria. Em vez do carro, você pode imaginar a crença em qualquer outro objetivo, para compreender o que estou explicando.
Verbo no tempo presente. Uma das afirmações mais famosas a respeito desta corrente é a de que precisamos “enganar” nosso cérebro dizendo coisas como “Eu tenho/sou tal coisa ” ao invés de “Eu quero ter/ser tal coisa”, pois, deste modo, o universo teoricamente entenderia que nós já temos o que desejamos e teria que “se virar nos 30” para transformar o nosso desejo em realidade.
No exemplo de Maria e de sua Ferrari, ela teoricamente teria que dizer “eu tenho uma Ferrari assim e assado” ao invés de dizer “eu quero ter uma Ferrari assim e assado”, pois, com isto, o universo teoricamente entenderia que ela já tem o que deseja e, com isto, “daria seus pulos” para fazer disto uma realidade. Você pode adaptar essas afirmações para a realidade que quiser, a fim de ter uma noção do que estou falando.
Cuidado com as palavras! Não bastasse isso, tem mais essa. Os adeptos dessa pseudociência maluca afirmam que o uso de certas palavras, expressões, frases, etc., emana para o universo uma vibração de carência, falta, etc., e que o universo devolve para nós essa energia justamente com a falta daquilo que tanto desejamos.
No caso fictício de Maria e de sua Ferrari desejada, um exemplo de expressão a ser supostamente evitada é dizer que algo é “caro”, pois isto teoricamente enviaria para o universo uma vibração de pobreza que seria devolvida a ela em algum momento, inviabilizando as chances de conquista deste sonho material. Mas há inúmeros outros exemplos nesse sentido. Você pode imaginar qualquer um deles, para ter uma imersão do que estou esmiuçando.
Atenção às “mensagens “subliminares”. Imagine que você quer muito atingir um objetivo, mas, para isto, é preciso abrir mão de ouvir aquela sofrência que você ama. Isto porque os defensores dessa aberração transcendental alegam que ouvir este tipo de música passa para o subconsciente a mensagem de carência e o universo devolve esta carência para você.
Conforme esta ideia, a causa da sua falta de sorte no amor é culpa das músicas de “dor de corno” que você escuta. No lugar da “sofrência”, você pode imaginar qualquer outra coisa: noticiários “sangrentos” que levam a pessoa a ver mais daquilo, ou qualquer coisa que seja. Tudo isto te ajudará a entender o que estou tentando passar aqui.
Nada de bad vibes! Segundo os praticantes dessa maluquice, o universo entende a vibração que está mais intensa dentro de nós. Então, teoricamente falando, se somos pessoas alegres, atrairemos pessoas, lugares, situações, etc., que nos deixem mais alegres, e assim também com todos os nossos estados de espírito.
Um exemplo que citam para não continuarmos seguindo é o das notícias ruins que saem nos jornais. A falácia “atracionista” prega que ficar vendo este tipo de notícia faz com que o universo entenda que gostamos daquilo e mande mais situações assim para nos indignarmos, por entender que é isso que queremos.
No caso fictício de Maria e de sua Ferrari, se levarmos em conta o conto dos pregadores dessa corrente ridícula, ela não pode alimentar continuamente pensamentos e/ou sentimentos negativos, pois, caso isso acontecer, o universo teoricamente entenderá que ela gosta de negatividade e teoricamente mandará para ela mais situações assim por entender que esta é a realidade que ela gosta de viver. Você pode imaginar qualquer outra coisa no lugar, para compreender melhor o que eu digo.
Ainda dentro do contexto das “good vibes”, conforme os adeptos dessa bizarrice, quando temos algum pensamento negativo, devemos substitui-lo por um pensamento positivo o mais rapidamente possível, para “anular a carga energética do pensamento negativo” e supostamente evitar que o universo nos entregue situações indesejadas, por supostamente entender que é isto que queremos.
Não duvidar. Aí é onde mora a armadilha, além do próximo ponto, que será mostrado mais abaixo. De acordo com os defensores dessa patacoada absurda, não podemos duvidar de que é possível realizarmos nossos sonhos por meio da “lei da atração”, pois, do contrário, o universo supostamente absorverá esta energia de dúvida, vindo a “travar”, de modo que supostamente ele não nos entregará aquilo que desejamos.
No exemplo fictício de Maria e da Ferrari, se a moça tiver dúvidas sobre se terá ou não o carro que tanto quer, o universo supostamente entenderá que ela gosta de ficar em dúvida e não entregará a ela veiculo algum. Em vez do carro, você pode imaginar o que preferir, e entenderá o que estou dizendo.
“Soltar” o pedido para o universo. Em outras palavras, segundo os “atracionistas” de plantão, isto significa deixar de se preocupar com como, onde e quando nosso sonho se tornará realidade, pois, segundo eles, se nos preocuparmos demais com isto, simplesmente “colapsa a onda”, o que, numa linguagem mais simples, significa que o universo simplesmente “trava” e não nos entrega o que pedimos.
No exemplo de Maria, ela teria que deixar de se preocupar com como, onde e/ou quando a Ferrari desejada finalmente seria dela, do contrário ela teoricamente “colapsaria a onda” e não conseguiria ter veiculo algum. No lugar da Ferrari, você pode visualizar o que achar melhor, para compreender o que estou explicando.
Diante disto, quando alguém não consegue materializar a realidade desejada por meio da “lei da atração”, as desculpas dadas pelos defensores dessa crendice são as seguintes:
- A pessoa não deixou claro o que queria;
- A pessoa não fez corretamente os exercícios de mentalização/visualização;
- A pessoa não teve fé suficiente de que o seu sonho se realizaria, tendo duvidado em algum momento do processo;
- A pessoa usou palavras, expressões, etc., que emanaram para o universo a vibração de falta, carência, etc., que fizeram o universo entender que ela gosta daquilo, de modo que ela teve a vibração dela retornada em forma de falta, carência, etc.;
- A pessoa teve o subconsciente prejudicado por mensagens subliminares, vide o exemplo das “sofrências” sertanejas;
- A pessoa, em algum momento, sentiu alguma emoção negativa de forma tão intensa que a vibração de negatividade foi maior que a de positividade, “anulando” o pedido que ela havia feito ao universo;
- A pessoa duvidou em algum momento, vindo a emanar para o universo uma energia de dúvida, que foi devolvida com a não realização do sonho em questão;
- A pessoa não “soltou” para o universo o seu pedido, tendo ficado “presa” a ele, “colapsando a onda” e “não tendo deixado o universo trabalhar”.
Qualquer que seja a desculpa, todas se centram num mesmo argumento central: a pessoa não teve a “vibração certa” para atrair aquilo que queria e, por isso, não atingiu seus objetivos.
O mais impressionante nisso tudo é que esta modinha da internet não está se popularizando apenas entre os jovens e as pessoas de pouca instrução, mas até mesmo gente com ensino superior completo e mais de 60 anos de idade está entrando nessa onda que mistura misticismo e pseudociência. Tem até pessoas famosas (pasmem!) alegando que “cocriaram” suas carreiras de sucesso através dessa palhaçada!
Depois de ter lido tudo isto, você deve estar se perguntando: “Como é que até mesmo pessoas vividas e bem instruídas caíram nesse conto do vigário, ainda mais sabendo que é tudo baseado em um simples filme?”.
Tenho que admitir, para minha vergonha, que até mesmo eu caí nessa história. E como, quando e por que foi que caí?
Por que, para isto, há um truque poderosíssimo… mas deixarei para falar dele no próximo artigo desta série.


Li que muitas celebridades também praticam a lei da atração.
No YouTube há diversos canais que falam e “ensinam” sobre como fazer acontecer.
Segundo, o filme O Segredo é baseado no livro o Sefredo, de Rhonda Byrne
Publicado por volta de 2006?
O que Rhonda Byrne faz é dar uma nova roupagem para conceitos espirituais de milhares de anos, um deles é a Lei da Atração.
Bem, você está bem desinformado sobre o assunto.
A “Lei da Atração” é um conceito muito antigo, tem milhares de anos.
Este conceito é já apresentado no Hinduísmo, também no Budismo.
Se já existia nis tempos dos Veddhas, falamos então de mais de 5 mil anos.
É bastante tempo.
NÃO É “uma modinha” dos tempos da Internet.
Tempo onde várias civilizações erigiram e caíram.
A Lei da Atração é uma das leis automáticas do Universo.
Tal como, a Lei do Kharma, seria uma outa de sua lei automática do Cosmo.
Estes conceitos teriam sido apresentados a humanidade pelos deuses Hindus.
Segundo o Hinduísmo.
O Sanskrito por exemplo, é referenciado pelos Hindus como sendo a sagrada língua dos deuses.
Uma palavra bacana de Sanskrito que aprrndi recentemente é “Aman”, que significa “Paz”.
No Budismo, as orações são feitas em Sanskrito; no Shintoísmo as preces são em Sansrito Japonês.
O Sanskrito é uma das línguas mortas muito importantes.
Em nosso Ocidente foram muito importantes o Latim e o Grego Arcaico.
As nossas palavras do Português posuem raízes vindas de palavras do Latim e do Grego Arcaico.
( Ver Etimologia).
As primeiras Bíblias foram escritas em Latim e em Grego Arcaico.
A primeira Bíblia feita para o público em geral foi a Bíblia em Inglês comissionada pelo rei James da Inglaterra, é a King James Bible.
Por sinal, o Próprio Shakespeare trabalhou nesta elaboração, para embelezar com a sua maestria, a vários trechos Bíblicos.
No passado, os Católicos tradicionais usavam preces em Latim.
Os encantamentos contidos em Grimôrios dos últimos séculos usam Latim.
No Espiritualismo e no Ocultismo, as línguas mortas são muito importantes.
De fato, o Universo possui leis automáticas, que nôs conhecemos como as Leis da Física.
Sendo por exemplo, a Lei da Gravidade, uma destas.
O Universo também até onde sabemos é muito complexo, possui por exemplo, elementos que trazem ordem ao Universo.
Como por exemplo, a existência do elemento conhecido como a Dark Matter.
É um elemento possivelmente, o mais presente ao longo do Universo infinito r, é invisível aos olhos humanos; e consegue atravessar objetos como se fosse uma força fantasma.
Bem.
Objetos UAPs de fato existem e estes são observados pela humanidade desde os primórdios do tempo.
Os objetos de UAPs e extraterrestres foram pintados em cavernas pelos homens primitivos.
Extraterrestres e UAPs foram também representados nos murais do Egito Antigo.
E repreeentados em Geoglifos e em Petroglifos há milhares de anos atrás.
Na Era Clássica e na Renascença, UAPs foram representados nas pinturas de obras clássicas e também descritos por historiadores.
Na Era Moderna, nas últimas décadas, UAPs tem sido registrados em fotos e em filmes por gente de todo o mundo
Os objetos UAPs vem demonstrando que existem civilizações que conseguem facilmente quebrar e dobrar as leis da Física.
Estas civilizações trouxeram conhecimentos para civilizações antigas, como o avançado alfabeto Chinês, entre outras.