em

AMOAMO

Putinha no ponto de ônibus

Volta e meia eu ia nas resenhas de um pessoal que conheci num grupo de Whatsapp, pra beber, conversar e, quem sabe, ficar com alguém. Nesse dia a resenha foi marcada no Parque Madureira, e eu fui, mas infelizmente quem eu queria que fosse acabou não indo. Mas beleza, às vezes acontecia. 

Perto de Meia Noite fui pro ponto perto da estação de trem, próximo ao Shopping Madureira e uma senhora veio me pedir dinheiro. Coisa boba. Uns 5 reais. Como eu tinha, eu dei (preferível dar quando tem do que não dar e a pessoa depois voltar e levar bem mais do que 5 reais, ou é assim que penso). Nisso uma mulher, claramente bêbada (como se eu não tivesse), me questionou se conhecia a mulher, e eu disse que não e expliquei essa filosofia pra ela, o que ela concordou e começamos a conversar enquanto o ônibus de nenhum dos dois vinha, até um momento que ela me pediu pra ir subir pra estação de trem com ela (tinha que subir umas escadas) que ela iria mijar. Como eu tava bêbado e o papo fluindo pra lá de natural, a ficha só caiu que uma estranha me chamou pra eu ir com ela mijar quando ela já tinha acabado, mas a partir dali já gerou o pensamento de “ela tá na maldade, então dois podem jogar isso”.

Papo desenrolou um pouco mais, mas agora perguntando o que ela tava fazendo ali e se tava vindo da casa do namorado. Ela riu e disse que tava bebendo com o chefe dela. Até me falou o local do trabalho e o turno dela (provavelmente a famosa “sinceridade alcoólica seletiva”). Questionei que se não tinha namorado, era bom que se eu pedisse um beijo pra ela, não teria problemas, né? Ela só riu e acenou positivamente com a cabeça. Depois disso já rolou aquele beijo, com direito a passada de mão no peito e na buceta, já que só tinha a gente no ponto. 

Mais papo pra lá e papo pra cá, o ônibus chegou e entramos. Mais beijo lá no fundo do ônibus, igual dois adolescentes, em plena madrugada, até que coloquei o pau pra fora e ela bateu uma pra mim. E nem precisou pedir. Ela mesmo já abaixou e chupou ele. E olha, que boca gostosa (ou a bebida me fez achar isso, não sei, mas quem liga?)

Não cheguei a gozar, e ela me deu o número do celular dela pra chamar ela outro dia, pois estava perto dela descer. E como eu tava sem nenhum compromisso, falei “Mora por aqui? Que coincidência. Eu também”. Descemos juntos e pedi pra ela anotar o meu número também. Foi ai que vi a foto dela, duas crianças e um cara bem no plano de fundo do celular. Maaaano. 

Perguntei se ela tinha namorado de novo. Ela riu de sem graça e falou que namorado ela não tinha. Ela tinha marido e dois filhos. Talvez tenha sido a bebida, mas desconsiderei que eu estava no bairro dela, onde poderia ter conhecidos do marido dela, que poderiam ir até a casa deles chamar ele, mas só falei “Ah, já que começamos, porque não damos uma volta?”. E a doida concordou. 

Andamos até uma praça que ela me levou e tinha um bar fechado, com aqueles banheiros mais ou menos abertos. Nos beijamos de novo ali e depois ela disse que tinha que mijar de novo, e foi messe banheiro. Inicialmente era pra eu ficar na porta, mas foda-se. Ela já tinha me chupado metade do caminho dentro de um ônibus, então não ia ter problema ali. Entrei, com ela sentada mijando ainda, fechei a porta e coloquei o pau na boca dela. Peguei na cabeça dela com uma mão e comecei a fuder a boca dela. Enquanto isso, a outra mão pegou a carteira. Tirei uma camisinha ali de dentro, levantei ela, coloquei de costas, coloquei a camisinha e meti na buceta dela mijada ali mesmo. Comi ela um pouco e quando senti que ia gozar, anunciei que ia tirar a camisinha pra gozar do lado de fora da buceta dela. Ela concordou, mas acho que ela ficou insegura, virou de frente e me chupou até gozar, fazendo eu gozar na cara da vagabunda todinha. E ainda me deixou tirar essa foto linda que vocês viram ai em cima. 

Depois disso ela limpou a porra do rosto com a minha camisa (nada mais justo), me deu mais um beijo e me pediu pra ir no trabalho dela. Eu sai, aliviado tanto no sentido “saco vazio” quanto de ninguém conhecido dela ter visto a gente. Ela foi pra casa dali e naquela praça mesmo eu chamei o Uber direto pra casa mesmo, e nunca mais vi ela. Sei lá. Alguma coisa ficou buzinando na minha cabeça que ter ela como contatinho não ia ser uma boa, e quando isso acontece, prefiro ouvir essa voz, que já me livrou de muita merda na vida. 

--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?

Reportar

O que você acha?

Escrito por MorenoCarioca

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

3 Comentários

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Curto Ser vouyer de casal

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Desejo Proibido