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Desejo Proibido

Eu confesso que estou casada há cerca de um ano e moramos na casa de meu sogro, até que fique pronto nosso apartamento.
Amo meu marido, mas nos últimos tempos, quase que imperceptivelmente, fui me sentindo atraída pelo meu sogro.
Aparência jovial, alegre, corpo atlético, firme no que diz, mas educado.
Algo interior levava-me a voltar minha atenção para ele. No princípio, eu não sabia bem porque, mas aos poucos fui percebendo que eu, embora involuntariamente, o estava desejando.
Era um sentimento incontrolável. Passei a me aprontar, procurando ficar atraente e a me perfumar para ele.
Procurava ficar a seu lado. Dirigi olhares para ele. Como se nada eu quisesse, descobria minhas pernas para excitá-lo. Quando nós dois conversávamos, eu o tocava com as mãos.
Ao me despedir, o abraçava apertado e demoradamente, para que sentisse meu perfume e meu corpo colado ao seu.
Percebi que aos poucos ele estava ficando sem saber o que fazer. Passou a me evitar, não porque estivesse querendo me excluir, mas visivelmente porque estava ficando balançado.
Naquela época meu marido teve de viajar. Eu também trabalho e ele sempre me pega no princípio da noite. Aproveitei e liguei para o meu sogro, que trabalha nas proximidades do meu serviço, indagando se naquela noite ele poderia me pegar.
Assim ficou acertado. Ele passou quando eu já estava pronta, esperando.
Eu lhe disse que estava um pouco ansiosa e se poderíamos beber alguma coisa antes de irmos para casa. Decidimos então passar em um barzinho refinado, que existe nas proximidades. Ele pediu uma dose de uísque e eu o acompanhei. Como ele bebe mais rápido do que eu, pediu outra. Notei, no final, que ele ficara eufórico e me alegrei como isso.
Ao entrarmos no carro, como que para agradecer, debrucei sobre seu corpo, botei minha mão esquerda sobre sua coxa direita e abrindo meu dedo mindinho, disfarçadamente, eu o encostei suavemente no seu pau. Percebi que ele já estava excitado e que quando o toquei o pau ele se enrijeceu completamente.
No primeiro momento, enquanto eu ainda o tocava, nossos olhares se cruzaram. No momento seguinte, nossos lábios se colaram. Eu havia conseguido o que queria.
Dali, para nós, outro caminho não havia senão o do motel.
Passei com ele a noite mais emocionante da minha vida. Nunca imaginei pudesse haver harmonia sexual tão perfeita. É indescritível a emoção que eu senti ao submeter-me a ele, que sobrepunha seu corpo ao meu, para tirar de mim todo o prazer sexual que eu poderia lhe proporcionar. Nossos corpos ficaram justapostos. Nossas bocas se confundiram e nossas línguas se entrelaçaram. Seu pau parecia preencher completamente o interior de meu corpo, com movimentos coordenados, que nos levaram simultaneamente ao orgasmo.
No dia seguinte, meu marido voltou de viagem.
Meu sogro, que sempre foi altivo, permaneceu com a cabeça baixa e não conseguia direito conversar com seu filho.
À tarde me telefonou. Disse que a noite fora maravilhosa, mas que não podia ter acontecido. Disse que eu era uma mulher fascinante, sensual, que todo homem desejaria. Mas depois enfatizou que seu enorme desejo de repetir aquela noite ficaria recalcado, tendo em vista o respeito que me seria devido e a meu marido.
Eu disse que eu faria tudo para que ele mudasse de idéia, pois é o que eu desejo.
Tenho certeza que se eu investir, ele sai comigo.
Dois fatos me preocupam
Estou com a impressão de que naquela noite em que chegamos de madrugada, minha sogra desconfiou. Comigo ela não falou nada. Mas acredito que ele tenha sido questionado.
Teremos que nos cuidar para que minha sogra e meu marido nada percebam. Sairmos durante o dia, matando o trabalho, pois a noite será muito arriscado.
O outro é que fazem algumas semanas e minha menstruação não veio. Transamos sem camisinha e posso ter me engravidado. Se estiver grávida, pelo que a partir de então aconteceu, acho mais provável que o pai seja meu sogro e não o meu marido.

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Escrito por Anônimo

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