Outro dia eu marquei horário pra fazer os pés com uma podóloga que atende em casa
Quando cheguei a mulher estava com uma cara péssima, claramente num dia estressado. Mal me cumprimentou direito, foi grossa, e no final me mandou embora dizendo que era melhor eu voltar outro dia “se conseguisse marcar horário de novo”. Fiquei fervendo de raiva
Saí de lá pensando: “Não vai ficar assim não, minha filha”
No outro dia, lá pelas 10h da manhã, eu calcei minha sandália anabela preta de plataforma (daquelas bem dos anos 80 que eu adoro) e fui pro centro resolver umas coisas. Andei bastante, olhei vitrine
comprei uns brincos dourados bem bonitinhos que eu queria fazia tempo. Quando fui ver as horas, já eram 13h50. Estava me preparando pra voltar pra casa quando o telefone tocou
Era ela, a podóloga, dizendo que tinha um horário vago às 14h20 e perguntando se eu queria.
Eu disse que sim na hora e avisei que já estava indo. O problema é que eu já tinha andado o dia inteiro com aquela sandália. Meu pé escorregava toda hora dentro dela, o calcanhar ficava saindo, era um sofrimento. Mas eu fiz força, suei horrores e cheguei lá quase na hora marcada.
Chegando, sentei no banquinho da sala de espera e fiquei mexendo os dedos do pé dentro da sandália, tentando ajeitar. Ela me chamou. Eu estiquei a perna e coloquei o pé, ainda calçado, direto no colo dela. A mulher, que ainda estava com cara de poucos amigos, puxou a sandália com mau jeito. Assim que tirou, o cheiro subiu. Ela fez uma careta horrível, virou o rosto e até prendeu a respiração.
Tinha um rolo de papel higiênico em cima do banco, do lado do meu pé. Quando ela se abaixou pra pegar, eu dei uma leve mexida no pé e aproximei um pouquinho mais perto do nariz dela. A coitada deu um salto pra trás, quase caiu da cadeira. Olhou pra mim com uma cara de ódio.
Eu, bem calma, perguntei:
— Aconteceu alguma coisa, filha?
Ela respondeu seco:
— Não, não aconteceu nada.
E começou a trabalha , Passava o algodão entre meus dedos, enxugava, passava creme… tudo com uma cara de nojo que não conseguia disfarçar.
Eu só ficava olhando, quietinha. Por dentro, eu tava me divertindo. Não sou de fazer maldade, mas depois do jeito que ela me tratou no dia anterior… eu não resisti.
Eu fiz de propósito
E não me arrependo nem um pouco. Assim ela aprende a respeitar as pessoas mais velhas




Mesmo com cara de poucos amigos, a profissional não lhe repreendeu por não ter lavado os pés antes da consulta.
Sinal que mesmo não tendo prestado o atendimento dos sonhos por estar numa semana ruim, ela evitou qualquer comentário que pudesse lhe constranger.
Acho isso bastante valoroso.
Ah sebosona voltou, vai lavar esse pé porco, nojenta