Fui para um bar meio underground (o pessoal de cabeça feita, de gente de teatro, artistas, etc) apenas para dar um abraço num amigo (gay) que fazia aniversário, pois tive um compromisso antes e só cheguei às 3 da manhã (foi o casamento de um parente muito próximo).
Pelo horário, só estavam o aniversariante e seu companheiro e um carinha de 20 e poucos anos (que vou chamar de Sandro) que era o com mais energia na mesa, mas o bar tinha outros clientes em outros lugares. Ficamos nós quatro tomando cerveja e contando aventuras de putaria. Vivo no armário mas ali, mesmo com o até então desconhecido Sandro, me senti à vontade para me reconhecer bi e contar meus “causos”. Sandro se animou e afirmou que “o pau dele era carinhoso e invasivo, pois era fino e grande, entrava sem machucar e ia lá dentro”. “Isso não é um pau, é um psicólogo”, brincou o companheiro do aniversariante. Emendei assim que pararam os risos: “nada como fazer uma boa terapia” e novos risos vieram. “Vamos no banheiro para você conhecer o psicólogo”, disse Sandro. “Pode mostrar aqui mesmo, querido, todos nós fazemos terapia”, falou o aniversariante.
Foi ele botar o pau para fora e começar a se masturbar para deixar o cacete duro e eu perder o controle, meti a mão e continuei a punheta e logo cair de boca. O casal ficou surpreso com meu “descaramento” e riu. “Deixa eu te comer”, pediu Sandro. “Não dá, goza na minha boca”, respondi. Ele insistiu e o casal entrou na vibe e pediu que eu desse o rabo. “Toma, eu não ando sem ele na bolsa”, disse o aniversariante me dando um gel.
Fiquei louco por aquela rola. Passei gel, ele afastou mais a cadeira da mesa, abaixei a calça e fui sentar nele. A sorte é que a cadeira era de madeira, daquelas mais rústicas e que aguentam tranco. A cabecinha entrou fácil, o resto da pica, não. Era o local, a posição, fazia algum tempo que eu tinha levado rola e mesmo tinha “público” (o casal) me olhando. Fui devagar, mas engoli tudo. “Menino, o cacete dele está na minha garganta” falei e devagar comecei a cavalgar naquele cavalo. O casal me disse depois que eu fechava os olhos, fazia cara de dor e tesão, mordia os lábios, falava besteiras. Esqueci do mundo, que pau gostoso, sentia a profundidade a que ele me penetrava. Sandro fez com que a gente se levantasse, me apoiei na mesa e ele ficou metendo com força. Sentado eu poderia fingir algo, uma brincadeira, se entrasse alguém e nos visse naquela posição sobre a mesa era impossível tentar dizer que não era o que se via. Gozei sem me tocar, minha porra caiu na minha calça que estava nas minhas canelas e Sandro gozou depois. O casal mandou a gente se recompor logo e levantamos as roupas. Botei muitos guardanapos na bunda para a porra de Sandro não escorrer para minha calça e fui no banheiro limpar o possível.
Voltei e pedimos a conta. O garçom me flagrou beijando com fulgor a boca de Sandro, nem ligou apesar do susto que levei, estava acostumado.
O casal agradeceu pelo espetáculo, disse que ia imitar a cena quando chegasse em casa, todos riram. Chamei Sandro para ir dormir comigo, mas ele disse que morava com os pais, ia com eles para um churrasco da família e tinha prometido dormir em casa. Marcamos para outro dia. Enquanto esperávamos a conta e depois os carros de aplicativos, fui “obrigado” a contar os detalhes do que eu tinha sentido. “É um desafio, mesmo em ambiente seguro, que não foi o caso, esse cacete entrava lá dentro, mas bem gostoso”, eu disse em linhas gerais.
Estou ficando com Sandro e numa cama ele é ainda tem mais energia…
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?



Nada é melhor do que sentir outro homem penetrando a gente! Eu sou casado mas sempre que possível eu gosto de usar uma calcinha e outras roupas da minha mulher e ser feito de Mulherzinha por outro homem casado de preferência! Nada me deixa mais excitado do que sentir a minha calcinha toda melada da porra escorrendo pra fora de mim! E como é foda se acontecer em local público! Já me arrisquei uma única vez em uma rua sem saída de madrugada! Eu estava usando um biquíni preto pequeno da minha mulher todo enfiado atrás e me pegando com um amigo meu! O sacana fez eu tirar toda a roupa que eu estava usando por cima do biquíni e me comeu sem camisinha ali mesmo! Voltei pra casa de moto todo melado de gala e fui correndo pro banheiro pra me masturbar sentindo o meu biquíni todo melado!