🚢 Cruzeiro com 2 mil passageiros LGBTQIPN+ é barrado pela Turquia e pelo Egito e caso repercute no mundo
Um cruzeiro fretado para cerca de 2 mil passageiros LGBTQIPN+ teve o roteiro alterado após ser impedido de atracar na Turquia e, dias depois, também no Egito.
Segundo a empresa Atlantis Events, que organiza viagens voltadas ao público LGBTQIA+, esta foi a primeira vez em 36 anos que um de seus cruzeiros foi impedido de entrar em portos por causa do perfil dos passageiros.
As autoridades turcas alegaram incompatibilidade com os valores e costumes locais. Já no Egito, a autorização para atracação foi revogada pouco antes da chegada, sem uma justificativa pública detalhada.
O caso gerou intenso debate nas redes sociais. Enquanto alguns classificam a decisão como discriminatória, outros defendem que cada país tem soberania para definir suas regras de entrada e autorizações em seu território.
E você, o que acha dessa decisão? Deixe sua opinião nos comentários.
-Atlantis Events, Reuters e Associated Press.
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Não deveriam fazer essas rotas, já que sabem que esse países não aceitam as diferenças. Como vimos as tentativas de boicotes das bandeiras do arco íris na Copa. Lamentável!
roubei um comentário que diz tudo: “Na verdade, a Turquia e o Egipto, assim como vários outros países da região, têm leis, normas sociais e valores culturais próprios que existem há muito tempo. Gostemos ou não, cada Estado é soberano para definir quem autoriza a entrar nos seus portos e em que condições, desde que o faça de acordo com as suas leis.
Quem decide viajar para qualquer país deve informar-se previamente sobre a legislação e os costumes locais e respeitá-los. Isso não impede que se possa discordar dessas leis, mas também não significa que um país seja obrigado a alterá-las para acomodar visitantes.
O debate sobre direitos humanos e não discriminação é legítimo, mas também é legítimo reconhecer o princípio da soberania dos Estados. É possível defender o respeito por todas as pessoas e, ao mesmo tempo, reconhecer que diferentes países têm normas e posições diferentes sobre determinados temas.”