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Os irmãos

Só para deixar bem claro, isso é um conto de fetiches, não tem qualquer relação com pessoas reais ou situações, dito isso vamos gozar.

A porta do quarto dos fundos não estava completamente fechada. Ricardo, 21 anos, voltou mais cedo do trabalho e ouviu os gemidos baixos assim que entrou na casa. Reconheceu a voz da mãe. E a do irmão.

Ele se aproximou em silêncio.

No quarto, Clara estava de quatro na cama, a saia erguida até a cintura. Tomás, o filho mais novo, 19 anos, metia com força por trás, as mãos apertando a bunda da mãe. O pau entrava e saía molhado, o som obsceno enchendo o cômodo. Clara gemia abafado contra o travesseiro, os seios balançando a cada estocada.

Ricardo ficou parado no vão da porta, o pau já endurecendo dentro da calça. Ele sempre soube que o irmão transava com a mãe. Nunca tinha visto. Agora via tudo.

Tomás gozou primeiro, enterrado fundo, o corpo rígido. Clara gemeu alto quando sentiu o filho encher ela. No mesmo instante a porta rangeu.

Os dois congelaram.

Ricardo entrou e fechou a porta atrás de si. O olhar dele ia da buceta da mãe, ainda escorrendo porra branca, para o pau molhado do irmão.

— Então é assim que vocês se divertem quando eu não estou em casa.

Clara se virou, o rosto vermelho, mas não tentou se cobrir. Tomás ficou paralisado, o pau ainda semi-duro e brilhando.

Ricardo se aproximou devagar, abriu a calça e tirou o pau pra fora. Grosso, já completamente duro.

— Continua, mãe. Não para por minha causa.

Clara hesitou só um segundo. Depois se ajoelhou na beira da cama e engoliu o pau do filho mais velho. Ricardo segurou a cabeça dela e meteu fundo na garganta, olhando direto pro irmão.

— Você também. Vem cá.

Tomás se aproximou, ainda sem entender. Ricardo puxou ele pela nuca e beijou a boca do irmão com força, a língua entrando fundo enquanto a mãe chupava o pau dele. Tomás gemeu contra a boca do irmão, surpreso, mas não se afastou. O beijo era molhado, urgente.

Ricardo afastou a boca só o suficiente pra falar:

— Chupa ele também. Os dois juntos.

Clara obedeceu. Trocava de pau, chupava um, depois o outro, a saliva escorrendo pelo queixo. Ricardo e Tomás se beijavam por cima da cabeça dela, as mãos explorando o corpo um do outro. Ricardo desceu a mão e segurou o pau do irmão, masturbando devagar enquanto a mãe chupava a cabeça.

— Você sempre quis isso, né? — murmurou no ouvido de Tomás. — Me ver te comendo enquanto a gente fode a mãe.

Tomás só conseguiu gemer.

Ricardo empurrou Clara de costas na cama, abriu as pernas dela e enterrou o pau de uma vez na buceta ainda cheia da porra do irmão. O som molhado foi alto. Tomás se ajoelhou ao lado e enfiou o pau na boca da mãe. Os dois metiam no mesmo ritmo — um na buceta, o outro na garganta.

Depois Ricardo saiu, puxou o irmão pra cima da mãe e mandou:

— Entra nela de novo.

Tomás obedeceu. Enquanto ele fodia a mãe, Ricardo se posicionou atrás do irmão, cuspiu na mão, passou no cu dele e enfiou devagar. Tomás gritou contra o peito da mãe, o corpo inteiro tremendo. Ricardo meteu fundo, as mãos na cintura do irmão, fodia ele com força enquanto Tomás continuava metendo na mãe.

Clara assistia tudo de baixo, a boca aberta, os olhos vidrados. O filho mais velho comendo o mais novo enquanto o mais novo a comia. O quarto cheirava a sexo.

Ricardo gozou primeiro, enterrado no cu do irmão. Tomás gozou logo depois, dentro da mãe. Quando os dois saíram, a buceta de Clara estava destruída, escorrendo a mistura dos dois.

Ricardo se ajoelhou entre as pernas dela sem hesitar.

— Limpa, Tomás. Junto comigo.

Os dois irmãos abaixaram a cabeça ao mesmo tempo. As línguas se encontraram na buceta da mãe, lambendo a porra que escorria, se beijando no meio, dividindo o gosto. Clara segurava a cabeça dos dois filhos, esfregando a buceta nos rostos deles, gemendo alto.

Quando não restava quase nada, Ricardo puxou o irmão pra um beijo sujo, a boca ainda cheia do gosto da mãe e dos dois. Depois olhou pra ela, ofegante.

— Da próxima vez a gente grava. E você vai chupar a porra dos dois diretos da fonte.

Clara só conseguiu sorrir, as pernas ainda abertas, a buceta latejando.

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Escrito por sadic

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