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Infiel com um macho

Eu confesso que desde há muitos anos não dava meu cuzinho. A última vez que tinha dado o cú era ainda um jovem. Faziamos ponde de encontro em casa dos amigos da escola e dáva-mos o cú uns aos outros. Mais de cinquenta amiguinhos foderam meu cú nesse tempo. Tinha finais de semana que não saíamos de casa, dando o cú.
Com o crescimento da vida tudo parecia ter passado a esquecido. Agora, já casado, filhos grandes, com quase 45 anos, voltei a dar para um vizinho de 28. Parece que tem gente que vê nos olhos quem gosta de pau. Esse meu vizinho veio a minha casa saber uma informação relacionada com o meu trabalho. Estava apenas de shortinho de andar por casa e minha esposa, ainda não tinha chegado. Depois de eu responder ao solicitado ele pega na minha mão e a leva junto do seu cacete. Ainda tentei recuar, mas meu cuzinho piscou de desejo por pau e achei melhor não perder a oportunidade. Apalpei bem e senti como era grande e não resisti a abrir o ziper e tirar para fora aquele cacetão. Pensei que fosse só nos contos eróticos que os cacetes eram grandes, mas tinha na realidade nas minhas mãos um pausão enorme, mesmo ainda meio flácido. O meu jovem vizinho apontou seu mastro para a minha boca, e xupei ele até sentir toda a porra quentinha. Engoli todinha, que saudades de tomar porra…
Ele me vira, tira meu shortinho e me coloca de quatro. Eu tremia parecia ramo verde, pois sabia que meu cuzinho iria tomar aquele cacetão todo. Quando era jovem adorava o cacete do Edson, tinha mais de 25 cm durão e meu cuzinho comia ele todo. Mas já tinham passado cerca de 30 anos e meu cuzinho era de novo virgem.
Meu vizinho, perguntou se tinha manteiga, para não machucar, ao que eu acedi e fui buscar. Meteu um tantão dela, primeiro com um dedo, depois dois e três. Que tesão estava sentindo e pedi ao moço para meter logo essa vara em mim. Mal acabei de falar meu pedido, já estava sentindo sua cabeçona rasgar meu cú que estava quase virgem. Sem parar, impulso a impulso, foi metendo em mim cada pedacinho do seu cacetão. Quando senti seu saco tocar o meu, não aguentei de tesão e gozei que nem louco, uivando como loba no cio. Logo, logo meu vizinho enxia meu cuzinho de porra. Como era possivel, tanto leitinho ainda na segunda vez. Pelas minha pernas, sua porra escorria às golfadas e ele continuava me fodendo, não parando nunca até jorrar em meu cuzinho, nova dose de seu gozo.
Desde esse dia, sou a sua putinha e todo o dia dou para ele ao fim da tarde enquanto minha esposa não chega do trabalho.

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Escrito por Anônimo

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