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Estupramos minha esposa

Eu confesso que qdo. eu e minha esposa eramos jovens, fodiamos gostoso, mas eu nao sou dotado e nem consigo gozar mais 1 vez, eu sempre retardava a ejaculação para que ela gozasse varias vezes e para excita-la mais ainda, eu a chamava de putinha, biscate e que ela era mulher para varios homens. Aos poucos descobri que ela adorava a ideia de varios homens e de ser estuprada e sempre me pedia para amarra-la na cama e meter com força, eu até fazia, mas acaba gozando rapidinho, pois a ideia de estupro me excitava demais. Um dia encontrei com um colega de adolescencia (punhetas no mato) e o convidei a ir na minha casa para conhecer minha esposa, almoçarmos e falarmos de nossa juventude, combinamos para ser no sabado daquela semana. No sabado após minha esposa deixar o almoço adiantado, levei-a para o quarto, tirei suas roupas e amarrei seus pulsos e pernas na cama e passei a acaricia-la, chupa-la mas sem propiciar seu orgasmo, coisa que deixava ela extremamente excitada a ponto de subir pelas paredes. Fiz isso durante quase 1 hora, até que a campainha tocou e sabia que era meu colega. Minha esposa ficou apavorada e pediu que eu a soltasse, mas eu só fiz foi colocar uma mordaça na sua boca e fui receber meu colega. Abri a porta e lá estava ele e um primo que eu não conhecia, mandei que entrassem e levei eles até o quarto para apresentar minha esposa. Ficaram atonitos em ver minha linda esposa peladinha, amarrada e amordaçada na cama do jeito que veio ao mundo. Não tiraram os olhos dela e ficarama excitados com a cena, mesmo minha esposa se debatendo na cama. Expliquei que ela gostava de ser estuprada na quela situação e que eu tinha o prolema de gozar rapido demais e de não ser dotado, portanto sugeri que eles poderiam me ajudar. Sem pestanejar os dois já tiraram as roupas, deitaram ao lado dela, começaram a chupar os peitos dela enquanto eu comecei a chupar a buceta, orientei a eles que a tratassem com a uma puta, mordendo, beijando a força, batendo e chamando de varios nomes. Fui o primeiro a enfiar o pau na buceta dela e meter com força, mas como vi que iria gozar, sai e pedi para o primo do meu colega ocupar o meu lugar. Ele enfiou o cacete de uma só vez, começou a estocar com força e em poucos segundos ela já começou a gozar como uma doida. Enquanto isso meu colega apontou o cacete na boca dela e começou a meter como se tivesse fudendo a buceta, o pau entrava e sumia na garganta dela que só grunia e babava com uma cadela. O dois gozarama quase ao mesmo tempo na boca e na buceta dela, enquanto eu só ficava olhando e batendo punheta evitando ao maximo gozar. Enquanto eles se refaziam, montei sobre minha esposa e continuei a meter como o primo do meu colega estava fazendo, estocadas fortes, tapas, mordidas, puxando pelos cabelos, mas novamente quase gozei e novamente solicitei que um deles me substituisse. Meu colega entrou por baixo da minha esposa e enfiou o cacete no rabo dela, o primo veio por cima e enfiou na buceta e eu enfiei o meu na boca dela. Começamos todos a socar na minha putinha com toda a força e quanto mais faziamos mais ela urrava de prazer e de tesão, gozava seguidamente, uma atras da outra. Todos nós fudemos a buceta, o cu e a boca dela, mordemos, batemos , seguramos pelos cabelos, fizemos dela nossa puta, eles mais do que eu pois gozaram varias vezes dentro de todos os buracos dela, ela por sua vez chegou a apagar algumas vezes durante a foda, creio que era exautão de gozar tantas vezes. Eles ainda tiveram animo de meter nela outras vezes durante o dia, pois ficamos nos alternando dentro dela até quase a noite. Sairam satisfeitos, todos debilitados, minha esposa apagou, dormiu a noite inteira com a buceta encharcada, o cu arregaçado, os pitos e pescoço marcados de chupadas, a bunda e o rosto avermelhados de tapas e um ar de felicidade estampada no rosto. Domingo acordou com o corpo dolorido, andando com dificuldade e me chamando de corno, vagabundo, doente, tarado, ameaçando contar para os pais dela, que eu havia estuprado ela com a ajuda dos meus amigos. Consegui convencer ela a não fazer isso, pois tambem iria contar a eles que ela tinha gostado e gozado como puta. Ela desistiu da ideia, mas tive que aceitar que ela se encontrasse com eles sempre que quisesse, ou seja, tive que aceitar que ela se tornasse puta deles e eu corno dela.

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Escrito por Anônimo

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