(continuação da edição anterior)
Tudo isso aconteceu numa quarta-feira. Sou casado e tenhos dois filhos pequenos. Minha mulher e meus filhos me esperam ao final do dia. Aos finais de semana, invariavelmente, saímos de carro indo a parques, redes de fast food, ou seja tento levar uma vida familiar dentro da normalidade. Assim, motel com Aline após o expediente nem pensar. Durante o expediente seria mais complicado, o banco exige a presença de um ou outro. Por isso, nas saídas para almoço Aline vai primeiro e quando retorna é a minha vez.
Ao final do expediente de quarta feira beijei Aline na boca, um beijo rápido, nervoso, que ela retribuiu com sua língua encostando na minha. Minutos após, seu pai, que sempre a buscava, entrava no almoxarifado.
No dia seguinte, ao chegar, Aline já se encontrava. Senti seu perfume, e estava mais linda do que nunca. Ela sorriu ao me ver. Conversamos sobre atividades do dia, e ao olhar suas perninhas quase tive uma parada cardíaca.
Aline usava um vestido branco(coisa rara) , e meias brancas, mas em cada pezinho havia uma sandália branquinha. Os lindos pezinhos estavam calçados. Gostou, perguntou ela? São lindinhas não são, continuou…sim respondi, são muito tesudas essas sandálias…
Ontem ao chegar em casa, ela disse…resolvi me produzir para vc hoje e, depilei minhas perninhas, passei creme hidratante nos pés…e resolvi colocar vestido!
Sim, estou vendo…Aline isso não vai terminar bem… e,…ela me interrompeu com um schhhh, escute disse ela…tudo vai dar certo…quero ser comida, entendeu…preciso que alguém me coma, me lambuze, me chupe…sou uma mulher bonita de rosto, mas tenho pernas deformadas, não caminho,…havia quase que uma súplica em suas palavras. Sei que me deseja, continuou…quero que morda a pontinha de meus seios durinhos, são pequenos vc sabe…e passe seu dedo em minha grutinha…está depilada, toda lisinha…fiz para vc…sou virgem…ontem vc me deixou toda molhadinha só com aquele beijo na boca…quero mais…
Aline vc sabe que esta sala tem câmaras de vigilância…sim sei, ela respondeu…mas no banheiro não tem, concluiu…no banheiro, balbuciei…sim no banheiro, respondeu!
Nada respondi e procurei a pasta onde estava escrito documentos a serem criptografados e iniciar meu trabalho. Aline voltou a sua atividade de catalogação de documentos e passamos assim os próximos quinze minutos no mais absoluto silêncio. Estava com muita tesão, meu pau muito duro pulsava dentro da cueca. Pensava naqueles pezinhos cheirosinhos, macios, branquinhos dentro de sandálias que nunca tocaram o chão. E a maneira como ela falou…minha grutinha, lisinha sem pelos…nossa, literalmente era coisa mais gostosa que sentia nos últimos anos.
( continua na próxima edição)

