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AMOAMO GOSTOGOSTO

A chifradeira na festa de Barretos

Tudo começou nessa viagem pra Barretos, na festa do peão, aquela loucura anual. Fomos em três vans lotadas saindo de São Paulo, a galera já enchendo a cara no caminho. Rosi sentou do meu lado, mas eu via que ela estava soltinha demais, rindo alto, balançando as pernas, passando a mão no cabelo loiro comprido. Ela bebeu umas latas de cerveja e ficou daquele jeito: mamilos duros marcando o cropped preto fino, mordendo os lábios carnudos, pressionando as coxas uma na outra como se estivesse se masturbando disfarçada. Eu sentia o cheiro de excitação dela, aquela umidade no ar, e meu pau endurecia só de imaginar. Mas eu sabia que não era só por mim – era pelo Jefferson, o dono daquela rede de materiais de construção em SP. O cara é um touro, alto, musculoso, e tem fama de pauzudo. Outras mulheres na van, inclusive casadas, olhavam pra ele como lobas famintas, mas Rosi… ah, ela estava babando internamente.

Ela brincava comigo, me beijando no pescoço, roçando a mão na minha coxa, mas eu via os olhares dela pro Jefferson. “Amor, tá tudo bem?”, eu perguntava, e ela sorria descontrolada, os olhos vidrados. “Tô ótima, só animada pra festa”. Mentira da porra. O corpo dela traía tudo: suor na nuca, respiração acelerada, buceta latejando debaixo daquele short bege justo que marcava o contorno da xota dela. Eu ficava excitado pra caralho com a ideia dela traindo, mas tinha que manter a pose – tinha conhecidos na van, não podia virar corno público ali.

Chegamos no Airbnb, uma casa foda em Barretos, e fomos pra nossa suíte. Eu entrei no banho pra refrescar, e mal fechei a porta, ouvi os gemidos dela na cama. Saí do box pingando água e vi a cena: Rosi cavalgando um travesseiro como uma puta selvagem, os quadris rebolando forte, o short ainda no corpo mas puxado pro lado, expondo a buceta rosada e inchada. Ela gemia baixo, “Aahh, aaahh, porra…”, os dedos enfiados na xota, massageando o clitóris com voracidade, os peitos balançando no cropped. “Rosi, caralho, se controla! A galera tá esperando, vão te ouvir gemendo assim!”, eu disse, mas meu pau tava duro como pedra vendo aquilo. Ela não parou, os olhos revirando de tesão primal. “Aahh, amor, eu tô com tanta vontade… aaahh, preciso gozar, ai fode… ahhh!”. Ela se deitou de costas, pernas abertas, uma mão apertando o peito, a outra socando dois dedos na buceta molhada, o som de chap chap ecoando. “Vadia gostosa”, pensei, “ela vai dar pra ele de qualquer jeito”. Voltei pro banho, ouvindo ela se acabar: “Aaahh, ai caralho, vou gozar… aaahh, aahh, que delicia, puta que pariu…”. Ela gozou gemendo abafado, o corpo tremendo, e eu saí do banho com ciúmes e tesão, sabendo que o cio dela tava no auge.

Pra festa, ela insistiu em ir de vestidinho curto e justo, daqueles que mal cobrem a bunda, sem calcinha por baixo – eu relutei, mas acabei deixando, porque no fundo eu queria ver o que ia rolar. A festa tava insana: música alta, gente dançando, bebida rolando solta. Rosi dançava comigo voraz, rebolando a bunda no meu pau, rindo alto, cantando, mas os olhos dela caçavam o Jefferson o tempo todo. Nós bebemos pra caralho, ficamos fora de órbita, e de repente… eles sumiram. Eu conversei com a galera um pouco, peguei uma cerveja na barraquinha, fui no banheiro, e aí tive a ideia de ir na van guardar meu cartão do banco que tava incomodando no bolso.

Chegando lá, a van balançava como se tivesse um terremoto dentro. De fora, ouvi os gemidos dela: “Aahh, fode, Jefferson… aaahh, mais forte, caralho!”. Meu coração acelerou, o pau endureceu na hora. Espiei pela janela escura e vi a cena suja: Rosi cavalgando no pau dele no banco de trás, o vestidinho puxado pra cima, expondo os peitos saltando, a buceta engolindo aquele pau robusto e grosso. Ela rebolava voraz, primal, como uma animal no cio, gemendo alto: “Aaahh, que pau grosso… aaahh, me arromba, fode essa puta casada!”. Ele segurava a bunda dela, socando de baixo pra cima, o suor escorrendo. Ela gozava desesperada, o corpo convulsionando: “Ai caralho, tô gozando… aaahh, enche minha buceta!”. Foi rápido, premeditado – por isso o vestidinho fácil de levantar. Depois, ela ajoelhou e chupou o pau dele sujo de gozo dela, voraz, engolindo tudo, lambendo as bolas, até ele gozar na boca dela. “Bebe minha porra, vadia”, ele grunhiu, e ela engoliu tudinho, lambendo os lábios com um sorriso sujo.

No dia seguinte, de volta no Airbnb, eu não aguentei. Arrombei ela com raiva e tesão misturados. Joguei ela na cama, rasguei o short, e soquei meu pau na buceta ainda inchada dela. “Gozou no pau dele, né sua puta? Queria beber a porra dele, vagabunda safada!”, eu eu falei, fodendo forte, primal, enquanto ela gemia: “Aaahh, sim amor… aaahh, foi tão bom, eu precisava dele, mas eu sou sua, ahhh, só sua, ai me come, come meu cachorro… ai caralho!”. Ela gozou de novo, voraz, apertando minha rola, e eu enchi ela de porra, marcando território. No fundo, eu amo essa vadia assim – suja, intensa, sempre pronta pra mais. Mas caralho, que viagem foda.

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Escrito por Andersom Amadeu

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5 Comentários

  1. Meio fantasia está história..aí..vc viu o cara comendo não fez nada .ata..então vc já devi ser acostumado com as puladas de cerca dela .! E já aceitou numa boa..que e corno manso..pq uma cavala gostosa dessas aí..fio ninguém come sozinho..! Os caras da grana vai querer comer mesmo..! Mas difícil de acreditar que ela ia da este perdido em vc assim..bem na caruda.. mulher..qnd vai trair ,faz as escondidas..não assim..do nada..! No mesmo dia.historia meio difícil de acreditar ..mas ela e muito gostosa..fiquei de pau duro aqui..com vontade de subir este vestido..dela..e comer o rabo..desta delícia

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