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A empregada da minha Vó.

Eu confesso que quando fiz 16 anos as punhetas já não eram mais suficientes. Eu até tinha algumas namoradinhas, mas sexo mesmo era só com uma delas. Nesse tempo meus pais e eu ainda morávamos com a minha avó e fez-se necessário a contratação de uma diarista. Ela é baiana, esbelta, meio rude devido a vida dura que levara no interior, falante e até atraente quando não está usando as roupas de trabalho. Eu estudava só pela manhã, meus pais trabalhavam o dia todo e minha avó vivia viajando. Na maioria das tardes ficávamos só a empregada e eu em casa. Um dia ela foi com um shortinho apertado e com uma blusa mais decotada que possibilitou que eu notasse suas marquinhas de bronzeamento. Despertou um tesão forte em mim. Me sentei a mesa, próximo de onde ela limpava a casa e comecei a puxar assuntos variados. Miriam, a empregada, nunca teve pudores nos papos. Embora no seu jeitão simples e rude, ela sempre conversou sobre tudo. Na TV passava um programa desses da tarde em que uma garota dizia ter o sonho de ser atriz pornográfica. Eu dei uma risada e comentei que ela teria que ter coragem para seguir aquela carreira. Miriam sorriu e disse que nunca faria isso. Que o gostoso deve ficar entre quatro paredes. Eu, surpreso, concordei e ainda acrescentei que gostava de ver esses filmes. Ela disse que era coisa da minha idade. Esse papo se estendeu e eu fiquei de pau duro, já imaginando safadezas com a Miriam. Até que tomei coragem e disse: – Miriam vou para o quarto. Vou passar vergonha se ficar aqui com você. – Por que? – ela perguntou. Mostrei a ela o volume de minha bermuda. Ela parou na minha frente por alguns segundos me olhando e então veio em minha direção e enfiou a mão na minha bermuda. Começou a bater uma punheta forte e rápida. Ela gemia enquanto esfolava meu pau com a mão. Abaixei seu top e vi seus peitinhos não muito grandes mas muito bicudos e com marquinhas de biquíni de puta. Eu não estava acreditando naquilo. Então ela tirou o shortinho e sentou no meu pau com pressa e com força. Sentava muito forte e rebolava demais na minha rola. Ela só me pedia p avisá-la quando ”o leite vier”. E ele veio. Quando eu a avisei, Miriam levantou e se ajoelhou para beber a porra do novinho como ela diz até hoje. Hoje em dia ela ainda trabalha por lá e quando dá, ela ainda paga um boquete gostoso para mim. Tive uma juventude muito feliz e safada.

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Escrito por Anônimo

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