Tudo comesou na minha escola logico, eu estudava com um garoto que era meu pior pesadelo. Eu nao sou muito normal para os padroes de beleza do mundo, meu estilo e mais gotico, e por ter a pele muito palida e usar preto frequentemente eu virei piada do colegio todo. Em uma manha de chuva eu acordei, vesti meu uniforme e fui a escola. Chegando la, (eu sou sempre a ultima a entrar na sala) ele começou a rir de mi, e ja que ele era o popular da sala todos comesaram a rir de mim. Ele olhou para um amigo que sentava do seu lado e disse" olha cara, a noiva do dracula chegou, melisa, quando tu nasceu tua mae te jogou em um saco de farinha e te ofereceu ao diabo foi?! Derrepente toda a sala comesou a rir, entao ele tapou o nariz e disse que eu estava fedendo a enchofre, todos fizeram sinal de que eu estava cheirando mal, entao ele ligou o ventilador e disse que era pra sair o cheiro, eu nao estava cheirando mal coisa nenhuma, ele fez isso pra chamar a atençao da turma, e o pior e que conseguil. Fui sentar na minha carteira, entao dois garotos que sentavam do meu lado afastaram as cadeiras me deixando no meio da sala sozinha igual uma idiota. E logico que eu nao sou de ferro, minhas lagrimas comesaram a rolar e meu lapis de olho preto acabou borrando e deixando meus olhos borrados. Pra diafarsar abri o caderno e comecei a escrever mesmo com os olhos cheios de lagrimas. Os professores nao ligavam para o que eu estava sentindo, ao contrario o idiota estava rindo com a turma e aa vezes soutava uma piada sobre mim disfarçada tipo como " alunos, deixem a draculinha em paz, se o pai dele e o diabo o que temos que fazer e respeitar". Meu odio e muito grande daquele colegio, muitas vezes tentei me suicidar, so que meu pai e tudo pra mim e eu prefiro sofrer do que ver ele chorar por uma filha fracasada como eu. Mas minha satisfaçao foi no enterval, eu estava sentada em um banco atraz do colegio sozinha como sempre, de vez em quando passava uma pessoa rindo ou com olhar de pena como se eu foçe um cachorrinho de rua. Entao continuando, eu vi aquele desgraçado namorando uma garota que tambem era bem popular na escola, ela nao era bonita mas todo mundo gostava dela. Derrepente toca o sinal para a proxima aula, eu tinha uma caneta no meu bolso, algo ou minha raiva me fez tirar ela do meu bolso e pular em sima dele, derrepente todo mundo começou a gritar briga, briga e ele me deu um soco na cara que me fez sangrar, eu fiquei chorando no chao e sangrando, mas o que se via mais era minhas lagrimas, entao ele se virou e comesou a me xingar e todo mundo riu de mim, o diretor nao apareceu, ele nunca aparece. Entao ele se virou e quando ele se virou peguei minha caneta e enfiei no seu pescoço, ele comesou a cuspir sangue e quando ele caiu, eu furei o olho esquerdo dele, o professor de educaçao fisica chegou para separar a briga, engraçado porque quando eu estava sangrando no chao ele nao me ajudou e nem separou a briga. Meus pais foram chamados na escola, o diretor disse que foi sorte eu nao ter matado ele, a caneta nao foi muito profundo para matar, e o garoto tinha ficado sego, a coisa legal a saber e que eu tinha sido expulsa do colegio. Chegando em casa, a policia estava la para conversar comigo, eu tinha 15 anos, estava tambem la o conselho tutelar. Quando todos sairam e ficaram ao eu, minha mae e o meu pai, ele disse que estava com vergonha de mim e subil para o quarto, minha mae contratou um psicologo e me internou em umospicio achando que eu era louca, entao meu psicologo disse que eu nao era louca e que a raiva tinha feito aquilo comigo. Meu pai entendeu que nao era culpa minha e pediu desculpa , mas eu continuei indo ao psicologo, pois minha mente estava muito abalada. Nenhuma escola quis me aceitar, entao meu pai me colocou em uma escola particular, nao fiz amizades porque os alunos daquela sala tinham medo de mim, porque ja sabiam da minha historia naquele colegio, mas tambem nao falavam de mim e os professores falavam comigo e me compreendiam. Emfim, o importante e que consegui sobreviver 4 anos de minha vida sofrendo mas no fim consegui a minha paz tao desejada sem presisar buscar a morte.

