Eu confesso que lendo os desejos e aventuras sexuais postadas aqui, acredito que tenho muito a aprender. Fico até sem jeito de apresentarar a insignificância de minha iniciação sexual, mas prometo ser breve.
Do interior trazia apenas as lembranças de Simone. Ela estava sempre disposta, metia nela quando quisesesse, não me cobrava nada, não me pedia em namoro, não precisava de presentes nas datas e nem saía espalhando nosso envolvimento. Seria a mulher ideal não fosse Simone uma cabrita. Aos 15 anos, já na cidade, descobri que urros de fêmeas não se resimiam a béééééééésss. Primeiro foi minha professora de inglês, uma sueca ninfomaníaca. Me seduziu sob o manjado artifício de permutar meu corpinho por notas melhores. Era linda, 23 anos, corpo perfeito, fazia tudo mas seu ênfase era em anal e oral. A notícia se espalhou e sob chantagens, tive que traçar também as mestras de Matemática, a de História e a de Ciências, caso contrário não aumentariam e sim baixariam minhas notas. A professora de Geografia não se manifestava, até achei que fosse sapatão, mas no final do ano se revelou. Me propôs aulas de reforço. Passamos muitas tardes em sua jacuzzi reforçando as matérias. No colégio houve denúncia que eu estava sendo beneficiado. Algumas colegas de classe que eu não dei conta de comer e dois viadinhos que se mostravam in-jus-ti-ça-dos, meteram a boca no trombone porque não dei minha vara para abocanharem. Fui parar na diretoria. A diretora, Dona Shirley, uma coroazona sarada de 42 anos, trancou a porta do seu gabinete e resolvemos a pendenga em menos de cinco horas, ali mesmo, em cima da sua mesa. Sabedoras do fato, as professoras se mostraram enciumadas, afinal queriam o garanhão só para elas. Se reuniram num motel e me chamaram para tirar satisfações. Só consegui satisfaze-las todas ao mesmo tempo porque três delas eram bi e me deram uma força. Nunca reprovei de ano.

