Eu fiz um sapecice daquelas. Sou muito curioso e na rua onde eu moro, tem uma oficina e o dono dela é um coroa negro que reza a lenda é muito bem dotado e comedor de viado. Eu não sou viado assumido e não tive nenhuma relação com outros homens até o dia que resolvi que era hora de experimentar pra ver se eu gostava da fruta mesmo. Então tomei coragem e fui na oficina e perguntei qualquer besteira sobre carro, nem lembro o que foi. Ele deu uma aula sobre o assunto e eu pedi para usar o banheiro. Ele falou que não era banheiro muito limpo não. Eu falei que não importava. Fui e demorei mais do que necessário pra uma mijada. Ele perguntou se tava fazendo outra coisa e eu falei que não, apenas estava lavando o mãos e rosto por que estava suando muito. Ele esperou eu sair e me perguntou se eu tinha percebido que tinha semem dele no vaso sanitário e se era isso que tinha feito eu demorar. Eu falei que não e nem tinha percebido isso, pois eu estava acostumado a fazer xixi sentado por morar com minha mãe e irmã. Ele falou então você sentou com a bunda na minha porra. Eu passei a mão e estava mesmo colando e nós dois rimos. Ele juntou as coisas e viu que eu não era muito convicto. Vem cá menino, o que você quer aqui na oficina não é saber nada de carro, nem carro você tem e pelo que você me contou agora eu acho que você precisa mesmo e de vara. Eu tremi qua ele falou aquilo. Eu falei que isso, claro que não é isso, mas… Ele abriu o macacão e botão pra fora uma rola preta, cabecuda e cheio de veias. Ele era grande, e não deixava espaço pra eu passar pela porta do banheiro. Ele falou pra eu dar uma pegadinha. Não tinha como sair, então eu resolvi fazer o que ele pediu. Peguei e vi que era bem quente, não estava totalmente duro, mas era bem grosso e pesado e o cheiro bem estranho. Acho que era cheiro de pau mesmo. Ele perguntou se tinha gostado e eu disse que achava que sim, não sabia ao certo. Ele então falou que ia ter que me dar ele pra eu ter certeza. Ele recolheu o pau e foi pra frente da oficina e fechou o portão. Voltou e mandou eu ir pro quartinho dos fundos da oficina. Eu já apreensivo, fiu andando tremendo. Ele falou que não ia me foder como eu merecia naquele dia , mas que iria voltar outras vez e procurá-lo sempre que eu sentisse a caceirinha no rabo. Ele tirou o macacão e eu vi que era uma coroa muito forte, musculoso mesmo. O cheiro de gracha na sua mão me deizava estranho. Coração disparado, oernas tremendo e com um calor louco. Ele falou, vou botar um tufo de pana na sua boca pra você n.ao fzer escandalo. E vou te segura no meu colo mesmo que você sinta muita dor no cú, mas não diga que eu te forcei a nada. Ele falou, já chupou pau de homem. Eu falei que não. Ele sentou numa cadeira e mandou eu ajoelhar e botar o pau dele na minha boca. Eu fiz o que ele pediu. No inicício foi estranho, mas foi suficiente pra seu pau endurecer totalmente. Ele passou saliva nos dedod e pediu pra eu debruçar no seu colo e ele abriu minha bunda e começou a brincar com seus dedos no meu cú. Passou então a me penetrar com seu dedo médio, depois com o indicador e médio juntos. Mandou me levantar e colocar o tufo de pana na boca. Assim que eu fiz o que ele mandou, me virou e com suas mãos afasou minhas pernas. Me puxou pela cintura pra começar a sentar no seu colo. Ai senti a cabeça do pau dele enconstar no meu cú. A sensação foi deliciosa. Tentou me forçar pra baixo mais resisti que a cabeça começou a forçar a entrada. Doeu muito. Acho que percebendo que ia precisar de mais lubrificação, ele encheu sua mão de cuspe e me lambuzou todo por baixo. Voltou a me posicionar e agora a cabeça comecou a entrar. Ainda sim era muito dolorido, A cabeça entrou toda e ele parou. Eu não parava de soltar gritos abafados. Ele falou, faça bastante força com seu cú e depois relaxa. Eu obedeci e aos poucos a dor foi melhorando e eu mesmo já pensava em experimentar mais alguns centimetros de pau. Mas ele controlava minha descida. Então me restou rebolar um pouquinho pra saciar minha fome de pau. Ele então vendo que já conseguia rebolar no seu pau, continuou a entrar em mim. Eu torcia pra estar pelo menos na metade do pau dele, mas eu com uma das mão, circundei seu pau na parte que estava pra fora do meu cú e vi que tinha entrado apenas poucos centimetros além da cabeça. Estava apenas começando a penetração. Com paciência ele foi penetrando e parando para eu suportar aquele membro. Depois de um tempo eu senti os pentelhos do coroa na minha bunda. então desabei me soltando em seu colo. Ele falou que ia ficar assim até que eu pedisse pra sair. Então ficamos em silêncio, com seu pau cravado em mim até o talo. Seu pau ficava pulsando o tempo todo dentro de mim sem amolecer. Eu resisti bastante até eu mesmo começar um mivimento de subida e descida no pau dele. Ele foi gostando e me liberou. Jogou o gradril pra frente e se encostou na cadeira e deixou por minha conta. Eu rebolava e reiniciava o movimento de sudida e descido no seu pau. Ele entou desencostou do encosto da cadeira, me pegou pelas axilas e começou a mesuspender até seu pau quase sair de mim e voltava a me cravar até o fim no seu pau. Então ele gozou urrando dentro de mim. Sentido seu gozo quente dentro do cú, eu acho que acabei gozando com ele, só que minha gozada foi pwlo cu, pois meu pau estava flácido e soltando um liquido fino e sem cor. Não era gozo de homem. Ele mandou eu me lavar e depois sair pelos fundo e só voltar quando estivesse com coceirinha. Com um coçador daquele eu já sabia que ia ter muitas dias de coceira.


É assim que começa.