A PRIMEIRA VEZ
A minha persistência teve finalmente êxito no dia 02 de Junho de 1983. Estávamos os dois casais na nossa casa do Meco com o Paulinho, que também já sabia de tudo, numa descontração em que se brincava com o assunto e se fumava uma passa feita pelo vasco, quando a dada altura a Joana se virou para todos e disse "vamos embora…, é hoje".
Eu nem queria acreditar no que ouvi, mas fiquei convencido quando todos nos levantámos e fomos para casa do casal Almeida. O Paulinho, ou não percebeu ou quis ser simpático e deixar os dois casais sozinhos, afastou-se.
É indescritivel a sensação que tive naquela noite. Para que se perceba o que se estava a passar na minha cabeça é importante recordar qual é a minha fantasia: "ver a Ana a ser fodida por outro homem" e eu estar no papel de voyeur não tendo qualquer interesse em foder a mulher do meu amigo. Era a primeira vez que tal acontecia e não foi fácil, porque os sentimentos entram em contradição e há uma mistura de cíumes com prazer, uma situação difícil de gerir, principalmente numa primeira vez.
Nesta noite a troca de casais, talvez pelos copos e passas, deu-se instintivamente. Os quatro deitámo-nos na cama do casal Almeida, cada um com a sua mulher. Começámos a despir-nos e a dada altura a minha mulher, que estava a beijar-me, começou a fazer festas nas costas do Vasco e aí ele aproveitou para a puxar para ele, ficando eu com a Inês. O Vasco e a minha mulher abraçaram-se, beijaram-se, envolvendo-se na relação duma forma muito apaixonada que culminou com os dois encostados à parede do quarto, ela com as pernas enroladas no corpo dele e ele com o caralho enfiado na cona dela fazendo-a gemer de prazer. Esta foi a parte mais bonita da noite. No meu caso, tive de cumprir os mesmos preceitos com a Inês mas a minha atenção estava toda virada para o casal Vasco e Joana o que provocou uma quebra na minha excitação, que me levou a pedir desculpa à Inês. O meu maior prazer deu-se quando o Vasco se esporrou e eu senti que a minha mulher Tinha gozado.
Quando deixámos o casal e fomos para nossa casa e perguntei à Joana se tinha sido bom e se se tinha esporrado. Disse-me que sim apesar de ser uma situação estranha para ela. Quando chegámos a casa fiz amor com a minha mulher com uma enorme excitação.

