Isso não é um conto, foi real mesmo. Tenho 40 anos, 1,82 de altura, pele morena clara, cabelos pretos, olhos castanhos, não sou magro, mas não tenho barriga, tenho um belo par de coxas e uma bunda saliente, de que me orgulho muito. Desde os 11, 12 anos eu me descobri gay. Ficava cheirando as cuecas do meu pai, um machão musculoso e pauzudo, olhava ele tomando banho. Quando ele punhetava no chuveiro, eu ficava louco. Mas os anos passaram e os desejos ficaram na mente. Nunca tive nenhum relacionamento gay, me casei e tive filhos, mas sempre tive fantasias com outros machos, queria me esfregar em um, quando vejo um cara gostoso meu cu fica piscando. Quando minha esposa e o filho saem, eu fico sem roupa em casa, me fantasiando, usando consolo, vendo pornô na internet, tudo. Mas isso não me satisfazia mais. Eu precisava fazer sexo de verdade. Foi quando tomei coragem e fui numa balada gay, fingido que ia no show de um cantor sertanejo mais amigos. Fui sozinho, e no inicio me senti tímido. Uns caras olhavam para mim e tal, mas não eu não sabia como se comportar nesse ambiente Até que um cara da minha idade me pegou pela cintura e começou a me paquerar, tava escuro e não vi a cara dele e me chamou para a "Redhot". Eu não sabia o que era, depois vi que era uma área da casa em que rolava uma pegação mais forte, e até sexo mesmo. La a luz era mais forte, e o vi de cara, era um ruivão brancoso, devia ter uns 40 anos, tava de calça e camisa social bem justas, alto, musculoso, eu comecei a tremer de tesão. Ele perguntou o que eu estava fazendo ali e disse que eu tava louco por uma rola. Ele então disse que também estava louco por um cu. Foi quando alguém gritou no meu ouvido que eu tinha sorte, pois ele era o dono da boate. Nos eramos os mais velhos de lá, o resto devia ter no máximo uns 34 anos. Foi quando a gente se encostou no canto da parede e começamos a nos beijar loucamente, ele mordia minha boca e apertava minha bunda de uma forma selvagem, eu me sentia sufocado mas adorava aquilo. Senti o pau duro dele na calça roçando na minha barriga, e comecei a alisar o meu. Aí ele desabotoou minha camisa de um por um e começou a apertar meus mamilos, beijando meu pescoço, mordendo, pedi para não chupar por causa da minha mulher. Ela não podia desconfiar. Eu gemia de tanta tesão, foi quando ele sentou no banco que tinha na parede, tava fazendo um calor enorme, e aqueles outros caras no amasso tava fazendo o sangue da gente ferver. Eu então me acoquei, fui abrindo o zíper da calça dele, abaixei a cueca preta,e de repente aquele montro subiu, aquela rola branca gigante, grossa devia ter uns 18 cm, cabecinha vermelha e babada, não sei se aquela gostosura cabia na minha boca, então nunca havia chupado alguém na vida, foi quando comecei aos poucos, aquele gosto salgado, ele gemia e me ajudava a engolir a linguiça dele. Eu chupava, muito, chupava mais, e ele de olhos fechados apertando os mamilos gemia mais ainda. O suor escorria da minha testa, eu não tava nem aí. Foi quando engoli até o talo, senti que tava quase engasgando mais o que importava era o tesão, eu sentia que o pau babava dentro da minha boca. Peguei tirei para fora e tentei alargar o buraquinho da cabeça com a língua. Eu então me levantei, tirei o meu caralho da calça, que tava latejando de tão duro e babadão. Tirei o resto da camisa e fiz o mesmo com ele, estávamos nus, só de sapato mesmo. Ele então viu minha bunda e alisando ela bem alisada, disse, a melhor bunda que eu já vi na vida. Ele então se ajoelhou, eu me curvei e ele começou a chupar meu cu, enfiava um, dois, três dedos, e enfiou a mão inteira, eu dei um grito enorme de dor e tesão, vi umas gotas de sangue caindo no chão e pedi ara ele parar, ele continuou chupando, e eu me punhetava sim, não aguentava de tanto tesão, tava para explodir.
Com uma mão ele me masturbava, com a outra ele ordenhava a si próprio. E com a boca sugava o meu cu, que só com a mão dele já tinha perdido as pregas.
Foi quando ele se sentou no meio do chão, e eu disse que queria logo partir para o melhor, quicar no pau dele. Ele então pegou uma camisinha que tava no bolso, e pediu para eu colocar no pau dele, que tava latejando de tesão, tava tão babado que a camisinha desceu rapidinho. Ele então pegou meu quadriu e começou a ajustar o meu cuzinho no caralhão dele. Quando entou pela primeira vez, foi a melhor sensação que eu senti na vida. Então eu começei a subir e descer, se rebolando mesmo no pau dele, estava me sentido uma puta.
Nem ousei em triscar no meu pau pois se não eu gozava. Eu gemia, suava litros e chorava, mas com tesão. Eu não sabia o que sentia naquele momento, o meu instinto era quicar naquele monstro, ele gemia e eu também, então, eu fiquei de quatro em cima do chão, pois já tava cansado, achando que ele ia ficar em pé que nada, ele tirou a camisinha, eu não recomendo e jamais aceitaria isso de novo, safado ficou em cima de mim, me arrombando, mas desta vez ele era mais romântico, me comia e me beijava, meu buraco já tava dormente de tanto levar rola, e eu nem sentia mais dor. Ficamos usn 15 minutos neste jeito. Foi quando ele começou a bombar e arrombar mais rápido, eu gritava, gemia, e ele também, eramos os mais zoadentos da sala, os outros olhavam nós, faziam também ou punhetavam . Foi quando ele diminui um ritimo deu um gemido alto e gritou forte, igual macho mesmo, quando senti o liquido quente dele dentro de mim. Quando ele tirou a rola, ia escorrendo entre as pernas, eu me estirei no chão de tão cansado. Nunca tinha sentido tanto prazer e cansaço na minha vida. Foi quando ele começou a tocar meu pau, e eu gozei litros na minha barriga, os outros viam, passavam o dedo e lambia, inclusive ele, que limpou minha barriga com a língua, delicadamente.
Então ele se levantou e com a toalha se limpou, e começou a se vestir, eu fiz o mesmo, pois já era 2 da manhã. O tempo passou, foram 4 horas naquela redhot. Eu juro que não sentia minha bunda, então a gente no corredor, foi conversando, ele era sério, não era adiantado e disse que tinha aquela boate há 8 anos e que eu era o cara mais interessante que havia passado por lá. Eu disse que ele devia falar isso para todos que ele comia, então olhou nos olhos, me beijou demoradamente e me pediu o telefone, eu dei, então eu fui embora e no caminho ele me ligou, dizendo que quando quisesse uma aventura, podia lhe ligar. Só sei que foi a melhor experiência que já tive. e que com certeza queria repeti-la denovo


Que aventura eim.