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A primeira vez que entrei com outro homem em um hotel!

O que vou relatar aqui trata-se de uma estranha infidelidade com minha noiva, acontecida já há algum tempo.
Como já disse, tinha uma noiva a qual amava de paixão, ela me completava em todos os aspectos, a começar pela cama, ambos somos tarados por sexo e metia com a minha noiva, pelo menos cinco vezes por semana; sempre que podíamos, dávamos uma escapadinha ao meu apê ou para algum motel. Ela é muito tesuda, tem uma bunda maravilhosa e uma buceta suculenta que, nos primeiros amassos já está toda encharcada! Sempre gostei de mulher, desde muito cedo e nunca tinha tido qualquer relacionamento com pessoa do mesmo sexo.
Atualmente, tenho 23 anos, a Cláudia (nome fictício de minha ex-noiva) morava em Juiz de Fora e, há dois anos, fui ao Rio de Janeiro para uma entrevista de trabalho, posto que a crise do desemprego já batia à porta dos brasileiros.
Quando comentei com amigos sobre a viagem, disseram-me que eu não deixasse de conhecer um ótimo lugar para busca de aventuras que era a Cinelândia. Em uma segunda-feira, após a entrevista de emprego em que ficou praticamente certa a minha contratação pelo perfil de funcionário que a empresa precisava ser adequado às capacitações que eu possuo. Como já era tarde, resolvi retornar à JF apenas no dia seguinte e aproveitei a noite para dar uma volta na Cinelândia, comer uns bolinhos de bacalhau regado a excelente chopp. Saí e comecei a observar a mulherada, quando vi uma menina muito gostosa em um microsshort cor de rosa e tentei me aproximar para levar um papo, mas logo chegou um marmanjo e a levou na garupa de uma moto. Caminhei mais um pouco, observei algumas mulheres, mas nenhuma que me agradasse como a primeira. Algumas pareciam garotas de programas, então dei mais um tempo e resolvi voltar ao hotel, um tanto decepcionado pela fraca noite com as mulheres. Foi quando, um militar da Marinha, com um uniforme muito branco, contrastando com a sua pele quase negra, dirigiu-se a mim e pensei que fosse me pedir alguma informação ou até mesmo um cigarro. Chegando perto, foi muito direto e dizendo: – olha eu te achei muito gato (em verdade tenho muito boa aparência, sou moreno claro, olhos e cabelos pretos lisos e, apesar dos 21 anos, à época, tinha a aparência de um garoto de 17 anos, porque não tinha pelos no corpo, somente na cabeça e os pubianos, 1,76m e 72 kg bem distribuídos) chegando mais perto, sem sequer disfarçar, encheu a mão na protuberância de minha calça jeans, onde o meu pau fazia um considerável volume e, apertando a mão sobre meu pênis, continuou dizendo: aqui perto tem um hotel, vamos até lá ver o que você tem aí debaixo desse jeans? Na hora, confesso que fiquei paralisado, sem acreditar no que estava acontecendo ali e meio que hipnotizado, eu o segui ao hotel no qual entrou com desenvoltura, dando a entender que não era a primeira vez que ali esteve, falando alguma coisa com a atendente que me olhou com um sorriso malicioso ao militar, ao que desviei o olhar, sentindo-me um tanto envergonhado.
Pegou a chave, dirigiu-se ao quarto, mandando que eu o acompanhasse. Abriu a porta, puxando-me para dentro e trancando a porta atrás da gente. Em seguida, chegou perto de mim e agarrou em minha calça jeans, massageando meu pau, vigorosamente, por cima do tecido e mandou-me baixar a calça para ver o que eu tinha dentro! Fiquei apenas de cueca, porque ele me fez sentar na cama e puxou minha calça pelas pernas, depois me fez levantar, sentou-se na cama e mandou que eu ficasse de frente pra ele. Eu estava meio incrédulo com tudo o que estava acontecendo, logo eu pegador das meninas, trancado em um quarto de hotel com um macho à minha frente! Começou a se despir da farda e pude ver a força daquele gigante cujo antebraço tinha quase a grossura de minha coxa, quase 1,90m de altura, corpo muito bem definido e malhado. Ficou apenas com uma cueca branca e fina, quase transparente, assustei-me ao ver o volume que estava formado pelo pau dele. Em seguida, mandou que eu tirasse o restante da minha roupa, ficasse em pé à sua frente, agora, com ele sentado na cama me dizendo: até que sua ferramenta não é má heim? Começou a massagear o meu pau e eu não consegui mais segurar e comecei a ter uma ereção! Como isso estava acontecendo comigo? Voltava a me perguntar. Pegou em minhas nádegas e puxou-me mais para perto dele, deixando minha pica bem perto de sua boca, de forma que eu podia sentir aquele hálito quente, olhando para mim, esboçou um sorriso cínico, com uns dentes muito brancos, contrastando com sua pele cor de ébano. Começou a masturbar-me, primeiro lentamente, depois foi aumentando o ritmo e, em seguida, abocanhou meu pau, levou-me à loucura com a forma com que chupava o meu pau. Ficou assim, uns cinco minutos – e eu pensava comigo: não peguei uma mina hoje, mas pelo menos vou experimentar o cu de um homem, pela primeira vez em minha vida – uma espécie de prêmio consolação. Em seguida, levantou-se, mandou que eu me sentasse na cama, à sua frente, e tirasse sua sunga branca. Forcei para baixo, quase não saiu, porque ele já estava com o pau em meia bomba, impedindo a peça de roupa de seguir o seu caminho natural sem obstáculo. Por fim, tirei a cueca dele e não podia crer no que via! Eu pensava que os meus 16,5 cm de pau, por 4 cm de diâmetro, me classificasse no universo dos bem-dotados, mas o dele era quase o dobro do meu!! Avalio que uns 23 cm ou mais de comprimento e uma tora de uns 10 cm de diâmetro, uma cabeça enorme que a glande não cobria, que mais parecia um cogumelo! Mandou que eu o acariciasse, mas eu me recusei e ensaiei um recuo, mas o gigante, com apenas uma das mãos, dominou-me como se eu fosse uma criança e fez com que eu começasse a masturbá-lo. Claro que minha mão não conseguia envolver aquele monstro! Com minhas duas mãos, ao longo daquele cacete que pulsava eu fazia movimentos desajeitados, até que ele me mandou parar. Em seguida, virou de costas para mim, e mandou que eu explorasse a bunda daquele gigante! Tinha uma cor muito bonita, brilhante, toda musculosa, em total contraste com a minha muito branca, torneada e totalmente lisa. Ele inclinou-se na cama, então me posicionei atrás dele, já com tesão, passei cuspe em meus dedos e comecei a explorar aquele cu que me deixou intrigado por ser muito apertado, não muito condizente com alguém que desse a bunda com frequência! Em seguida, pedi para ele virar de frente pra mim, eu já mais um pouco relaxado com a situação, já que sabia que eu não conseguiria sair dali sem a vontade dele, pedi para ele mostrar o pau e coloquei o meu perto do dele e dizia: você já viu como a sua pica é muito maior do que a minha? Ele riu, virou a bunda pra mim e me disse: mas, apesar de pequena, sua pica parece ser muito gostosinha. Abri a bunda dele, posicionei o meu pau na porta daquele cu e comecei a forçar. Então ordenou que deitássemos, virando a bunda pra mim, e eu comecei novamente a aproximar meu pau da bunda dele, então ele me disse: olha, você vai me comer, mas antes eu gosto de fazer algumas pequenas sacanagens e brincadeirinhas. Novamente, tive de interromper a comida daquela bunda, não sabendo muito que tipo de brincadeiras ele se referia. Talvez fosse me chupar mais um pouco, mas estremeci só de pensar que ele quisesse que eu colocasse aquela tora em minha boca! Abraçando-me, mandou que eu ficasse em pé e mostrasse minha bunda para ele. Achei o pedido estranho, afinal o cara queria me dar o cu e ficar me pedindo para mostrar a bunda pra ele, que porra é essa!? Mostrei resistência, mas ele, novamente com apenas uma das mãos me fez virar e expor a minha bunda pra ele. Então falou: – cara, que bunda linda você tem! Parece bunda de menina, de tão lisinha! Eu respondi: – que é isso cara, não estou gostando do rumo dessa prosa. Ele: – relaxa, cara! Só estou apreciando, que mal há nisso, não vai tirar pedaço! Puxou-me de encontro a ele, chegou o rosto perto de minha bunda e a abriu, expondo o meu cu perto de sua boca, eu forcei para fugir daquela situação constrangedora, ele me puxou com força e meteu a língua em meu cuzinho, causando-me um desconforto muito grande, afinal, nem quando era criança deixava que vissem minha bunda tão de perto e agora eu estava ali, indefeso! Eu me recusava a tomar injeção na bunda, por vergonha, de que a vissem!
Em seguida, ele virou a bunda para mim e pediu-me para que eu fizera o mesmo com ele. Recusei-me, jamais iria por a língua em um cu de outro homem. Então era essa a sacanagem que ele queria que eu fizesse com ele, talvez para lubrificar o cu para que não sentisse dor de minha pica entrando. Aí ele me disse, então vire a sua bunda de menina pra mim, novamente, deixe-me fazer um carinho nela. Eu disse que não, ele me puxou com tanta força que quase me derrubou, desfechando um tapa com tanta força em minha bunda, que vi a marca dos dedos do gigante esculpida em minha bunda, pelo espelho que havia no quarto. Em seguida, levantou-se e mandou que eu me ajoelhasse na beira da cama, com a bunda virada para ele, a qual passou a acariciar novamente. Sempre me chamando de bunda de menina, fazendo me sentir humilhado com aquela situação! Então me fez virar para ele novamente, sentou-se na beira da cama, mandou que eu pegasse a tora dele e pusesse em minha boca. Recusei-me, mas senti um tapa tão forte em minha cara que quase caí desmaiado, sentindo um zumbido no ouvido, e ele me dizendo: – põe a boca aqui, puto, veadinho, mama esta pica bem gostoso! Tentei em vão colocar aquele monstro em minha boca, mas simplesmente não cabia. Então comecei a lamber aquela cabeçorra e alisar o saco dele que dava bem uns cinco do meu, cada bago dele era do tamanho de um limão grande! Nunca imaginei ver algo tão descomunal!. De novo, mandou que eu me ajoelhasse na cama, postou-se por trás de mim, metendo a língua em meu cuzinho e passou a chupar-me com tanta pressão que parecia que ia me deflorar! Depois começou a alisar as minhas costas subindo as mãos e passou a chupar minhas orelhas, senti muita vergonha, quando me vi todo arrepiado e ele falando: – gostando né, putinha? Começou a mordiscar minha orelha e a bafejar minha nuca e disse, já, já, você vem me comer – olhe o tamanho que está o meu pau de tanta tesão! Novamente senti calafrios. Ele me pegou com muita força pelas virilhas, abriu a minha bunda, e não acreditei no que vi ele fazendo! Puxou a glande do pau dele até a metade daquele monstro e apontou a cabeça para o meu cu. Novamente, tentei desvencilhar-me e recebi mais dois tapas violentos um na bunda e outro no rosto! – Fica quieta, sua puta! Disse isso, imobilizando-me com apenas uma das mãos, em seguida, aproximou a cara da minha bunda e derramou quase um copo de cusparada em meu cu! Com o dedo médio começou a massagear e empurrou o dedo dele, fazendo-me quase gritar pelo susto e pela dor porque eu estava muito tenso e o dedo médio dele dava dois dos meus! Meteu fundo o dedo, fez vai e vem e doía muito! – Agora quieta, sua puta, senão te arrebento! Apontou novamente aquela tora em direção ao meu cu, forçou um pouco inicialmente, depois uma estocada mais forte e eu dei um grito tão forte que deve ter sido ouvido em todos os quartos do hotel! Mais uma sessão de tapas na bunda, na cara! – Deixe de escândalo, puta! Empurrou um pouco mais e percebi que a cabeça do pau dele estava me dilacerando, parecia que eu estava sendo partido em dois! Levei minha mão à bunda e senti um “melado” correndo, quando olhei, minha mão estava cheia de sangue, como não podia gritar, comecei a chorar, implorando para ele: para, para, para, está doendo muito! Por favor, para! Ele falou: fica quieta, que vou empurrar só mais um pouquinho, depois paro, para o seu cu se acostumar, para depois continuarmos brincando! Agarrou forte em minhas virilhas e empurrou mais um pouco, então vi que sua cabeça entrou rasgando tudo, então ele parou! Eu continuava a chorar e implorar e ele me dizia: Agora vou parar um pouco e ficou assim, parado de movimentar, a bafejar a minha nuca e com uma das mãos começou a me punhetar! Doía muito e meu pau estava pequeno e murcho! Ele falou, já, já você vai gostar! Ficou quieto por uns três minutos e depois começou a movimentar e a empurrar mais a pica para dentro de meu rabo sangrando e falando: agora pode curtir, você já está me aguentando! Você já se transformou em minha fêmea, meu veado! De hoje em diante, quero seu contato, porque vou te comer sempre! Empurrou, empurrou, quando vi as bolas do monstro já estava batendo em minha bunda! Então ele começou a acelerar os movimentos e eu comecei a ficar morto de vergonha! Estava sentindo prazer!!! Eu não acreditava, no que estava acontecendo, ele me chamando de mulherzinha dele e continuou a acelerar freneticamente os movimentos, fazendo um barulho infernal na cama daquele hotelzinho de quinta, ecoando ao longe, certamente sendo ouvido em todos os quartos próximos ! Eu estava literalmente sendo deflorado! Metia, metia, metia muito forte e ficou assim, imagino por mais de 20 minutos! Por incrível que pareça, meus gemidos agora eram um misto de dor e de tesão e claro que ele percebia isso. Até que, em um certo momento, ele acelerou loucamente os movimentos senti o pau dele inchando dentro de mim com espasmos e, logo senti o meu cu receber quase um meio litro de esperma que escorria pelas minhas pernas indo ao lençol num misto de um líquido muito viscoso, branco, misturado com sangue! Ele urrou, parecendo um leão, ficou quase uns 10 minutos bombando dentro, o pau parecia que não ia mais amolecer – ele me dizendo: pronto, você agora é a minha mulherzinha, minha fêmea! Mordeu mais minha orelha e pescoço e retirou o pau todo sujo, de dentro do meu cu, de porra, misturado com sangue e, para piorar a minha humilhação, percebi que tinha merda misturada também, porque, simplesmente eu não aguentara tudo aquilo e foi inevitável! Morri de vergonha, ele me dizendo, relaxa, cara a primeira vez é assim mesmo, é natural! Das próximas vezes, será somente prazer e alegria, eu garanto!
Em seguida, foi à pia, lavou aquele monstro que mesmo depois de mole, continuava enorme, vestiu a farda e me disse: quando sair, pague o quarto lá na portaria! Saiu, encostando a porta, não sem antes, exigindo que eu lhe passasse o contato de meu whatsapp para ele! E ameaçou-me, caso eu me recusasse a me encontrar com ele, sempre que ele quisesse, posto que tinha o meu contato e seria fácil descobrir minha família e relatar o acontecido. Ainda por cima, estava sendo chantageado! Era mesmo demais para mim!
Era o fim, tanta humilhação, eu ainda ia pagar por minha defloração! Tomei um banho, antes fui ao vaso, forcei para sair toda aquela mistura de porra, sangue e fezes misturados! Sentia muita dor, fiz bem a minha higiene íntima e saí daquele quarto fatídico! Caminhei em direção à portaria, sentindo-me todo rasgado, com dificuldade até para andar e lá estava a atendente com um ar de deboche, sorriso um tanto cínico, perguntou-me se estava tudo bem. Cobrou-me um absurdo pelas quase três horas que fiquei naquela espelunca e voltei ao meu hotel, todo arrombado e com a consciência pesada de minha infidelidade com minha noiva, o pior, com outro macho!
O lado bom da coisa foi que, após uma semana, fui chamado para o bom posto de trabalho. Fui para o mesmo hotel em que eu me hospedara e com o salário recebido, permitiu-me que eu me casasse com minha noiva, no final do ano, e mudamos de vez para o Rio de Janeiro, onde nos encontramos até hoje! Minha esposa também arrumou um bom posto de trabalho.
O lado trágico da coisa é que continuo sendo chantageado pelo Paulo, nome fictício do marinheiro. Muitas vezes, depois da primeira, fui obrigado a voltar àquele fatídico hotel com o Paulo. Depois que me casei e mudamos para o Rio, ele conheceu minha esposa, frequenta nossa casa, ameaça contar para ela caso eu dificulte qualquer coisa para ele. Como viaja com frequência, sempre que vem ao Rio, tornou-se íntimo da gente, dorme em nosso apartamento. O pior de tudo é que, quando ele passa dias em nossa casa, eu saio para o trabalho e ele fica fazendo companhia para minha esposa, acompanha ela ao supermercado, shopping, etc. Eu chamo a atenção dela, mas ela sempre o defende, dizendo-me que ele tornou-se um grande amigo, que é muito respeitador, para que eu não me preocupe, etc – mas uma ponta de ciúme pinta sempre que vejo ele crescendo o olho para cima de minha esposa e percebo uma certa intimidade entre eles. Ando meio preocupado, mas confio muito na Cláudia, minha esposa. Um fator positivo é que, depois que ele conheceu a Cláudia, não tive de voltar ao tal hotel, porque ele ficou cheio de atenção com a Cláudia. Mas isso tudo, juntamente com outras vezes que fui ao hotel com ele, relatarei em confissões futuras!

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Escrito por Anônimo

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