Chamo de A verdade! Porque é real, qdo criança, por volta dos sete anos, notei algo: os meninos da minha idade me olhavam, e rapazes mais jovens também. Olhavam muito, e nas filas colegiais sempre algum me enconstava por trás, eu ficava estranho, e não raramente passavam a mão na minha bunda, algumas vezes nas pernas. Fui para a natação, e isso foi ficando difícil. Eu não me abria com ninguém. Um dia, mais à frente, entrei em reflexão, me olhei no espelho, era muito branco, cabelo liso, preto, olhos claros, me olhei todo, e confesso que senti algo estranho, as pernas eram grossas, e a bunda arredondada, estranho, gostei da minha imagem. E isso foi se intensificando, até que aos 12 anos a coisa já estava muito acentuada, agora adultos também olhavam, mexiam. Os garotos da escola me perseguiam, me cantavam, do jeito deles, mas cantavam. E o hábito de me esbarrarem foi mexendo comigo, comecei a gostar. Aos treze anos fui à uma praça, a pé, de short branco, camiseta, e vi um rapaz chamado Jorge, o nome é real. Neste ponto eu já tinha começado a olhar para rapazes. Era uma praça escura, mas haviam pessoas. Jorge era moreno, atlético, uns cinco anos mais velho, sempre mexia comigo. Me viu, e me chamou para conversar, perto de umas árvores. Eu fui, ele não teve cerimônia, segurou minha mão, e disse que preferia me pegar do que pegar uma mulher, eu nem sabia o que dizer. Me encontrou na árvore, e me abraçou por trás, um braço no pescoço e outro não cintura, corpo quente, e falou no meu ouvido: ” branca gostosa, branca safada, eu quero te foder gostoso, sou doido com você “…adorei, sem muito entender, mas adorei, hálito quente, aquele corpo por trás de mim. Tirou meu short, tirou minha camiseta, tirou minha cueca, falando que estava tirando minha calcinha, e mordia na minha nuca, no meu ombro, se esfregava em mim, era muito gostoso. Então me virou de frente, me fez ajoelhar, e colocou para fora uma rola enorme, grossa, morena, mandou que eu segurasse: ” puta branca, segura minha rola…” Segurei e gostei, passou ela na minha cara, e por fim colocou na minha boca, eu não sabia chupar direito, mas chupei, e amei… chupei muito, e a cada momento que me chamava de branca eu ficava louco. Me pôs de pé, encostado na árvore, passou saliva adoidado dos dedos, e passava os dedos no meu cuzinho. Eu adorei, eu amei. E me penetrou, devagar, doeu, mas eu gostei, era muito tesão. Penetrou devagar, parecia que meu cuzinho ia arrebentar, mas foi passando, até que iniciou o vaivém, mandava eu empinar: ” branca safada, empina…”meteu muito, me mordia, falava no meu ouvido, os braços em volta de mim. Meteu só em pé até gozar. Sobrou porra para passar na minha cara. Qdo acabou disse que eu seria só dele, e eu fui. Passei a me encontrar com ele onde ele determinava, me fodia de quatro, de lado, deitado, me transformou no que eu era, uma puta branca. Uns cinco anos assim, cidade pequena, ele foi embora um dia. Chorei, mas o tempo passou. Casei, mulher bonita..mas passei a dar o cu secretamente e dou até hoje. Continuo sendo quando dou nó que ele me fez, uma puta branca!



Ser feliz! É o que importa. Nunca tive coragem. Parabéns!
Me identifiquei com seu desabafo.Ey tbm comecei cedo por ser diferente dos outros meninos era gordinho,bundudo e peitudo chamava a atenção dos garotos e com o tempo até de homens adultos.Tentei lutar contra minha natureza mais cedi as investidas de u m primo mais velho garotão bem másculo e virei putinha dele por uns 4 anos
Entao sua historia e muito parecida com a minha, eu sou moreno e faz tempo que eu nao dou a bundinha, morro de vondade sim , sorte sua que continua na ativa, me casei e me quedei , mas a saudade de um cacete e grande
Deixa eu gozar no seu cuzinho gostoso chama no IML [email protected]
querido vi na sua historia a minha historia
Que delícia de relato… Como alguém já disse, “nunca tive coragem”. Imaginei a delícia que foi pra você ser iniciado dessa maneira… Dê sim meu caro, dê muito!
O cú é teu. Se quer dar, dê.
Vc é de onde putinha branca?, fiquei de pau duro só de imaginar vc me mamando.