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A Vingança de C.

Eu confesso que traí minha namorada e paguei um alto preço por isso…
C. era uma dessas mulheres espetaculares. Pele morena, seios na medida certa, baixinha, com um rabo delicioso. Fazíamos um sexo espetacular. Ela adorava fazer chupeta e dar o cu.
Infelizmente, não me contentava só com ela. Apesar de namoramos, eu não resistia a uma pulada de cerca. Quando a M., uma ex apareceu não resisti. Primeiro foi uma carona, quando ele me chupou até eu gozar na boca dela, depois foi uma trepada num motel.
Não parei por aí… Em poucos meses,comi outras 4 ex namoradas. Não sei bem como C. descobriu, mas sei que quando ela me revelou que sabia, me mostrou fotos com todas as cinco. E eu nunca vou me esquecer quando ela me revelou que sabia tudo, pois foi quando ela se vingou de mim.
Certo fim de semana, ela me disse que queria ir para o sítio da família. Até aí nada estranho, já que já havíamos ido várias vezes. A diferença é que desta vez ela disse que não queria chamar amigos ou familiares, que iríamos apenas nós dois.
A noite, sozinhos na casa, já me deliciava com a trepada maravilhosa que eu daria. Já me imagina chupando a buceta dela enquanto ela engolia meu pau, depois me lembrei de como ela ficava deliciosa de 4 e finalmente sabia, terminaria comendo aquele cuzinho.
Não estranhei quando ela começo me amarrando pelado na cama, imaginava apenas que ela queria variar. Quando ela tirou o sutiã e veio até meu pau, começou aquele boquete espetacular que ela fazia. Porém, logo comecei a estranhar, pois de repente ela estava sendo mais violenta do que de costume. De repente veio um forte soco no meu saco. Gritei de dor e tentei, pelo reflexo, me contrair em posição fetal para segurar minhas bolas. Mas bem amarrado que estava não consegui. Então a xinguei, perguntando que ideia era aquela. Foi quando ela me mostrou todas as fotos. Eu trepando com todas aquelas ex mulheres. Na hora gelei. Tentei me explicar, mas só consegui gaguejar. Então, ela pegou uma faca, encostou-a na minha garanta e falou…
“Não adianta tentar se explicar querido… Você me traiu… Não com uma, mas com cinco putas… E eu vou me vingar de você…”
“Você vai me matar?” Perguntei… quase torcendo para que ela dissesse que sim, pois na verdade sabia que essa não era a ideia dela.
“Claro que não… Te matar? Para que? Você iria sofrer depois que eu te matasse? E o que iria acontecer comigo? Como eu iria sumir com seu corpo? No final das contas, eu iria acabar sendo descoberta e presa… Não… Vou fazer uma coisa muito pior e muito mais segura para mim. Segura porque você nunca vai querer que ninguém saiba…”
“Não… Não… por favor…”
“Ah sim… Isso mesmo”… Ela arrastou a faca do meu pescoço pela minha barriga até chegar no meu pau. “Eu vou te castrar seu desgraçado… Vou cortar o que você tem entre as pernas e te deixar capão…
Entendi que ela tinha me levado para aquele lugar ermo porque ela queria me ouvir gritar e implorar… E eu implorei… Que homem não imploraria? “Não… NÃO… por favor… Não me capa…”
“Mas eu vou… Na verdade, primeiro eu pensei em cortar seu saco e fazer você engolir… Depois achei que seria bom cortar tudo, seu pinto e suas bolas… Mas agora… eu decidi que vou cortar apenas seu pau… esse pau grande que você tem e gosta de enfiar em vadias. Por que se você ficar com as bolas, mas sem o pau, vai sentir vontade de meter ainda, mas não vai mais nem poder bater punheta…”
Eu chorava… “NÃO… POR FAVOR… NÃO… Qualquer coisa… menos isso… não me castraAAAAAAAAAA…
Não sei bem se gritei de dor ou desespero quando a faca dela cortou meu pau fora, mas me lembro da risada dela…
“Pronto… Agora você é um eunuco, inútil para mim e para aquelas putas também…”
No outro dia, ela chamou um táxi e fui embora. Ela me alertou que eu deveria desaparecer, ou todas aquelas mulheres que eu havia comido receberiam a cópia do vídeo em que fui castrado.
Nos dias seguintes declinei de ir para cama com elas e com outras mulheres… A vingança dela foi de fato perfeita… Com as bolas intactas eu ainda sinto vontade de transar, mas sem pinto sou inútil para as mulheres. Já pensei em acabar com essa tortura me matando ou cortando meu saco fora. Sumi da cidade. Não sei mais da C. e de nenhuma outra mulher.

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Escrito por Anônimo

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