Olá. O que vou falar aqui pode parecer chocante, mas é a verdade.
Já passei por quatro relacionamentos de morar juntos o primeiro durou três anos, o segundo cinco, o terceiro durou um ano e o último quase um ano.
O caso é que todas essas mulheres já vinham com filhos de outros relacionamentos (eu graças a deus não engravidei nenhuma delas).
Em todos esses relacionamentos eu tratava muito bem os filhos das mulheres (crianças e adolescentes) mas no fundo eu sentia muito ódio deles porque enxergava nesses filhos os machos que elas já tiveram pra trás. Eu sempre me imaginava matando essas crianças, bolava planos para torturar, matar, esconder o corpo, essas coisas. Mas graças a deus e nossa senhora da aparecida nunca realizei essas loucuras, ficaram só nos planos mesmo.
Eu sentia muita raiva de mim por desejar a morte daquelas crianças, mas o meu ódio por elas não diminuía e por mais que eu sempre disfarçasse o que eu sentia na verdade no fundo eu sempre desejava elas o mais longe possível tanto de mim quanto das mães. E o meu desejo de fazer mal a elas era imenso (matar mesmo).
Eu achava que eu tinha algum problema mental que eu era algum tipo de psicopata. Só que há algum tempo atrás comentei isso com um amigo de confiança que vivia a mesma situação (morava com uma mulher que já trouxe filho dos outros pro casamento) e ele confessou que sentia o mesmo nojo pelas crianças e que até judiava delas e que isso era até normal por que já tinha ouvido essa vontade de outros caras também que viviam na mesma situação.
Fiquei muito surpreso. E fiquei um pouco aliviado por saber que isso é uma coisa normal, mas como ainda fiquei em dúvida fui entrando de leve no assunto com outros caras que são casados com mulheres que já tem filhos de outros homens e a maioria falou que tinha vontade de matar os filhos que as mulheres traziam de outros homens do passado, principalmente quando o filho era homem, quando a filha era mulher a vontade era de fazer sexo ou judiar bastante. Pelo que eu vi os poucos que disseram que não tinham nada contra as crianças falaram isso porque não tinham coragem de confessar o que sentiam de verdade, foi a impressão que eu tive.
Fique aliviado de saber que eu não era um psicopata, mas fiquei um pouco triste de saber como nos humanos somos malvados e estranhos. Agora já coloquei uma regra pra mim mesmo: mulher que tem filho de outro homem eu não quero mais nem pra namorar, melhor evitar, vai que o diabo atenta.

