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Acho que continuo me comportando mal diante do meu caseiro. Aos poucos ele está me dominado

Estou começando a ficar mais preocupado depois como as coisas se desenrolaram no carnaval no meu sítio.

Após a segunda foda que levei de Zé Roberto na noite de sexta-feira antes do carnaval, Eu acordei cedo e fiz café, e log Zé Roberto bateu lá em casa.

Seu comportamento me intrigou um pouco, pois sem eu ao menos convidar, ele entrou e sentou-se para tomar café comigo.

Ele nunca tinha se comportado assim. Eu comecei a conversar sobre os hospedes que chegariam as 10:00h e ele me acalmou dizendo que tudo estava em ordem.

Eu relaxei e assim que ele terminou o café falou em tom arrogante pra eu levantar e dar uma sentadinha no seu colo. Eu falei que durante o carnaval que não deveríamos ter nenhum tipo de contato.

Ele me olhou furioso e gritou. Anda logo sua bicha e tira a bunda dessa cadeira que eu estou com o pau duro e preciso me aliviar.

Eu fiquei assustado com aquela frase, mas o jeito que ele falou me deixou muito inseguro e acabei levantando e contrariado, fiz o que ele mandou.

Eu estava confuso, sentado no colo dauqele homem negro que a pouco tempo não tinha nenhum timpo de intimidade comigo.

Eu fiquei quieto e ele colocou as mãos na minha cintura e começou a me chacoalhar me fazendo delizar em cima da sua pica que estava realmente dura.

O pau dele estava muito contudente e cutucava meu cú me fazendo começar a ficar com um leve tesão. Eu comecei a ficar preocupado que aquilo se arrastasse até que um hospede chegasse e percebesse qualquer coisa.

Então eu sabendo que ele não ia me liberar sem me comer, resolvi colaborar com ele e tomei a iniciativa de permitir que ele me fodesse o suficiente pra me deixar em paz até que meus hospedes chegassem e se instalassem na casa principal. Depois eu veria uma estratégia de controle o impeto de macho do Zé Roberto.

Mas eu ja sabia que teria que fazer malabarismo para ele não me expor na frente dos amigos e amigas que eu hospedaria no feriado de Carnaval.

Tratei então de me safar do colo dele e pra isso escapei da suas mãos e cai de joelhos na sua frente e liberei seu pau do short que ele usava e comecei a pagar um belo boquete. Eu queria saciá-lo o suficiente para que ele não buscasse sexo pelo até a noite, quando tods já estariam dormindo em seus quartos.

Então dei um trato no pau dele como nunca. Seu pau estava duríssimo, fazendo uma curva pra cima e quando escapava da minha boca quase que tocava na sua barriga. Eu lambia suas bolas, sugava e percorria o corpo daquele pau e voltava até suas bolas. Ele estava com tanto tesão, que um liquido viscoso vertia da cabeça do pau.

Eu comecei a lamber a cabeça do pau dele quando aquela baba grosso ameaçava pingar no chão em forma de um fio e eu impedia ele e sugava e engolia tudinho.

Ele me olhava admirado pela forma como eu me dedicava ao pau dele. Uma de suas mãos forçava minha cabeça para fazer minha boca engolir seu pau até o final. Mesmo o pau não sendo gigantesco, mas a grossura enchia minha boca e me fazia asfixiar.

Tinha vezes que eu tossia muito e lacrimejava quase sem ar e tentava me recuperar antes dele me fazer engolir de novo a sua pica.

Eu tive que me oferecer para ele parar com aquele tratamento que ele me dispensava. Então mesmo chupando a pica dele, fui tirando cada peça de roupa que eu vestia até estar nú ajoelhado na sua frente.

Ele vendo que eu estava nú, se ajeitou na cadeira para poder alcançar minha bunda com suas mãos. Vi ele ensalivando tr~es dedos de sua mão e levando-os ao meu cuzinho. Ele foi bem rudi e enfiou sem dificuldade os três dedos dentro do meu cuzinho.

Zé Roberto brincou pouco com ele, acho que queria apenas me lacear um pouco e foi bom pois logo ele me pegou por um dos braços me levantou e me fez ficar de joelhos na cadeira que ele tinha acabado de levantar.

Eu já fui me empinando, para que ele começasse a me foder logo, pois estava muito preocupado de algum hospede chegar. Me ajeitei pra facilitar a penetração e ele correspondeu e já foi afundando a pica dentro do meu cú até o final.

Conforme o pau venceu a resistência do meu anelzinho eu já soltei aquele Ahhhhhhhhhh! baixinho e suave e ele também soltou um hurro bem masculino.

Quando as bolas explodiram na minha bunda, apoiei na mesa pois a cadeira quase virou. Ele vendo que eu estava apoiado na mesa, iniciou a foda e daí pra lá era eu, mesa, cadeira sendo aos poucos empurrados em direção a uma das paredes da cozinha. Só ficou menos disconfortável a hora que a mesa colou na parede e meu braços passaram a ser mais eficientes em me sustentar na posição de loelhos no acento da cadeira.

Ele estava me fazendo chorar na pica. Estava uma situação dificil pra mim não gritar. Acabei pegando um pano de prato em cima da mesa e fazendo um tufo de pano para abafar meus gritos.

Com os sons que eu emitia abafado pelo menos eu consegui relaxar mais e estando menos tenso, deu pra receber aquela surra de pica de um jeito mais suportável.

Como a posição que eu estava favorecia a ele, Zé roberto me suspendeu no ar e me fodeu espetado em seu pau no meio da cozinha.

O pau durissímo entrava e saía até o final e as penetrações eram violentíssimas. Dava pra sentir pregas arrebentando no meu cú.

O pano de prato acabou sendo cuspido com a violência das estocadas que eu levava naquela altura e não dava mais para abafar os sons. Foi só torcer pra ele gozar logo.

Fui fodido por um dez minutos naquela posição e comigo aos berros Ze Robero foi despejando seu semêm dentro do meu cú. Senti uma quantidade de leite que não tinha sentido ainda.

Zé Roberto me colocou no chão na hora que ouvi a buzina do carro de um dos meus hospedes. Era uma amiga do trabalho chamada Iliana. Tive que me recompor o mais rápido para ir eu mesmo abrir o portão.

Tive que impedir Zé Roberto de sair para abrir o portão pois seus pau ainda fazia um volume imenso dentro da Bermuda e eu estava todo suado e vermelho. Ainda por cima meu cú vazava a porra dele e torci para que ele não escorresse pelas minhas pernas.

Eu sabia que não poderia comprimentar Iliana pois eu cheirava a sexo. Principalmente minha boca tinha o gostoda da pica de Zé Roberto. Tive que ser um pouco mal educado para não deixar ela perceber nada, pelo menos até eu poder tomar um banho pra disfarçar um pouco a surra de pica que tinha acabado de levar de Zé Roberto.

Minha estratégias de dar o cuzinho logo pela manhã pro Zé Roberto deu certo, fazendo com que  pelo menos tivesse um pouco de sossego para receber a todos os convidados e acomodá-los.

Mas estav bem tenso o carnaval até aquele momento.

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Escrito por Novato

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