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Acho que me comportei mal diante do meu caseiro de novo. Reconheço que mereço críticas pela falta de atitude.

Espero não sofrer tantas críticas embora eu reconheça que as mereço. No último relato sobre o ocorrido entre mim e meu caseiro Zé Roberto, demonstrei toda a preocupação sobre como eu deveria me comportar diante dele durante o carnaval enquanto eu estivesse recebendo os amigos n meu sítio.

Eu cheguei na sexta-feira para poder coferir se tudo estava em ordem. Constumo ser bom anfitrião e não queria que nada saísse errado. De noite, eu estava muito acanhado por ter que me dirigir ao Zé pela primeira vez depois de ele ter me comido e estava morrendo de vergonha.

Eu aproveitei para fazer seu pagamento antes de perguntar se tudo queeu havia pedido foi realmente feito. Eu o chamei em casa e ele me atendeu normalmente. Ele respondeu afirmativamente, relatando tudo que havia feito e me dando por satisfeito, me virei para pegar o envelope e acabei tendo a cintura envolvida pelos braços do Zé.

Com sua força ele me tirou do chão sem dificuldade e suspenso, acabei tendo as nadegas apoiada no pau dele que já estava dura embaixa da bermuda.

Na hora, por não estar esperando fiquei indignado com sua atitude, mas não tendo espaço e nem tempo pra protestar, fui levado por ele nesta posição esdrúxula  até meu quarto e jogado em cima da cama.

Não deu pra reagir e ele já foi arriando minha calca e não demorou muito pra ele tirar minha cueca e abrir minha bunda com suas mãos e me linguar impiedosamente.

Eu sem saber como reagir tentei fechar minhas nadegas contraindo a musculatura, mas Zé usou as mãos para afastar elas novamente e continuou me linguando sem dificuldade.

Minutos depois eu já comecei a soltar gemidos e abrir as pernas para expor o cú pra sua lingua voraz continuar as lambidas deliciosas.

Ele parou e segundos depois a cabeça do pau dele já pedia passagem no meu cú. Como da primeira vez, a cabeça se alojou rapidamente e ele foi empurrando continuadamente até eu sentir o saco dele batar contra o meu.

Assim ele me penetrou inteiro e começou a me foder com estocadas que começaram de forma lenta e profunda até alcançar uma velocidade incrível até ele me inseminar com seu leite farto.

Mais uma vez ele saiu de dentro de mim, colocou as calças sem nada dizer e se retirou. Fique ali sentindo a porra escorrer pela minha bunda e sujar todo o lençol e sem entender o porque tinha permitido ele me foder daquele jeito seco e sair como se fosse um direito dele se comportar daquela maneira.

Eu estava preocupado sobre aquele comportamento, pois ele poderia me comprometer diante dos meus convidados, então resolvi ir falar com ele. Bati na sua porta e ele demorou bastante para atender.

Quando ele apareceu na porta estava de cueca e não pediu se quer pra eu entrar. Me atendeu seco na porta mesmo e eu expliquei minha preocupação pra ele.

Ele me olhou nos olhos e falou pra eu ficar despreocupado que ele jamais iria se expor como comedor de viado para nenhum estranho. Eu ia protestar sobre o jeito dele falar comigo, me chamando de viado, mas quando falei pra ele se colocar no lugar dele e…..! Ja senti a mão aberta dele explodir no meu rosto e com a outra mão agarrando meu braço e me puxar pra dentro.

Mais uma vez eu era arrastado, ainda que tentando resistir, até o seu sofa. Sendo colocado sentado no beira do acento, assiti ele colocar aquele pau grosso pra fora e enfiar dentro da minha boca.

Eu sem entender nada apenas chupei o pau dele com medo de levar outro tapa na cara. Ele nada falava, apenas repousava uma das mãos sobre minha cabeça, como se certificando que eu não ia interroper o boquete.

Eu chupei o pau dele por alguns minutos e ouvi ele dar a ordem para eu tirar a roupa e ficar de quatro no sofá.

Eu não me entendi até agora, já que logo me despi e me posicionei de quatro pra ele pra levar pica de novo naquela noite.

Ele é estranho, não parece ter nenhuma empatia por mim e apenas me lubrifica com sua saliva e encosta a cabeça do pau no meu cú e força. Meu cú com facilidade permite a cabeça escorregar pra dentro dele.

O corpo do pau desta vez vai entrando mas sinto um ardência bem maior que das pitras vezes. Lembrei que já tinha levado pica naquela noite e devia estar mais irritado que o normal o canal do meu ânus.

Foi uma penetração dificil mas não demorou e ele já tinha metido tudo dentro. A diferença foi que dessa vez eu chorei pra aguentar tudo. Acho que foi devido a humilhação por eu não ter permitido a penetração como da outra vez a da primeira vez logo mais cedo.

É como se eu tivesse sendo estuprado pelo Zé. Dessa vez ele não gozou rápido e pela primeira vez ele quiz mudar de posição. Quando ele tirou o pau eu pensei em aproveitar e sair dali, mas ele se sentou e sem me dar tempo, me pegou pela cintura e me fez sentar sobre seu pau.

Eu contrariado, sabia que ele não permitiria eu sair dali, então eu senti a cabeça escorregando pelo meu cú adenro e sentei no seu colo sentindo todo o pau dele.

Ele apoiou as bandas da minha bunda com suas mãos e começou a me projetar pra cima até o pau quase sair e depois permitia eu escorregar pelo seu pau até ter ele todo enterrado no rabo de novo.

Eu estav arrasado com a humilhação, mas sentia algum prazer assim mesmo e em instantes ele já não conduzia nada. Percebi que era eu mesmo que fodia o pau dele como meu cú.

Eu olhei pra trás e ele estava encostado no encosto do sofá só curtindo e eu comecei a rebolar na pica dele. Assim, olhando pra ele e rebolando o cú no pau dele, senti a leitada dentro pela segunda vez aquela noite.

Depois dele ter gozado, ele me fez deitar no seu peito e laçou minha barriga com os braços e ficou dentro de  mim com seu pau pulsando. Apenas quando senti o pau escorregando lentamente de dentro do meu cú, foi que ele me liberou.

Vesti minha roupa e saí da sua casa sem falar o que eu queria. Fiquei em pânico, pois tinha certeza que meu comportamento permissivo o havia enchido de moral e certamente ele teria um comportamento bem abusivo diante de meus convidados.

Sem moral nenhuma, apenas consegui dormir poucos minutos naquela noite e recebi meus convidados no outro dia cheio de preocupações, seria um carnaval pesado.

Será que eu deveria ter me imposto diante do Zé para não correr risco de ser envergonhado diante dos amigos e amigas? Podem me criticar pois desta vez eu mereço mesmo.

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Escrito por Novato

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