Meu nome fictício é Roger e sou do litoral de SP. Estou aqui pra desabafar.
Desde pequeno sempre fui muito inocente, até os 13 por exemplo eu levava brinquedos para a escola. Acontece que tudo mudou nessa idade, um primo mais velho tentou por diversas vezes abusar de mim (Porém não conseguiu consumar o ato), ninguém nunca soube, por medo e receio nunca me abri nesse sentido.
Após o ocorrido houveram muitas crises de identidade e de sexualidade, minha mente mudou e dentro de mim aflorou um desejo sexual muito grande, me masturbava muitas vezes ao dia e imaginava todo o tipo de situação.
Quando fiz 18 anos, eu trabalhava no centro da cidade onde é um local onde há muita prostituição. Saindo do trabalho minha vontade se aflorou, peguei dinheiro no caixa eletrônico e sai com um prostituta, tudo parecia surreal, fiquei tanto tempo que ela se incomodou, disse que pagaria o tempo extra e mesmo assim não parava. Chegou o momento que ela perguntou se poderia chamar outra amiga pra continuar o serviço, eu concordei e finalizamos minha primeira transa com duas mulheres.
Depois disso minhas idas ficaram mais frequentes, por diversas vezes deixei de sair ou acumulei dívidas pra sair com gp’s, entrava em chats, sites e afins procurando sexo.
Quando comecei a namorar sério, ainda escondido saia com meninas, e quando comecei a transar com a minha namorada tentei por diversas vezes parar, mas ao mesmo tempo eu tinha vontades, tinha medo de objetificar minha namorada e o relacionamento esfriava sendo brigas atrás de brigas.
No fim fui traído, o que me chateou pois ainda sim eu a amava muito e nunca me envolvi sentimentalmente, confessei para ela tudo o que cometi.
Hoje em dia voltamos a nos relacionar, temos um relacionamento mais sincero e mesmo machucados tentamos ajudar um ao outro, porém tenho medo de fazer uso de novo, de deixar esse meu monstro da luxúria estragar tudo de novo. Sei também que as vontades sexuais partem muito mais de mim do que dela, e a pior parte é que ela é uma mulher muito gostosa, e as irmãs também.
Às vezes eu penso em procurar ajuda médica, mas tenho receio, vergonha e medo.

