Eu confesso que encontrei esse site quase por acaso, buscando aventuras, e resolvi participar também. Sou casada ha 23 anos e tenho dois filhos, um de 15 e outro de 13. Casei-me muito cedo e meu marido foi o meu primeiro homem. Nossa vida sempre foi boa, eu a esposa exemplar e ele um marido fiel e bem sucedido.
Claro que as vezes fantasiava outros homens enquanto estava na cama com ele, principalmente quando assistia a filmes pornográficos à tarde, quando estava sozinha. Eu e meus dedos…rs.
Mas tudo mudou numa tarde, onde algumas amigas organizaram uma despedida de solteira para uma de nós, que iria casar em breve.
Na minha despedida,ou como chamávamos chá de panela, aconteceu uma grande brincadeira, fiquei toda pintada, coisa inocente mesmo. Mas mal acreditei quando me informaram que ia ser do tipo Clube das Mulheres.
Curiosa, excitada, fui. E lá dentro, num ambiente de boate, homens se revesavam no palco fazendo strip, dançando e provocando as mulheres, mas algo apenas malicioso, e nada explicito como a maioria pensa. A noivinha se divertia apertando um ou outro bíceps, e logo me chamou para ficar ao seu lado.
Estava muito excitada. comecei a acariciar um ou outro, até que um negro fortíssimo se postou em nossa frente. Eu comecei a acariciá-lo, a dançar com ele sob efeito do álcool e de repente, sem nem sentir, apalpei seu membro por cima da sunga. Ele me deu um sorriso , mas tratou de ser profissional e se afastou. Eu fiquei desconcertada com aquilo e, ao terminar a festa, confessei a uma amiga muito íntima o meu embaraço. Ela riu, e me contou que aquele rapaz era um prostituto, um garoto de programa muito conhecido. Como eu não acreditasse, abriu um site em seu I-Pad , e lá estava ele: Alessandro Negro, bem dotado para damas e cavalheiros. Nas horas vagas , era go-go boy.
Fiquei muda de espanto. Minha amiga se acabava de rir com minha ingenuidade, e me perguntou se eu não gostaria de marcar um encontro.
Eu desconversei. Levei na brincadeira, disse que jamais faria isso, etc… Mas a noite, ao lado de meu marido que dormia, aquele homem não saía de minha cabeça. Um prostituto, um "comedor de viados", um homem imundo, a escória da sociedade.
Mas por mais que o desprezasse, mas tesão eu sentia. Eu queria experimentar aquele mundo obscuro dos inferninhos, dos esgotos da cidade, como nos pornos que me excitavam tanto.
Liguei para o celular dele umas quinhentas vezes. Sempre que atendia, eu desligava, e aquele frio no estomago, aquela excitação, adrenalina, me faziam bambear as pernas e ficar tremendamente molhada. E me acabava com meus dedos, gozando apenas com a ideia.
Foi numa viagem de meu marido, que me decidi. Liguei para ele, conversamos rapidamente e marcamos num estacionamento no centro. Ele foi pontualissimo, e passei para seu carro, indo direto a um motel.
Nunca havia feito um sexo como aquele. Ele foi paciente com meu nervosismo. Paciente com meu pudor em não me despir inteiramente, e principalmente, paciente com meu medo. Mas quando ele se despiu e se mostrou para mim, quaisquer dúvidas se evaporaram. Agarrei aquele membro escuro e enorme e o chupei, como nunca havia chupado meu marido, durante meia hora. E quando ele por fim me penetrou e começou a cópula, esqueci marido, filhos, família. Queria dar, dar como as atrizes. Ser comida, fodida como elas, por aquele garanhão negro, e gozei como nunca sonhei ser capaz.
Ao terminar o ato, eu coloquei discretamente o valor combinado sobre uma cômoda do hotel. Ele não pegou e só o fez quando eu estava distraída me vestindo.
Repeti o programa diversas vezes com ele e com outros. Eles sempre me perguntavam porque , sendo eu tão bonita e jovem, escolhera pagar por sexo. Eu desconversava, pois para ser sincera, nem eu mesma sei.
Mas ultimamente tenho percebido que isso não está mais me satisfazendo. Como uma viciada em drogas pesadas, quero experimentar emoções cada vez mais fortes, cada vez mais perigosas. Já transei com dois negros ao mesmo tempo, fui rasgada por pênis enormes, experimentei drogas. Tenho medo que meu marido descubra, pois ele nunca me perdoaria essas traições e decadência. Olho a internet a procura de pornografia pesada e outros garotos de programas. Apesar de não ser ninfomaníaca, eu não vivo mais sem essas emoções..

