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Adoro me exibir

Oi meu nome é Adriana, tenho 28 anos, casada há 5. Quero desadafar que estou provocando os homens com quem trabalho. Faz um ano que estou trabalhando lá, é uma autopeça de moto, trabalham eu e mais quatro rapazes. Quando entrei era muito tímida. Com o passar do tempo fui me soltando a ponto de permitir certas brincadeiras de cunho sexual, apesar disso não os reprimia pois eu gostava. Por exemplo; eu gosto de ouvir piadas pornográficas repletas de palavrões, muitas vezes fico molhada com isso. Sempre vou de calças muito justas, por isso começaram a elogiar meu bumbum, começaram com elogios discretos, como dou corda, palavrões começaram a surgir, tipo; “que bunda gostosa hein”, ” nossa dri que cu gostoso você tem “, ” morro de vontade de fuder esse cu” e por aí vai. Eu adoro ouvir esse tipo de coisa, as vezes fico apoiada com os colovelos no balcão com o bumbum empinado só pra provocar, faço selfie sensual e mostro a eles. De sábado o uniforme é liberado então trabalhamos mais a vontade, aproveito para me exibir mais ainda, pena que não pode ir de shorts nem de mini saia, mas vou com calças que deixam bem em evidência meu bumbum. Meu marido as vezes fica com a pulga atrás da orelha, questionando o tipo de calça que uso para trabalho, sempre digo que é mais confortável. Os caras pedem para que eu venha vestida com tal roupa e eu obedeço. A que eles mais gostam é uma calça leg preta que uso, eu comprei um número menor só pra ficar toda enterrada, ela é um pouco transparente e muito vulgar, então quando saio de casa visto outra por cima para meu marido não ver. Quando chego ao trabalho tiro e fico só com a de baixo. Como a leg é transparente coloco um fio dental minúsculo pois sei que eles irão ver. Ontem mesmo eu estava muito escandalosa, provoquei tanto eles que disseram se eu teria coragem de ficar sem nada por baixo, eu disse que sim. Acabei de atender um cliente, fui ao banheiro e tirei a calcinha, vesti a calça novamente só que enterrando o máximo que consegui, até dei umas dobras no cós pra deixa-la abaixo do umbigo, dei uma olhada no espelho e estava totalmente enterrada, meu coração batia forte, uma sensação de estar fazendo uma coisa muito errada, fiquei molhada. Quando os caras me viram daquele jeito foi só palavrão, os mais atrevidos chegaram a apalpar meu bumbum, fui muito bolinada, não reprimia ninguém pelo contrário, me apoiei no balcão e arrebitei a bunda, eles davam tapas, apertavam, alisavam, me xingavam de tudo quanto era nome, diziam que eu era uma puta, vagabunda, biscate, chupeteita, um deles disse que eu era muito safada, eu ainda disse assim: “mas eu sou mesmo”, zoaram bastante comigo, até que avistamos uns clientes chegando e tiveram que parar. Talvez depois conto mais algumas coisas.

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Escrito por Anônimo

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Sou mais um corno manso feliz