em

adoro vizinhas

Eu confesso que sou tarado por vizinhas.
Há muitos anos começei espiando uma moça lindíssima que morava num prédio próximo. Todo dia se olhava no espelho, levantando a saia para se observar, trocando de roupa, mas raramente ficava nua. Acho que era aeromoça.
Era muito gostoso ver mulheres na sua intimidade, às vezes passando horas e dias, e acabando de tanto me masturbar escondido, pelo vão da janela. Então, depois de um tempo descobri um novo prazer: passei a arriscar mais e deixar que elas percebessem que estavam sendo observadas. Havia uma vizinha logo em frente, num ape quase colado ao meu, pequena, tipo mignon, com uma bunda bem bonita, Era ela sentar no computador e eu passava a olhá-la, então começava a bater uma enquanto ela olhava de canto. Nunca soube se as vezes em que deixava ser vista de calcinha, numa pose ou no banho (por uma janela pouco protegida)ela me provocava ou não.
O primeiro contato mais forte foi quando uma menina que devia ser babá resolveu passar o telefone por gestos. Nos falamos na maior sacanagem, eu saí todo melado, louco de tesão.
Depois algumas meninas cooperavam, dançando ou passando crminho no corpo nu, sempre nos prédios um pouco mais distantes.
Uma certa vez uma moça bonita, alta e com cara de índia, que era empregada nesse prédio ao lado apareceu no meu, dizendo que ia viajar e que tinha me achado bonito. Eu escapei, porque estava namorando e queria curtir à distância apenas. Depois descobri uma menina neste prédio que era bem bonita e ficava de bobeira perto da janela. Comecei com a persiana fechada, ficando meio nu, às vezes mexendo no meu pau. Cereto dia não aguentei e comecei a bater um, deixando ser visto por um vão da janela. Vi que ela aceitou, então descaradamente passei a mostrar o pau bem duro, socando uma deliciosa punheta. Isso passou a ser rotina, antes dela dormir. Ficava de bay doll, provocando, eu pedindo um showzinho – ela não facilitava muito- e garantindo o dela. Um prazer imenso, ficava tomado naquela situação. Uma vez a gente desceu e conversou, mas ela foi meio evasiva e levou uma amiga junto, o que impediu a conversa fluir (pra sacanagem, claro). Acho que ela escreveu um depoimento falando disso na net, mas dizendo que a gente teria transado, o que não rolou, infelizmente.
Depois ainda tarei numa vizinha do meu proprio prédio, uma senhora loira de uns 46 anos, que não parecia se relacionar com ninguém (tinha uma filha adolescente). A idéia de ser sozinha e de estar há poucos metros da minha porta me deixou com muito tesão; ,mais uma aventura.
Comecei olhando pelo olho mágico, depois deixava a porta entreaberta, ela sempre saía de shortinho com o seu cão para passear. Fui percebendo que ela notava, então dei mais um passo: logo que ela entrava eu abria a porta e começava a socar uma. Não savia se ela olhava, até um dia que atendeu o telefone e ficou conversando bem na porta, por baixo eu via que estava posicionada olhando pelo olho mágico. Quando me encontrava no hall ficava sem ar…Então passou a deixar também a porta aberta, saindo de shortinho. Uma vez chegou e descarregou compras com a calça desabotoada, de um jeito que se via toda a calcinha. Uma delícia! Outra vez apareceu na minha porta meio que para fecha-la e me viu com o pau na mão. Ficou azul “aah!”, mas disfarçou e saiu – eu também fiquei praticamente sem reação, mas não parei.

Ao contrário de depoimentos que leio na net, minhas histórias são mais sutis, mas muito reais. Até hoje continuo a brincar perigosamente, esses são apenas alguns momentos.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Um Comentário

Oliveira com 4000 anos

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

ela mija quando faz sexo