em

Agora um poema…

A tudo o que é certo e no entanto

Jaz em mim sentimento obscuro

Antes fosse o jazir do pranto

Tenho em mãos o meu pinto duro

 

Lembranças do tempo em que te encontrei

Dado momento, vi-me excitado

Grande descoberta: tu eras gay

Ejaculei então no seu cuzinho apertado

 

Se nesta terra há justiça

Um dia ei de encontrar-te de novo

O meu peido fede carniça

Mas não fede mais do que o meu ovo

 

Estou à procura do desencanto

Curto cus, é a minha tara

Outrora, porém, no entanto

Quero que peides na minha cara

 

Mulheres vivem sob dilemas

Elas são boas, mas têm capricho

Criam casos, contendas, problemas

Para ocultar o quanto são lixo

 

Aqui prevejo tamanho cavalheirimo

Daquele que modera os comentários, atento

Mangina que sofre de priapismo

Se arrastando por bucetas ao relento

 

 

Cus, bucetas, paus e sêmen

Peido, rola, piru e jebas

Exército de viados do Iêmen

Bando de gays e de perebas

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Escrito por Poeta Vivente

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