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Aguentei o pau do negro, mas quase pedi arrego

Vou omitir detalhes de como surgiu minha competição com outra biba do meu trabalho que é meu desafeto a mais de três anos, pois seria intediante e deixaria meu desabafo muito longo.

Vou chamar de L de lixo essa biba que meu desafeto onde trabalho. E lá tem um negro que trabalho na equipe de apoio, na parte de almoxarifado e ele é o cara mais cobiçado entre as bidas declradas e enrustidas  da empresa.

Numa festa de fim de ano, que aconteceu em janeiro deste ano pois a empresa não tinha conseguid nenhum espaço que comportasse todos os funcionários, acabou que eu flagrei L dentro de uma sauna seca que parecia estar desativada, recebendo o pau gigantesco desse tal negro.

Fiquei vendo a cena por mais de 10 minuto e não entendia com aquele nojento estava aguentando aquela pica enorme e rebolando feito pouco no pau do cara. Me deu um ódio, pois eu dando o cú para um cara que não tinha nem metade do dote de negro, já quase pedi arrego.

Fiquei ali até o cara gozar no cu de L e quase fui pego pelo negro depois que ele gozou, mas me escondi e ele não me viu. Só que ele já tinha visto que eu os observava e por isso que ele fez questão de rebolar daquele jeito no pau do car.

Fiquei passado e com mais ódio ainda de L que passou o dia inteiro me afrontando dizendo que eu não tinha capacidade de pegar um homem como aquele e nem aguentaria levar um pau daqueles.

Fquei muito humilhado, mas me prometi dar o troco. Durante a semana eu usei táticas para seduzir o tal comedor. Praticamente me ofereci o expediente de trabalho inteiro até que na sexta-feira ele como bom comedor que é, não resistiu a chance de comer mais um cú de uma biba do trabalho e decidiu ir comigo a um motel.

Eu fui disposto a desbancar L e fazer o cara esquecer que tinha comido L. Eu estav com a macaca neste dia e bem preparado. Fiz um chuca caprichada, fiz dieta liquida por três dias, tudo pra não ter surpresas desagradáveis, pois um pau desses quem gosta sabe que é alta a chance de acontecer uma sujeira.

Mas estava confiante e no quarto já fui cumprindo meu papel de botar aquela pica toda em ponto de uso. Logo ele estava completamente rígido e pronto pra festa.

Fiz questão que a primeira penetração fosse de quatro, só pra ele ver que eu estava preparadinho pra ele, todo depiladinho.

Senti ele encostar a cabeçinha e meu cú logo se assanhou piscando pra ele e querendo engolir aquela tora linda.

A cabeça começou a entrar e veio a primeira reação do meu cú. Uma dor fez ele travar e a cabeça não entrava. Ele cuspiu no meu cú e tentou de novo, mas nada.

Eu já comecei a me preocupar e só pensava que não podia arregar pra aquele pau pois seria a humilhação completa.

Eu decidi que ia aguentar tudo e mandei ele meter sem pena. O negro voltou a forçar me segurando pela cintura e a cabeça entrou rasgando meu cuzinho.

Deu um salto pra frente e caí de barriga no colchão, com meu cú pegando fogo e a sensação que ele tinha me rasgado. Percebi até lágrima escorrendo pelo meu rosto. Nunca tinha chorado no pau de um comedor, mas aquele negro  tinha me feito chorar na pica dela na primenira metida.

Eu tinha que aguentar aquele pau ou seria minha ruína. Pedi pra ele prosseguir e ele em cima demim começou a empurrar cada centímetro de pica e a dor era agoniante. Eu bufava e gemia baixinho enquanto a pica entrava rasgando.

Eu estava com a respiração tão ofegante e o coração disparado parecia que ia ter um ataque cardíaco. O nível de adrenalina nas nuvens e o home  empurrando pica sem pena.

Eu comecei a fujir do pau em direção a cabeceira e acabei encurralado sobre a cabeceira. Ainda tinha muita pica pra entrar e eu não aguentava mais. Começou meu desespero, pedindo pra ele tirar a pica e ele nada de me ouvir.

Pedia, implorava para ele panrar e aliviar pro meu lado um pouquinho, mas o  homem estava irredutível. Cntinua a meter impiedosamente no meu cú, que estava doendo de um jeito que eu comecei a ter vertigem e perder as forças.

Eu fui escorregando da cabeceira e acabei caindo todo torto, meio de ladinho. Ele pegou uma perna minha e a colocou apoiada em cima da cabeceira e me deixou todo aberto pra ele continuar a meter. Eu pra tentar me defender, olhei pra trás pra poder enxergá-lo e usei uma das mãos na sua barriga pra tentar parar a penetração.

Ele prendeu minha mão e e eu passei a ser um mero observador enquanto ele me penetrava o cú até eu sentir as bolas baterem contra ele.

A posição não era confortável pra mim e não me dava chanche de me defender de forma alguma. Então eu apenas olhava pra ele e pedia pra ele para, mas ele se motivava com meu desespero e não demorou muito para começar a bombar meu cú.

Nossa, desesperador. A dor não deixava eu sentir nenhum prazer e eu comecei a implerar pra ele não fazer aquilo. Mas o homem não queria nem saber e bombava cada vez mais forte. Eu comecei a chorar copiosamente e não tinha como fazer mais nada.

Olhava pra ele socando no meu rabo e implorava pra parar, mas em certo tempo, eu só chorava e parei de pedir para ele parar com aquilo.

Ele só parou porque queria me foder em outra posição. Mas não deu nem tempo de raciocinar, ele já foi me virando e metendo de frango assado. Ele era pesado e com seu corpo em cima do meu nada podia fazer, apenas senti a pica escorregando pra dentro do meu cú de novo e já foi bombando.

Voltei a gritar> Pará, Pará, Paaaaaraaaaaá! mas nada do home parar.
Me abracei a ele para impedir seu ímpeto mas os movimentos coordenados do seu quadril derrubou minha tática e ele continuou bombando com o mesmo vigor.

Eu não estava mais suportando e resolvi lutar pra escapar. Ele ia metendo e eu usando as pernas pra ir pra trás e impedir a pica de entrar com a máxima potência. Ele entrou no jogo e começou a acompanhar meus movimentos e logo já estava me penetrando ao máximo.
Eu comecei a me debater, mas ele mandou eu parar de frescura e me desferiu alguns tapas no rosto que cumpriram seu papel e me fizeram demover da ideia de que eu poderia de alguma forma impedir ele de me foder do jeito que ele quisesse.
Eu um pouco menos ativo na tentativa de fugir do seu pau, continuei por mais uns dez minutos a ser fodido sem resistência naquela posição de frango assado.

Ele retirou a pica do meu cú e se deitou e mandou eu cavalgá-lo um pouco. Pensei em negar, mas lembrei da sequênci de tapas no rosto que tinha levado e achei melhor não contrariá-lo.

Ele com a pica duríssima pra cima, fui me conduzindo até que estivesse com a bunda posicionada sobre ele e com a mão direcionei até a cabeça encostar no meu cú e fui sentando sobre a pica. Ele ainda me elegioum dizendo boa menina!
Eu fui muito devagar descendo sobre o pau dele que parecia uma estava sem fim e só parei quando senti as bolas serem espremidas pela minha bunda.

Com a pica toda agasalhada pelo meu cú, eu senti suas mãos grando envolverem minha cintura e ele passou a conduzir meu quadril para subir até quase a pica sair de dentro de mim e antes dela escapar ele me forçava pra baixo até meu cú engolir ela inteira.

Foi assim por uns cinco minutos até ele começar a me chamar de potranca rabuda, safada gostosa, sempre no feminino e aquilo foi me deixando com um tesão que sem mais nem menos eu comecei pela primeira vez a ter uma participação ativa.

Ele soltou minha cintura e eu mesmo apoiei as mãos em seu peito e comecei a cavalgar o pau dele sozinho, por minha conta.

Eu fazia como ele, ia até a pica quase sair e depois engolia toda ele como meu cú.
Ele mandou eu ficar de quatro de novo e fez a festa no meu cú. Eu só aguentei porque tinha que mostra pra L que tinha aguentado levar pica como ele levou naquele dia na festa.

Depois de meia hora bonbando, eu chorando muito levei uma leitada dentro cú que fiquei até o dia seguinte expelindo porra do negro.
Eu superei aquilo e mostrei pro meu desafeto L que tinha condições de aguentar um macho como aquele negro delicioso e pra mim foi motivo de muito orgulho não ter arregado naquele dia.
Agora sou mais confiante pra ter negros pausudos na cama e tudo graças a competição com este meu desefate.

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Escrito por Biba Gladiadora

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Um Comentário

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Olhem a raba dela.

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