Eu confesso que ainda estou no armário, mas adoro ser passivo numa relação sexual.
Nasci numa fazenda e aos 8 anos, filho do fazendeiro, fui abordado por um rapaz muito mais velho que gostava de me pegar no colo e sempre brincava comigo.
Um dia, me disse que se eu aprendesse a tirar leite dele, eu ganharia uma paçoquinha.
Curioso, obedeci às suas recomendações e comecei a brincar com o pinto dele. Subia e descia aquela pele sem entender direito o que fazia…..ganhei a paçoquinha.
Na outra vez, ganhei a paçoquinha porque aprendi a mamar. Na terceira, voltei a ganhar mas tive que beber o leite.
Nisso ficamos por um bom tempo. Quase todo dia, eu era chamado a um lado, bebia meu leitinho e ficava contente.
Isso durou um bom par de meses. Até que um dia, ele me disse que eu já estava pronto para ser sua mulherzinha e perguntou se eu queria.
Mal sabia o que responder, mas quando ele me disse que caso eu não quisesse não poderia mais tomar o leitinho, respondi que sim. Eu queria. Mesmo sem saber direito o que significava.
Ele, então, pediu para que eu o chupasse e depois de acariciar meu cuzinho, disse que iria colocar o pinto dele lá dentro e que, depois disso, eu seria sua mulherzinha.
Aquilo era inusitado e eu pensava que me tornar sua mulherzinha tinha um significado e passei a obedecer seus comandos.
Fui deflorado(a). Doeu muito mas ganhei beijinhos (o que era novo para mim) e gostei. Senti todo o movimento dele, mas não me lembro de ter sentido prazer.
Ao acabar, eu recebi muito carinho….muito beijo…. e pude brincar com minha mamadeira.
A curiosidade que me despertou aqueles beijos, me levaram a procurá-lo logo no outro dia e, de alguma maneira, devo ter me insinuado porque ele me perguntou se eu estava querendo ser mulherzinha de novo.
Aquiesci e seguimos para nosso ninho onde, novamente, fui possuída de forma forte e, já com muito menos dor, pedi e ganhei meus beijos.
Essa rotina se repetiu durante muito tempo e sómente terminou quando meu pai, ao descobrir, me mandou para um internato onde, aliás, muito rapidamente, me tornei a rainha dos meninos.
Hoje, quase aos 50 anos, continuo com relacionamentos fortuitos. No entanto, nunca tive coragem de me assumir como o veado que sempre fui.

