Olá, meu nome é Larissa, tenho 32 anos e sou casada a 5 anos. Um pouco sobre mim, eu tenho cabelos pretos ondulados, olhos verdes, seios de tamanho mediano mas bem arredondados, mamilos um pouco protuberantes (que muitas vezes dá a falsa realidade de “farol aceso”), um corpo atlético pois faço academia sempre e um bumbum bem trabalhado.
Eu moro em uma capital perto de uma Universidade, mas a família de meu marido é do interior. O meu cunhado “Flávio” de 22 anos, passou no ENEM e veio cursar na minha cidade o curso dele.
Como a minha casa, apesar de não ser rica, tem bastante espaço, com vários quartos e uma piscina no quintal, não houve nenhum problema para acomodá-lo aqui em casa. Até porque ele era da família e ele teria bem mais conforto que morando sozinho.
Acontece que ele tinha uma namorada na época, que acabou traindo ele, e eles terminaram. E o término do namoro abalou ele demais. Ele começou a ficar cada vez mais desanimado e triste. E tanto eu quanto meu marido fazíamos o possível para animá-lo e ajudá-lo.
Sempre fui muito amiga dele, procurava fazer uma comida bem balanceada, sempre convidava ele para ele ir comigo na academia (quando ele podia) pois o exercício físico faz bem para o humor. Fazíamos o possível para ele se sentir melhor. Mas ele ficou realmente abalado no início e o peso dos estudos na Universidade não ajudou.
Bem, eu sempre tive um hábito de acordar de madrugada (meia noite ou 1h da manhã) para beber um pouco de água na cozinha e voltar a dormir.
Teve uma vez que passando na frente do quarto do meu cunhado, vi que a porta estava entreaberta e uma luz saindo da porta. Achei que ele estivesse estudando ou conversando com alguém no PC. Dei uma olhada e ele estava lá se masturbando vendo uns vídeos. Até aí tudo normal, todo rapaz faz isso e não dei bola.
Acontece que teve uma dessa vezes que passei, e vi pela porta entreaberta que a imagem na tela do PC, era uma foto minha usando um biquíni, e como falei acima, meus mamilos são um pouco protuberantes, e ficou aquela falsa realidade de “Farol Aceso”.
Eu me incomodei na hora, quis entrar pra falar com ele para não fazer isso, afinal era cunhada dele. Mas eu pensei que se eu fizesse isso, provocaria um sensação de peso entre nós enquanto ele estivesse lá em casa. E resolvi deixei pra lá …
Só que eu percebi que, com o passar do tempo, ele nem mais via sites pornôs, mas apenas fotoss minhas, usando biquíni, usando vestido com um decote generoso e cosisas assim. Notei que ele ficou meio que obececado em pensar em mim toda vez que se mastubava.
Até que uma vez eu tomei uma atitude, eu estava vestindo um babydoll branco, semi-transparente, que ia até as metade de minhas coxas, mas eu tava sem calcinha. Passsei e estava lá ele me homenageando na frente do pc. Eu entrei no quarto bem devagar e encostei a porta. Ele nem notou nada até que eu pus a minha mão no ombro dele (ele estava totalemnte pelado). Ele tomou um susto tão grande que não sei como ele não infartou. Ele ficou altamente envergonhado e ruborizado.
Então falei para ele: “Flávio, vamos resolver isso, deite-se na cama!” Ele logo se deitou achando que eu fosse transar com ele, e ficou lá com o pau dele bem duro e ereto. Eu me aproximei e fiz um boquete nele até ele gozar na minha boca e eu engoli tudo.
Então falei pra ele que aquilo era só pra diminuir a tensão sexual dele, mas que ele precisava sim de uma namorada fixa. Que eu não podia ficar fazendo aquilo com ele, pois era cunhada dele.
A princípio, eu fazia uns 2 ou 3 boquetes por semana nele, sempre nas madrugadas. E ele começou a se abrir mais comigo, conversando mais sobre temas como sexo, fantasias sexuais e etc. E ficamos mais próximos um do outro. Lógico que conversávamos quando meu marido não estava em casa.
E os boquetes quer eram apenas 2 ou 3 por semana aumentaram de frequência. E eu comecei a gostar de chupar ele até ele gozar na minha boca. Eu me sentia no controle do tesão dele, e eu gostava muito.
Tanto que os boquetes que eu fazia no quarto dele e apenas na madrugada, eu passei a fazer também durante o dia na cozinha ou sala de estar, sempre que meu marido não estava em casa.
Muitas vezes o Flávio estava lá quieto estudando ou jogando algo no PC e eu ia chamar ele para chupá-lo na sala. Mas em todo esse tempo nós nunca transamos de verdade. Apenas eu fazia um oral nele, e deixava ele gozar na boca.
Ele me confidenciou certa vez, que ele às vezes ia até bem perto da porta do quarto onde durmo com meu marido só para me ouvir gemer enquanto transava com ele.
Teve uma vez que eu tava lá fazendo amor com meu marido, cavalgando ele numa boa, quando me lembrei dessas palavras do Flávio (que ele gostava de me ouvir gemer), e aquilo me causou um tesão tão grande na hora que passei a gemer mais alto, para ele ouvir bem se estivesse do lado de fora. Depois ele me disse que ouviu muito bem meus gemidos, e que gostou que eu tinha me lembrado dele.
Então teve um dia em que ele chegou em casa e apresentou uma garota que ele estava namorando. E naquela hora eu não nego que me bateu um baita ciúme da dita cuja. Mas não falei nada, até porque mesmo ele namorando, eu continuava fazendo boquetes nele e ele gostava muito.
Teve um dia, em que ele chegou da faculdade, meu marido não estava em casa e ele falou que iria passar o final de semana inteiro na casa da namorada. E aquilo me causou um ataque de ciúme tão grande que brigamos como se fôssemos namorados. Até chorar, eu chorei de tanto ciúme.
Quando foi de noite, na madrugada fui beber água como sempre mas não fui no quarto do Flávio, pois estava irritada. Enquanto estava na cozinha, bebendo água, o Flávio veio falar comigo (apenas de cueca).
Ele me perguntou o que eu tinha, e falei que tava com ciúme. Ele ma abraçou e chorei um pouco. Ele me disse que nunca jamais me esqueceria, pois no momento mais triste da vida dele eu tava lá para ajudar. E então ele me beijou na boca. Foi o nosso primeiro beijo e foi bom.
Ele então se virou para ir embora, mas o segurei por um momento e comecei a beijá-lo novamente, e ficamos um poquinho ali no escuro nos beijando.
Então eu falei no ouvido dele: “Eu vou garantir que você não me esqueça…” Então peguei ele pela mão e levei pro quarto dele. Tirei a cueca que ele tava usando e o pau dele tava lá bem duro. Mandei ele deitar, e como sempre ele se deitou.
Mas desta vez tirei toda a minha lingerie, vim por cima dele e comecei a cavalgar ele ali. A cara dele de supresa era enorme, parecia até que nunca tinha transado na vida. Nós começamos a fazer amor bem devagar, afinal essa sempre foi a fantasia dele comigo.
Como falei comecei a cavalgar ele, mas sempre procurava mudar a posição pra ele me comer de todo jeito possível, papai-mamãe, cachorrinho … deixei ele se satisfazer comigo à vontade. É claro que eu também estava me satisfazendo com ele, pois afinal passei meses apenas no boquete e agora partimos pro real!
Eu estava deitada na cama dele, com ele entre as minha pernas, me comendo bem gostoso e tava quase gozando, quadno eu notei que ele também estava quase lá. Então eu cruzei minhas pernas para segurá-lo dentro de mim, e fazê-lo gozar dentro de mim. Ele adorou que eu fiz isso e chegamos a gozar juntos. Depois eu beijei ele e pedi pra ele não me esquecer, e trocamos umas juras de amor.
E até hoje, ele ainda mora aqui em casa, e sempre que dá ou faço um boquete nele, ou chegamos mesmo a transar à vontade quando temos mais tempo, mesmo ele namorando. E essa cumplicidade entre nós tem nos feito muito bem
Beijos da Larissa.




Mais uma puta vindo contar como se fosse algo normal trair o marido!
Só queria saber como você se sentiria se pegasse o teu marido na cama com tua irmã ou tua amiga. 😡
Tu ainda continua dando para teu cunhado? Atualiza aí!
Resumindo, não foi apenas sexo. Voce realmente se apaixonou por teu cunhadinho mais novo. Sua crise de ciúme prova isso.
E agora você tem um amante perfeito dentro de casa para gozar dentro de você sempre que quiser.
Parabéns, Larissa! Continue dando para o cunhado e vivendo a sua paixão.
Pena que eu não tenho um irmão assim, para meter a vara na minha mulher deliciosa. Aí, outros metem.