Minha primeira vez praticando amamentação.
Prazer, me chamo Danilo, hj tenho 36 anos, mas já comecei a algum tempo no mundo do fetiche do orgasmo mamário, pensei que nada seria melhor do que falar sobre a minha primeira vez.
Eu tinha 20 anos quando descobri que meu desejo por seios ia além do convencional. Não era só sobre tocar ou chupar—era algo mais profundo, quase primal. Queria mamar como um bebê, sentir a conexão íntima da sucção, do calor da pele contra os lábios. E foi no Skype, em 2012, que encontrei Camila.
Ela usava um nome fictício, mas sua beleza era real demais para ser mentira: loira, silicone perfeito, seios redondos como melões maduros, bicos rosados e uma cintura que fazia qualquer homem perder o fôlego. Conversamos por semanas, trocando fantasias até que ela soltou a proposta:
— Vem aqui no motel perto do meu trabalho. Te dou de mamar até você esquecer seu próprio nome.
O endereço era em Copacabana, um lugar discreto, mas meu coração batia como se eu estivesse prestes a assaltar um banco. E se for golpe? pensei. E se chegar lá e for um travesti? Ou pior: uma mulher linda, mas que me assalta com um comparsa escondido?
Mas o tesão falou mais alto.
O Encontro
O quarto do motel era simples, mas o ar estava carregado de um perfume doce—floral com um fundo de baunilha, o mesmo que ela usara no Skype. Camila me recebeu com um sorriso de quem já sabia o que eu queria. Vestia um vestido colado, decotado até o umbigo, e quando se virou, eu vi o contorno do sutiã sem alça marcando seus seios volumosos.
— Você é mais bonito pessoalmente — ela disse, passando a língua nos lábios.
Antes que eu pudesse responder, ela puxou meu pescoço e me levou até a cama. Seus dedos despiam meu corpo com urgência, enquanto eu ainda estava preso no choque de estar ali, naquela situação.
Quando o vestido caiu, ela não usava calcinha—apenas um sutiã preto de renda, que destacava a pele bronzeada. Com um movimento teatral, soltou os ganchos e eles apareceram: seios firmes, simétricos, com veias azuladas quase imperceptíveis sob o tom dourado do sol. Os mamilos eram cor-de-rosa, já endurecidos pelo desejo.
— Vem, bebê — ela ordenou, puxando minha cabeça para perto.
O primeiro contato foi elétrico. Quando fechei os lábios em volta do mamilo, senti um leve gosto salgado—suor, talvez, ou o resquício do creme que ela passara antes. Chupava devagar, e ela gemia baixo, os dedos se enrolando no meu cabelo.
— Isso… assim mesmo — ela suspirou.
Foi então que notei: quanto mais eu sugava, mais ela se contorcia. Seu clitóris avantajado esfregava contra minha perna, e eu podia sentir a umidade mesmo sem tocar.
O ritmo aumentou. Eu alternava entre os seios, lambendo, mordiscando, bebendo ela como se fosse meu último gole de água no deserto. E então—ela veio.
O primeiro orgasmo foi um tremor forte, mas o segundo arqueou suas costas na cama.
— CARALHO! — ela gritou, as unhas cravando nas minhas costas.
Sua boca abria em gemidos roucos, e eu não parava. Quanto mais ela gozava, mais intensa ficava a pressão das coxas ao redor do meu corpo, como se quisesse me esmagar de prazer.
Não sei quanto tempo passou— acredito que foi mais de umas duas horas?—mas em algum momento ela me empurrou para trás, ofegante, um dos peitos já estava sensível demais, comecei a me dedicar ao outro seio agora com a boca, enquanto massageava leve o seio que havia sido severamente mamado, o bico estava bem vermelho, mega sensivel, porem notei que quando passava os dedos ela gemia ainda mais , mesmo doendo.
Foram horas assim, Camila gozou muito mais do que eu, que apenas me masturbei uma unica vez, estava fascinado como uma mulher podia ter orgasmo apenas comigo me dedicando aos seios dela, enquanto ela se esfregava em mim.
Foi a primeira vez com a Camila, mas foi longe de ser a ultima, chegamos a ser amigos e conversamos ate hoje, tenho um carinho especial por ela.
Saí do motel cambaleando, com os lábios doloridos e o cheiro dela impregnado na minha pele.
Até hoje, quando vejo uma mulher de seios fartos, meus lábios formigam com a memória daquela tarde.


Que história…
O sonho de muitos homens.
Otimo Conto