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Amiga casada da faculdade

Tive um caso inesquecível com uma amiga casada da faculdade, que aqui vou chamar de Gabi. Ela era linda e muito, mas muito gostosa, um tesão de mulher nos seus 30 anos de vida. Pele morena clara, cabelos castanhos quase loiros e lisos na altura dos ombros e cerca de 1,60 de altura. Cintura fina, quadris largos, pernas grossas, seios médios e aquela bunda típica da mulher brasileira. Tudo natural, sem nenhuma malhação. Tinha uma filha de 5 e o marido a buscava todo dia na saída das aulas. Era muito simpática e ao mesmo tempo tímida e muito amiga de todos. Também muito assediada – até por professores, mas nunca dava condição pra ninguém se aproximar mais do que devia. Nem nos meus melhores sonhos eu poderia imaginar que iria comê-la. Naquela época estava solteiro depois de dois casamentos mal-sucedidos e levava a faculdade a sério. Era o mais velho da turma e um dos poucos homens que a tratava realmente como amiga, sem segundas intenções. Mesmo porque conhecia sua postura e, sinceramente, achava que aquela delícia nunca me daria mole. Como levava a sério os estudos, quase todos os dias, nos intervalos, ia pra biblioteca fazer pesquisas e exercícios. Aos poucos, alguns colegas começaram a me acompanhar, inclusive ela. O tempo passou e muitos deles foram perdendo a assiduidade. Menos a Gabi. Não sou nenhum Cauã Reymond, mas nunca fui de se jogar fora. Sempre cuidei bem da aparência. Aos poucos fomos nos tornando mais íntimos. Os estudos passaram a incluir longos papos sobre a vida, casamento, filhos, confissões, etc. A essa altura trocávamos mensagens e e-mails durante o dia e ansiávamos pelo intervalo das aulas. Nos tornamos grandes amigos. Até que um dia, em uma semana que antecedia as provas, biblioteca lotada, encontramos lugar apenas em uma salinha reservada da própria biblioteca. Na salinha havia apenas uma mesa redonda com várias cadeiras em volta. Era isolado do salão da biblioteca. Nos sentamos lado a lado e iniciamos os estudos. Havia um clima diferente no ar, talvez por causa do isolamento. Ela estava mais calada do que de costume. Em determinado momento ela me pediu que lhe explicasse um problema que não estava entendendo. A medida que explicava, olhava pra ela pra ver se estava entendendo. Foi quando percebi que ela olhava fixamente pra mim enquanto eu resolvia o exercício explicando a solução. Parei de falar e fiz o mesmo com ela. Não foi preciso dizer nada. Tava escrito em seus olhos o que ela queria. Avancei para beijá-la, no que fui correspondido. Nos beijamos forte e sofregamente. Naquele momento perdi totalmente a compostura. Não sabia o que viria depois. Tinha que aproveitar tudo que podia. Enquanto a beijava, me virei para que tivesse as mãos mais livres. Para minha sorte, ela usava um vestidinho leve. Acariciei seus peitos por cima do tecido, como um garoto adolescente testando a menina. Ela arqueou o braço para que eu tivesse mais liberdade. Meu pau estourava dentro da cueca. Peguei sua mão e a pus em cima do meu pau por sobre a calça. Ela começou a passar a mão e apertar, desde o saco até a cabeça. Não perdi tempo, tirei a mão do seu peito e desci, enfiando por baixo do vestido. Sua atitude foi abrir um pouco mais as pernas. Cheguei na calcinha e a puxei pro lado. Nesse momento, parei de beijá-la e olhei pra baixo. Tinha que ver aquela buceta. E que delícia de buceta! Era peludinha, sem ser mata atlântica. Sua racha era grande, com lábios saltados e expostos. Estava muito molhada. Fiz questão de enfiar a mão toda dentro da calcinha e pegar sua buceta inteira de uma vez, como se fosse o dono. Ela arreganhou as pernas. Colou a boca entre meu pescoço, rosto e orelha, e apertava cada vez mais meu pau. Molhei os dedos em seu suco e iniciei uma siririca. Sentada mesmo, ela começou a balançar os quadris rebolando e a gemer forte, sem muito controle do volume. Percebi que se continuássemos, seríamos flagrados. Não queria isso. Não queria que sua boa reputação acabasse e sua eventual vergonha fosse motivo para que rompêssemos. Tirei minha mão e falei em seu ouvido: "Gabi, vamos parar ou seremos descobertos". Fomos acalmando aos poucos, mas continuamos abraçados. Fiz carinho em seu rosto e dei vários beijos por toda sua extensão, até vê-la sorrindo. Não falamos mais nada. Tentamos voltar aos estudos, mas não deu. Por baixo da mesa, acariciava seu coxão até quase a altura da calcinha, como se seu namorado fosse. Sorríamos um pro outro em cumplicidade. Nos dois anos seguintes usei aquela buceta de todas as formas em motéis e dentro do meu carro no estacionamento da facul. O cu demorou um pouco mais, pois ela nunca havia dado. De início nosso sexo era bem convencional, mas ela sempre gozava rápido, gemendo alto. Percebi logo que ali havia uma puta reprimida. Aos poucos comecei a falar sacanagem em seu ouvido enquanto a fodia. Logo ela entrou na onda e ficou bastante desbocada. Junto fazia confissões também dizendo que batia siririca todo dia, ou que adorava manjar piroca de homem na praia. A partir desse momento ela se revelou uma verdadeira vadia. Adorava ser fodida de quatro com força tendo os cabelos puxados e, as vezes, pedia que gozasse em sua boca. Tudo com muita putaria. De minha parte, adorava fodê-la em frango assado, deixando sua buceta bem exposta e arrombada. Cerca de seis meses depois passei a comer seu cú. Foi difícil, mas em pouco tempo seu cuzinho já estava acostumado e logo ficou com aquele biquinho devido ao muito uso que eu fazia dele. Bem, amigos, preciso dizer que essa história não terminou bem. Acabamos nos apaixonando. Vieram as cobranças, algumas até descabidas, visto a condição de clandestinidade em que vivíamos. Um dia seu marido descobriu, mas ele não sabia quem eu era. Tempos depois eles se separaram e até pudemos continuar nosso namoro. Mas daí em diante as coisas não fluíram tão bem. Nos decepcionamos muito um com o outro, enfim… Sempre existe a questão das expectativas que temos em relação ao outro ou ao próprio relacionamento e que nunca são satisfeitas. Depois que terminamos soube que ela havia voltado para o marido. Nunca mais a vi. As vezes tenho saudade do seu cheiro, do seu sorriso lindo, da sua geografia sinuosa e das fodas apaixonadas.

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Escrito por Anônimo

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quero dar para um ou mais caras da rola grande e grossa

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