Eu confesso que lendo alguns relatos deste site tenho recordado em algumas confissões, coisas que aconteceram comigo. Fiquei estimulado a desabafar e contar aqui um fato acontecido que nunca contei prá ninguém. É fato verdadeiro. Tenho 60 anos e uma família constituída com princípios tradicionais. Por isso não cito nem nome dos lugares porque preciso continuar no anonimato (mas confesso, ainda, que escrever isso me dá tesão).
Com 12 anos de idade me juntava com alguns amigos e colocávamos o pau prá fora competindo os tamanhos. Nessa brincadeira, sempre tinha um que gostava de pegar no pau do outro. Eu tinha vontade mas não pegava. Quando estive sozinho com Marcos (nome fictício), um colega do grupo das brincadeiras, ele me punhetou e chupou meu pau. Marcos deveria ter uns 15 anos. Queria que eu chupasse o dele mas não chupei.
O tempo passou. Eu estava agora com 27 anos, casado e morando em outra cidade. Trabalhava com vendas e precisava viajar de segunda a sexta feira, todas as semanas, pelo interior do Estado.
Numa dessas viagens encontrei o Marcos que estava morando em um município vizinho e fiquei sabendo por ele que também havia casado mas o casamento não dera certo. Estava só curtindo umas ou outras gatinhas, sem compromisso. Papo vai, papo vem, me disse que estava em final de férias e restavam ainda 10 dias e sempre sonhou conhecer alguns lugares por onde eu sempre passava. Estimulei-o dizendo-lhe que aventuras não faltavam. Contei-lhe sobre algumas situações com mulheres e a forma como comi algumas casadas, noivas, solteiras, etc. Marcamos para irmos juntos na segunda feira seguinte, sua última semana de férias.
No primeiro, segundo e terceiro dia ele se mostrava feliz. Enquanto eu trabalhava, se divertia nas praças, nos bares, nas cachoeiras, etc. A noite bebíamos umas poucas cervejas e ele me contava as façanhas do dia. Na 5ª feira, última noite em que ficaríamos juntos, aconteceu o inesperado. Ele disse que beberia além da conta em comemoração ao nosso reencontro. Concordei e disse que faria o mesmo. Fomos para um barzinho próximo do hotel em que estávamos e nos acomodamos. Mas por não ser tão resistente a bebidas, apenas fingi que bebia tanto. Algumas horas depois, de volta ao hotel, precisei ampará-lo para chegarmos ao quarto. Deixei-o na cama e me despi para o banho. Ao entrar no box, ele apareceu cambaleando, pelado, e ficou no box comigo. Não se aguentava em pé. Eu teria que banhá-lo primeiro, pensei, e o colocá-lo na cama para poder tomar o meu banho com calma. Mas ele ficava afrouxando as pernas e os braços demonstrando o estado de embriaguez. Comecei por ensaboá-lo nas costas, nas axilas, nos peitos… Quando olhei abaixo da cintura, seu pau estava duro. A cabeça brilhava. Percebi que o pau dele estava ainda mais grosso e maior do que na época das nossas brincadeirinhas. Me ajoelhei e senti o cheiro do seu sexo. Eu exalava aquele odor que me dava muito tesão. Confesso que tive que me concentrar para não abocanhar a rola do meu amigo. Peguei aquele caralho em minhas mãos e ensaboei, enxaguando logo em seguida. Tive muita dificuldade em agir de forma natural. A mesma coisa fiz na sua bunda. Ensaboei e enxaguei o cuzinho dele. O pau dele continuava muito duro. O meu, estava estourando mas me contive. Afinal, não tinha nada a ver. Somos amigos e não somos gays. Terminei de banhá-lo como pude, enxuguei-o e o coloquei em sua cama. Tomei o meu banho e me deitei na cama ao lado da dele. Custei a dormir lembrando do acontecido e da nossa infância. Lembrei que ele havia chupado meu pau e não conseguiu me fazer chupar o pau dele. Estava nesse pensamento me masturbando instintivamente, quando percebi, embora o quarto estivesse escuro, que ele se levantara e vinha na minha direção. Fiquei quieto, fingindo que dormia. Ele me chamou baixinho, me sacudindo de leve mas não me mexi. Então ele começou a alisar meu peito e desceu a mão até meu pau que estava muito duro. Nesse momento entendi que ele não bebera tanto assim, apenas fingira. Da minha parte, também continuei fingindo, sem saber se ele percebera isso. Colocou meu pau prá fora pelo lado da cueca e mamou gostosamente enquanto eu me deliciava com suas sugadas. Estava à ponto de gozar quando ele parou. Aproximou sua boca da minha e enfiou a língua. Nossas línguas se lambiam e misturavam saliva. Aquilo era diferente prá mim, mas eu estava adorando e fingindo que dormia. De repente ele parou o beijo. Se ajoelhou do meu lado e percebi seu corpo nu se chegando junto ao meu rosto. O cheiro do sabonete junto com o cheiro do seu pau me deixava louco. Ele passou o dedo melado nos meus lábios e depois passou a cabeça do pau. Senti nos lábios a baba de tesão que escorria do seu pau. Discretamente puxei a babinha com a ponta da língua prá sentir melhor aquele gostinho. Deixei minha boca meio aberta e ele parecendo perceber enfiou um pouco e pude sentir o gosto daquele caralho que recusei quando era criança. Deixei minha língua e minha garganta experimentar o sabor daquela rola. Meu pau estava estourando de tão duro. Comecei a mamar sem colocar a mão. Com os olhos fechados eu ia à loucura do prazer. Quando ele enfiava mais do que a cabeça sentia me bater no fundo da garganta. Nos momentos em que ele tirava, eu deixava a boca esperando mais com a língua prá fora querendo outra investida daquela pica. Por uns instantes ele parou de empurrar e ficou estático me deixando mamar na cabecinha. Nossa, eu não queria pensar no que estava fazendo, apenas queria que aquilo não terminasse. Eu sugava o seu meladinho e estava amando fazer aquilo. Ele respirava ofegante e, quando eu menos esperava, gozou. Um jato espirrou direto na minha garganta. os outros dois jatos me encheram e ficaram na minha boca. Ele retirou o pau e foi para o banheiro. Eu continuei ali parado, fingindo que ainda dormia, com a boca cheia. O gosto não era bom, porém estranhamente gostoso. Fiquei ali, não sei por quanto tempo, sentindo o esperma com a língua e engolindo aos poucos. Ele saiu do banheiro, se deitou e dormiu. Fiquei pensando que talvez ele soubesse que eu estivera acordado o tempo todo, mas isso não importava. Toquei a melhor punheta da minha vida enquanto engolia aos poucos a porra dele.
Na manhã seguinte, terminamos a viagem como se nada disso houvesse acontecido.

