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Amor e desejo

Eu confesso que tenho 25 anos, fiz vestibular de arquitetura, estudo às tardes e estou cursando o segundo ano da Faculdade.
Amo meu marido, que trabalha todo o dia e retorna sempre por volta das 20:00 h.
Certa tarde, quando eu saia da Faculdade, caiu um toró daqueles, na hora que eu me dirigia ao ponto de ônibus.
Fiquei ensopada e desarvorada, porque ainda faltava uma boa distância até o ponto. Eu já não estava conseguindo nem caminhar, tal a intensidade da chuva.
Nesse momento passou por mim um dos meus professores, que me vendo daquele jeito, ofereceu carona.
Não tinha como não aceitar. O dia já começara a escurecer e eu estava amedrontada.
Pouco depois, o próprio carro teve que estacionar, pois não havia como enxergar nada em frente, sendo evidente o risco de prosseguir.
Quando paramos é que percebi que a minha blusa, molhada com a chuva, estava transparente, mostrando todo o meu seio.
Fiquei desapontada, mas meu professor gentilmente me disse que vestisse sua camisa, pois molhada como eu estava poderia pegar uma pneumonia.
Ele virou de costas e eu troquei minha blusa ali mesmo. Só que eu não conseguia abotoar a camisa, quando ele se ofereceu para me ajudar.
Ao tocar no botão, ficamos frente a frente, com meus olhos juntos aos dele e nossa boca quase que se tocando. A camisa em mim ficara aberta e ele, sem camisa, com o peito de fora. Com os rostos e com os corpos justapostos, foi instintivo. Abraçamos-nos, nos beijamos, nos acariciamos e, ali mesmo, no desconforto do interior do carro, acabamos transando. Eu sentia seu membro me penetrando, ocupando todo espaço no interior de meu ventre e um movimento intermitente, que me deixava alucinada. Até que gozamos.
Quando a chuva se acalmou, ele me levou até minha casa. Eu me despedi, desci do carro, entrei e meu marido já havia chegado. Veio logo a meu encontro, tentando me acolher e preocupado com o que acontecera comigo.
Claro que não contei que eu viera de carona com o professor. Disse que ficara na chuva, esperando um tempão até que ônibus passou.
Minha consciência doía e eu morria de remorso.
Depois que deitamos, naquela mesma noite, não houve como não comparar. O sexo tímido mantido com meu marido e o sexo alucinante que tive com meu professor, que me levara com facilidade ao orgasmo.
Passei a fingir nas aulas que nada havia acontecido, até que um dia, em minha casa, meu celular tocou. Não sei como ele descobriu meu número, mas me disse que só pensava em mim e queria repetir tudo, em um lugar mais romântico e mais confortável.
Eu não disse “sim”, mas fui incapaz de dizer que “não”. Falei apenas para conversarmos na Faculdade.
De um lado, o amor e respeito que tenho pelo meu marido. De outro, a paixão e o desejo que passei a ter pelo meu professor.
Estou inteiramente perdida. Não sei o que fazer. Não tenho ninguém para confidenciar. Por isso peço que me ajudem e me orientem fazendo comentários.
Por favor, não deixem de comentar.

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Escrito por Anônimo

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O que meu cunhado quer afinal de contas?

desejo a bunda do meu pai