Eu confesso que estou namorando uma pessoa a pouco mais de um mês, eu sempre fui uma pessoa cheia de desejos, demoramos 1 mês para nos beijarmos pela primeira vez (depois que começamos a namorar) e apenas mais 1 mês para nossa primeira vez (literalmente). Essa pessoa conseguiu em tão pouco tempo me conquistar de uma forma que fico louca. Ele tem 18 anos como eu, faz faculdade e está para conseguir um estágio, diz que quer sair de casa, casar e morar comigo. Sei que homens geralmente não querem saber de casar e morar juntos, eu também não queria até o conhecer. Hoje eu consigo pensar até em ter filhos (coisa que nunca quis). Mas sinto que vou ficar doida, cada minuto que fico longe dele eu sinto mais e mais dependência. Sinto que se ele um dia se for irei me despedaçar em mil pedaços e ser espalhada de uma forma que nunca mais poderei ser a mesma. Não consigo imaginar nenhum futuro sem ele. Quando penso em ficar sem ele imagino apenas um grande buraco negro com lágrimas. Não quero outra pessoa. Nem mesmo os atores bonitões que antes eu achava um tesão conseguem m atrair mais. Sinto-me completamente amarrada a ele. E a qualquer minima briguinha boba eu já me sinto extremamente triste e com medo de perde-lo. Eu faria de tudo por ele. Sei que isso não é certo, mas eu faria, faria tudo, faço tudo. Temos um relacionamento saudável, ninguém manda muito no outro (apesar sobre uma brincadeira que fizemos sobre dias de ordem), raramente brigamos sério, ele se preocupa comigo como ninguém mais, confiamos inteiramente na fidelidade um do outro, temos uma boa vida sexual considerando alguns empecilhos. Não vejo motivo para o relacionamento acabar. Mas eu tenho medo. Medo desse meu amor louco. Esse amor exagerado. Esse amor que eu sinto. Por que ele me afeta tanto? Não consigo ficar com raiva dele nem quando sinto que estou certa, pois o mínimo segundo em que viramos as costas um pro outro já me faz sentir um nada, como se ele tivesse tomado não só meu coação, mas como minha racionalidade, sanidade, capacidade de respirar e andar. Como se nada mais pudesse ser somente meu.

