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AMOAMO GOSTOGOSTO

APALPEI MINHA SOGRA ENQUANTO DORMIA

Eu confesso que

Chamo-me Ricardo, tenho 25 anos, estudo direito, sou baixo, moreno claro, cabelo liso, magro e diria que pintoso. Simplesmente não vivo sem sexo. Fico alucinado por qualquer situação que me remeta a isso. Amo ler contos eróticos, assistir videos pornos e etc.

Ano passado namorava uma menina linda de 20 anos chamada Juliana. Corpo lindo, baixinha peitos e bundas de invejar. O conjunto inteiro era sensacional. No sexo era casual. Não sei se não havia muita química entre nós ou mesmo ela não gostava como eu. Acabava eramos mais companheiros do que amantes.

Meus finais de semana eram todos em sua casa. Sou de uma cidade do interior e aqui em São Paulo moro num apartamento com meu pai, que tem vida de solteiro própria. Então, quando chegava sexta-feira saía da faculdade e ía direito para a casa dela, e lá ficava até segunda-feira.

Como nem todos os dias transávamos, aquele meu tesão ficava acumulando. E exatamente nestes momentos que eu abria os olhos para minha querida sogra. Mulher muito parecida com a minha namorada, só que com seus 40 anos. Era um pouco mais magra e seis menores. Mas a bunda em compensação era grande e gostosa.

Ela havia terminado com o namorado mais novo há pouco tempo e estava muito carente. Sempre que podia tentava reparar: quando estava de pijama e sem sutiã, quando adormecia no sofá da sala. Mas eu gostava mesmo era de tirar umas lasquinhas. Quando estava cozinhando ou passando roupa, fazia questão de passar ao lado dela de pau duro e encoxando-a. Era indescritível a sensação de sentir meu pau roçando aquela bunda.

Cheguei a flagrar algumas vezes pela brecha da porta do banheiro ela se enxugando. E isso só aumentava a vontade de me saciar naquele corpo. Por inúmeras vezes procurei contos de Genros e Sogras para me masturbar, mas nunca achei um que verdadeiramente considerasse real.

Certo dia, numa segunda-feira de manhã quando todos haviam saído para estudar e trabalhar, inclusive minha namorada, restavam eu e minha sogra, pois ela me dava carona nesse dia. Enquanto ela passava o café, fui com meu shorts de seda e sem cueca (exatamente como havia dormido) até a cozinha beber água. Propositadamente deixei meu pau para fora do shorts (naquela abertura que há no meio da frente). Quando cheguei a cozinha foi a primeira coisa que ela olhou. Percebi o susto dela e me controlei para não esboçar nada de errado. Ela estranhamente, ou até mesmo por estar constrangida, também não disse nada e evitou ficar olhando. Mas na verdade ficou observando de rabo de olho. Não tenho pau gigante, mas é bem grosso e médio, mas tenho certeza de que ela teve uma ótima segunda-feira por isso. Deve ter trabalhado esse episódio o dia inteiro. E o mesmo pra mim.

Noutro dia, na mesma situação, liguei o notebook da minha namorada e abri um site porno, destes com bastante gemidos, enquanto minha sogra ainda tomava banho. Quando ela saiu fiz um tempo na cozinha para que ela pudesse ir até o quarto e escutar os gemidos ou até ver o filme.

Ela se arrumou e depois veio até a cozinha e eu fiz que havia esquecido algo no quarto. Rapidamente desliguei o note e comentei algo alto como se havia de fato esquecido sem querer aberto. Com a maior cara de pau voltei a cozinha para o café e ela estava com aquele semblante de quem sabe o que esta acontecendo. Ora, fez carinha de safada mesmo. O que queria era deixar claro aquela situação.

Mas acabou que nunca mais tivemos outra circunstância que pudesse arriscar mais algo com ela, a não ser nesta última quando viajamos para a cidade de onde eles vieram, próxima de Ribeirão Preto/SP.

Fomos para passar a virada de ano, minha namorada, minha sogra, o sobrinho da minha namorada, o irmão e um amigo dele.

Na hora de dormir, dormiram minha sogra e o neto na cama de casal, eu e minha namorada neste mesmo quarto só que no chão.

Num dos dias, o menino acordou de madrugada chorando pois havia tido um pesadelo. As duas mulheres não acordaram com o choro, mas eu fui até ele e dormi ao lado tranquilizando-o. Então estávamos na cama de casal:o menino, eu e minha sogra, nessa posição.

Acabei adormecendo rápido e minutos depois acordei para verificar se ele já havia dormido. Devo ter virado de posição sem perceber e sem querer ao esticar o braço encontrei o corpo da minha sogra. O calor quente do corpo e aquela extensão enorme fizeram com que minha mão retraísse rapidamente. Porém, logo minha mente começou a trabalhar maliciosamente.

Toquei a de novo para identificar onde estava minha mão. Eram as costas dela, e ela estava adormindo de lado.

Não pude aguentar, na verdade queria muito senti-la. Comecei com leves toques a descer minha mão. Ela parecia realmente estar dormindo. Cheguei até a bunda e NOSSAAA, não há explicação para um momento desses. Aquela bunda quente, grande e redonda, na palma da minha mão. Fui acariciando com mais vontade, até ir ao meio dela, sentindo minha mão ser abraçada por aquela bunda e o calor aumentando chegando perto daquela buceta.

Sente um leve tremor e a impressão de aquele respirava mais alto. Acabei recuando. Fiquei congelado por alguns minutos com a ideia dela acordar e não gostar da ideia. Tenho a impressão de que dormir por mais alguns minutos.

Acordando voltei a investigar aquele corpo. Dessa vez fui mais acima e de encontro aos seus seios. Ela por ter seios pequenos tem os mamilos grande. Adorava cheirar o sutiã dela quando pendurava à porta do banheiro. Aquele cheirinho de suor inexplicável. E quando colocava baby doll ou biquini que podia ver nitidamente o seu mamilo aceso e grosso. Que vontade de chupá-lo. Pois eram aqueles mamilos que estavam na ponta dos meus dedos.

Mas queria mesmo era sentir no mínimo o cheiro daquela bucetinha. Desci minha mão novamente, com mais coragem enfiei minha mão devagar até tocar aquela bucetinha. O clima quente e aquele calor imenso que emanava daquela buceta parecia queimar a minha mão. Sentia meu sangue fervendo e pulsando no meu quarto. Meu pai doía de duro e minhas mãos queriam vacilar de trêmulas. Acabei tocando por cima do pijama mesmo aquela buceta. Pude sentir os pêlos, os lábios, a umidade. Aaaahhhhh, que vontade d colocar de lado aquele pijama e penetrar meu pau. Não queria nem meter com força, mas só sentir aquele calor e aquela umidade recebendo meu pau já seria maravilhoso.

Sente novamente mais um respirar alto, e de pronto me retirei.

Fiquei por alguns segundos me deliciando com aquilo, mas mantive o pensamento frio sobre avançar. Agora já não havia como ela não ainda estar dormindo profundamente.

Pensei comigo e esperar ver como ela reagirá no outro dia e voltei para minha cama, onde estava minha namorada. Estava com tanto tesão acumulado que pudi sentir meu saco cheio de esperma. Deitando-me encostei na minha namorada e dei uns beijos molhados no seu pescoço, ela instantaneamente empurrou sua bunda contra meu pau, num movimento instintivo. Ela virou o rosto e pude beijar sua boquinha. Nisso abaixei seu shortinhos e coloquei meu pau na porta de sua bucetinha. Ela fui rebolando e descendo para ela entrar até o fim. Enquanto ela rebolava e nos beijávamos eu fazia aquele vai e vem estocando até o fim, até que comecei a ejacular. Ela abriu a boca enquanto gozava e olhava pra mim com cara de espanto pois eu ficou admirada com o tanto de esperma quente que havia despejado. O gozo acabou escorrendo pela buceta enquanto ejaculava. Realmente aquilo não era normal quando dávamos essas rapidinhas. Mal sabia ela que o porque estava com tanta esperma acumulado.

No outro dia, fui o último acordar e quando cheguei na cozinha minha sogra me cumprimentou toda alegremente. Até aí, poderia ser o dia ensolarado e só isso. Tomando meu gole de café olhei para a Juliana e perguntei, “amor

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Escrito por Anônimo

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