Eu desbafei aqui sobre o que o Zelador da escola na qual eu trabalho fez comigo no alojamento dos peões da obra que fic no terceiro andar. Quem leu sabe que a amiga inspetora de turno, Sônia, assistiu a tudo.
Esta semana foi bem tensa no trabalho. C, me tratou de um jeito desrespeioso o tempo todo, como se o fato dele ter me comido autoriazasse ele a ter todo tipo de intimidade comigo.
Bastava estar sozinho perto dele para falar sacanagem no meu ouvido, estava bem chato isso. E ocúmulo do seu comportamento abusivo foi no depósito de material de limpeza, ele me encurralar e enfiar a mão por dentro da minha calça e procurar a entrada do meu cú como se fosse direito dele fazer isso.
Eu em situação constragedora não podia denunciar ou fazer escândalo, pois Sônia jamais acreditaria que eu não havia facilatado pro C. Mas como ele é fortinho, conseguiu me imprensar de costas pra estante de material e começou a enfiar a mão na minha calça e alcançou a entrada do meu cú.
Começou a falar besteiras no ouvido e a alisar por cima do meu cú.
Eu tentei me virar e ele não deixou. Ele ia falando e alisando o cú e eu me trancava todo pra mostrar que não queria. Ele continuava a falar sacanagens de todo tipo e eu tentei pegar o braço dele e tirar, mas ele é muito forte e com aquele jeito que ele falava e me tocava, fui dimunuindo a reclamação aos poucos, foi me dando um coisa por dentro que me fez ir relaxando a contração, empinado a bunda e acabei abrindo as pernas pro C e pior que encostei o rosto na estante e comecei a arfar e gemer baixinho.
C brincou com meu cú por algum tempo, até eu já estar rebolando no seu dedo, então ele enfiou e fez um gancho e começou a quase me erguer do chão, me fazendo ficar na ponta dos pés. Ele falava sacanagem e rindo de mim o tempo todo.
Ele chegou bem pertinho do meu ouvido e mandou eu bater punheta no pau dele. Levei a mão pra trá e ele já estava de pau duro pra fora. Peguei e comecei a punhetar o pau dele. levou uns três minutos e ele falou pra eu soltar e deixar a mão aberta. Ele falou bem firme que goaria na minha mão e queria que eu sentisse o gosto do meu macho pra eu me acostumar. Ele assim o fez. Quando terminou deu eu dedada profunda e eu soltei um aiiiiii!
Com a mão cheia de porra dele, ele mandou eu beber tudo. Eu estava com muito nojo, mas ele enquanto limpava o pau com papel higiênico, me vigiava e olhava ameaçadoramente. Eu com medo acabei levando a mão a boca e deixei a porra escorrer pra dentro dela.
Ele ainda mandou eu lamber tudo que porra de macho não é pra desperdiçar e que era pra eu me acostumar que ia beber muita porra ainda.
Saímos dali como se nada tivesse acontecido e fui ao banheiro lavar as mãos e escovar os dentes.
Depois Sônia veio falar comigo e começou a me contar quem era C no bairro deles, pois eles moram no mesmo bairro e ele falou pra eu tomar cuidado que C costuma ser bem violento com os viados do bairro. Costuma fazer os viados ficarem loucos por ele e depois explora os caras e bate neles.
Fiquei pensativo sobre o fato de não ter impedido C de me comer naquela sexta-feira e ter me tratado como tratou na terça-feira desta semana.
Sônia viu minha cara de desespero e suspeitou que C tivesse feito algo comigo de novo. Ela me apertou e eu acabei contando pra ele o que ele tinha acabado de fazer comigo.
Ela me deu uma bronca, mas depois me disse algumas palavras de apoio. Depois pra quebrar o clima tenso ela brincou me chamando de “Sua safada” nas palavras dela.
Foi bom ela brincar no final, pois fiquei um pouco mais leve sobre ela manter segredo sobre os dois fatos ocrridos entre mim e C.
Eu estou tomando coragem para recuperar o respito diante de C, mas eu sei que não vai ser fácial depois de ter sido penetrado pelo pau dele e bebido a porra dele. Será que ainda consigo reverter essa situação?



Complicado.
Seja como for, sempre quem sai mal falado é quem dá o cu, infelizmente.
Eu te entendo vivi uma situação semelhante quando trabalhei há muitos anos em um supermercado.Um açougueiro machão abusava de mim no banheiro masculino e vestiário quando não tinha ninguém.Ele era forte e grandão eu baixinho ele me encurralava no privado e me forçava eu cedia confesso mas ficava assustado por ele ser bruto demais fazia sexo oral nele e ele tentava me penetrar dois muito o pau era grande e muito grosso até que um dia fomos flagrados por um funcionário do Hortifruti só que eu que levei a fama de viado que se oferecia foi traumático na época pq ele se saiu como o macho que eu assediava mas superei
acho ridículo o cara só porque come se acha melhor doque o cara que da eu tenho toda certeza que nao a diferença em ambos
talves tem acho que voce vai ter que pedir transferência para outra escola