Eu confesso que tinha inveja de quem leva chifre. Queria dividir minha esposa com outro. Não queria que ela fosse depravada. Queria que outro homem comesse ela, experimentasse o que gosto tanto. Também não queria que fosse um safado, que esnobasse ela, que a tratasse como uma puta qualquer. Na pequena cidade que moramos encontrei o que queria. Conhecemos um rapaz que gostou realmente dela. E tive a sorte dela também gostar dele. Ela uma morena linda e gostosa, de 31 anos e ele um cara de 21, mas já bem vivido, solteiro e com um filho, criado pela mãe (do guri não a dele). Sempre jogamos aberto. Eu lhe falei das mulheres que comi depois de casado. Ela me falava dos olhares cheios de tesão que percebia. E ela me disse que notou que esse amigo estava a fim dela e que ela também o queria. Quando eu a liberei para trepar com ele, ela ficou indecisa, achando que depois eu não iria gostar. Pensava que eu só pensava que queria, mas na hora H eu não gostaria. Dei a ela a certeza que era isso mesmo que queria. Ficávamos muito a sós, eu, ela e o cara. Pra sentir minha reação, ela sentava mostrando a calcinha, ela dançava com ele e dava umas esfregadas. E eu apimentava o clima contando piadas sujas, e incentivando ele a falar palavrão. Até que uma noite, conversávamos os três e eu perguntei diretamente se ele tinha tesão por ela. Ele confessou que batia punheta pra ela, e que estava louco por ela. Ela falou que também queria foder com ele, e se eu permitia. Eu disse que não apenas permitia mas que queria vê-los trepando. E sugeri que não fodessem de imediato, mas que se aquecessem nos amassos. Nessa noite começou a realização do meu sonho. Ela sentou junto dele, o abraçou e o beijou na boca. Ele começou a alisar suas coxas, subindo a mão, enquanto chupava a língua dela. Ela pegou no cacete dele e ficou amassando. E eu olhando de pau duro, cheio de tesão, vendo minha mulher nos amassos com ele. Enquanto uma mão dele apartava a bunda dele, a outra botava um seio pra fora da blusa e ele metia a boca, mamando com prazer. Depois a mão foi pra dentro da calcinha e enfiou o dedo na buceta dela. Nessas alturas os dois gemiam e sussurravam o nome do outro. Ela falava – Ai, Miguel, e ele respondia – Ai, Jéssica! Ela abriu o zíper dele, botou o cacetão duro pra fora e caiu de boca no pau dele. Depois ele levantou e esfregou a cabeça da pica no rosto dela. Então foi a vez dele ficar sentado e ela levantar e esfregar a buceta no rosto dele. Eu me segurando pra não bater uma punheta. O pau latejava de tanto tesão. Finalmente ele deitou ela, tirou a calcinha, ficou olhando a buceta dela, desceu a cueca e montou nela. Sem pressa, fodeu ela devagar, falando – Ó Marcilio, que mulher gostosa você tem! Que buceta maravilhosa! Eu fiquei mudando de posição, para ver o pau dele entrando até os ovos no bucetão dela. Quando gozaram juntos, ele saiu de cima dela e foi a minha vez. Comí ela na frente dele, ela levando minha vara e segurando na vara dele. Depois ele me agradeceu pela chance de comer uma mulher na frente do marido. Agradeceu a oportunidade de foder uma mulher que amava. Dei-lhe toda a liberdade para fazer o que quisesse em nossa casa, com ou sem minha presença. Durante meses ele comeu ela em nossa cama, em nosso carro, em nosso banheiro. Foram meses de muito tesão e felicidade. Até hoje somo amigos. Não são mais amantes porque ela não quer mais. Ele diz que ela é o amor da vida dele. Ele casou, tem filhos, mas ainda canta ela e na minha frente, pois sabe que por mim pode comer ela quantas vezes quiser. Quando ela quer trepar, e só falar no nome dele, que meu pau sobe na hora. Quando quer me ver com tesão, chega no meu ouvido e fala – Tu és corno! Fui, sou e se tiver chance, serei corno! Adorei o chifre. Pode vir mais ponta que eu quero!

