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Assumi que sou gay

Eu confesso que aceitei o assédio de um homem e acabei deixando-o comer meu rabo.

Aconteceu numa tarde que estava a caminho da fazenda. Sempre fazia o pernoite naquela Pousada e dessa vez, ao chegar na Pousada, vi que haviam outras pessoas.

Cheguei, cumprimentei a todos e ficamos conversando e tomando cerveja. Passado algumas horas, estavamos em 3: a dona da Pousada, Ari e eu. Já com o teor alcoolico alto, estavamos falando de “causos” de transas e traições. Ari começou com algumas brincadeiras, dizendo que sabia que eu não traia minha esposa. “Pelo menos com outras mulheres”, ele disse. Eu fiquei curioso e perguntei porque ele dizia aquilo e ele – passando a mão na minha coxa (eu estava de bermudas) – disse: essas coxinhas brancas não me enganam, e riu! Eu fiquei desconcertado e não soube como responder.

Ari, continuou a conversa. Agora, esfregando a mão sobre seu pênis, dizia: felizmente, minha mulher sabe que isso aqui não é só dela e isso vai continuar assim. Todos rimos e a dona da Pousada mudou um pouco o rumo da prosa.

Tomamos mais algumas cervejas e resolvi ir cochilar um pouco Mais à noite teríamos um franguinho caipira no fogão à lenha e eu queria aproveitar bastante.

Quando, mais tarde, retornei para o grande espaço onde fica o fogão, a dona da Pousada se aproximou e – com muito jeito – me disse: o Ari está interessado em você e me perguntou qual a sua? Como eu não sabia, combinamos o seguinte: mais à noite, eu vou pedir para você ir buscar lenha para mim. Se você for, é um sinal verde para o Ari que vai atrás de você.

Eu gelei! Passei um par de horas como se fosse uma eternidade e a cada minuto eu mudava a minha cabeça: sim, quero buscar a lenha….ou quem esse cara pensa que é? eu não tenho que dar nenhuma satisfação e não vou fazer nada.

De repente eu ouço a dona da Pousada pedindo para que eu busque a lenha. Segundos eternos passaram-se pela minha cabeça e eu fui buscar a lenha.

Logo depois, veio o Ari “me ajudar” com a lenha. Mas, já veio com o pinto de fora e ordenando que “eu desse uma mamada rápida para provar prá ele que eu era um viadinho” e que a partir daí ele iria cuidar da minha noite.

Eu vi, na penumbra, aquele cacete. Hipnotizado (há anos eu não fazia aquilo), me agachei e fiz o que ele mandou. Por falta de hábito, ou pela escuridão, eu senti que estava a sugar um pinto razoavelmente grande.

Voltamos com a lenha e, logo depois, Ari me cochichou pedindo que eu fosse para o quarto e deixasse a porta aberta porque ele iria em seguida. De fato, logo depois, lá estava ele. Agora, inteiro. Pronto para submeter-me às suas vontades. Me possuiu com intensidade e com alguma brutalidade e ordenou que eu não fechasse a porta porque ele ou outros poderiam vir se satisfazer em mim. O que de fato aconteceu. Chegou um outro rapaz e – sem dizer uma palavra – pediu que eu o chupasse e depois me possuiu. Entrou e saiu apenas com as palavras de ordem e seus gemidos.

Mais tarde, Ari voltou e se satisfez mais uma vez. Eu, confesso, me senti pleno(a).

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Escrito por Anônimo

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