Oi eu sou Rosilene, casada com Anderson e no final do ano fizemos uma viagem à Búzios junto com nossas famílias. Acordamos cedo, o Anderson e eu, porque a casa estava lotada: meus pais, os dele, irmãos, cunhados, sobrinhos… Uns 15 pessoas no total, todos animados para curtir o feriado. O clima era familiar e barulhento, mas eu já estava me sentindo um pouco agitada. Fazia uns dias que a gente não tinha transado direito por causa da correria do trabalho e dos preparativos da viagem, e eu sou do tipo que acumula tesão fácil. Para tentar relaxar, decidi ir para a academia do condomínio sozinha, enquanto o Anderson ficou na casa ajudando com o café da manhã. Vestí um shortinho justo e um top esportivo que realçava minhas curvas – nada provocante de propósito, mas eu me sentia bem.
Chegando lá, a academia estava quase vazia. Só tinha um rapaz treinando no canto, uns 25 anos, alto, musculoso, com tatuagens nos braços e um sorriso safado. Ele era o tipo de cara que chama atenção: pele bronzeada, cabelo bagunçado, e aqueles olhos que pareciam te devorar. Comecei meu treino na esteira, e logo notei que ele estava me olhando. Não era disfarçado; ele sorria, piscava, e até veio puxar conversa. “E aí, gata? Treinando forte hoje?” Ele disse algo assim, com uma voz rouca que me deu um arrepio. Respondi brincando, e a conversa fluiu. Ele se chamava Lucas, era de São Paulo também, estava de férias sozinho. Começou a me provocar de leve: “Você tem um corpo incrível, sabia? Aposto que deixa muita gente babando por aí.” Eu ri, mas meu coração acelerou. Fazia tempo que não sentia aquela faísca de flerte com um estranho.
O tesão veio rápido. Enquanto ele fazia flexões do lado da minha esteira, eu via os músculos dele se contraindo, o suor escorrendo, e imaginava coisas que não devia. Meu corpo reagiu: os mamilos endureceram debaixo do top, e senti um calor úmido entre as pernas. Ele notou, porque se aproximou mais, roçando o braço no meu de propósito enquanto ajustava um peso. “Quer ajuda com isso?”, perguntou, com um olhar que dizia tudo. Eu mordi o lábio, sentindo o sangue pulsar. Estava excitada pra caramba, o tipo de excitação que faz você esquecer o mundo. Mas aí, quando ele pegou minha mão para “demonstrar” um exercício, viu a aliança no meu dedo. Seu rosto mudou na hora. “Ah, casada, né? Desculpa, não quero problema.” Ele recuou, tentando disfarçar, e começou a se afastar.
Eu fiquei atônita e, no calor do momento, insisti um pouco. “Ei, relaxa, é só uma conversa. A gente pode sair daqui escondido, ninguém precisa saber.” Meu Deus, eu estava louca! Mas ele balançou a cabeça, sério: “Não, gata, não arrisco com casadas. Já me ferrei uma vez.” E saiu dali de vez, pegando a toalha e indo embora. Fiquei sozinha na academia, com o coração batendo forte, as pernas fracas e um tesão enorme que não ia embora. Frustrada como nunca. Por que eu tinha insistido? Culpa do momento, acho. Voltei para a casa me sentindo uma idiota, mas o fogo não apagava – na verdade, a rejeição só piorou as coisas, me deixando ainda mais excitada e irritada.
O dia só piorou daí. Com as famílias reunidas, era impossível ter um momento sozinha ou com o Anderson. Primeiro, o almoço coletivo na piscina: todo mundo conversando, rindo, as crianças correndo e espirrando água. Eu tentava disfarçar, sorrindo e participando das brincadeiras, mas cada vez que via o Anderson – ele é lindo, alto, com aquele jeito protetor – o tesão voltava com força. Sentei do lado dele e sussurrei no ouvido: “Meu Deus, amor, eu preciso gozar. Eu vou morrer desse jeito.” Ele riu baixo, apertando minha coxa por baixo da mesa, mas sussurrou de volta: “Calma, Ro, não dá agora. Todo mundo aqui.” Ele estava certo, mas aquilo me sufocava. Tentei ir ao banheiro para me aliviar sozinha, mas sempre tinha interrupção: alguém batendo na porta, “Tia, preciso usar!” ou “Filha, você viu o protetor solar?”. Nem um minuto de paz.
À tarde, fomos todos para a praia. Areia quente, mar, biquíni… Deveria ser relaxante, mas eu só pensava no Lucas e no que poderia ter rolado. O sol batendo na pele só aumentava o calor interno, e o sal do mar não ajudava a refrescar nada. O Anderson notou minha inquietação e tentou me beijar no mar, mas os parentes estavam por perto, chamando para jogar vôlei ou tirar fotos em grupo. “Amor, eu tô explodindo aqui”, eu disse no ouvido dele de novo, apertando sua mão. Ele me olhou com pena: “Eu sei, mas aguenta aí. À noite a gente dá um jeito.” O dia inteiro foi assim: tesão acumulado, sem alívio possível. Eu me sentia como uma bomba-relógio, o clitóris latejando, a mente cheia de fantasias. Quase chorei de frustração em um momento, mas disfarcei com um mergulho no mar gelado.
Finalmente, à noite, depois do jantar e do churrasco coletivo, todo mundo foi dormir exausto do dia. A casa estava silenciosa, mas ainda assim arriscado – paredes finas e quartos próximos. Esperamos até meia-noite, quando os roncos e o silêncio tomaram conta. O Anderson me pegou pela mão e fomos para a área de churrasco, do lado de fora, debaixo das estrelas. Não tinha luz forte, só a lua, e a gente não podia fazer barulho para não acordar ninguém. Ele me encostou de costas na parede de tijolos, beijando meu pescoço, e eu já estava ensopada. “Shhh, amor, quietinha”, ele sussurrou enquanto levantava minha saia e entrava em mim com força. Foi rápido, urgente, sem preliminares – eu não aguentava mais esperar. Gozei forte, mordendo o ombro dele e cravando as unhas nas costas para não gritar, as pernas tremendo. Ele veio logo depois, e a gente ficou ali, ofegantes, rindo baixinho do risco que corremos.
No final, foi incrível, mas o dia todo de repressão me marcou. Aprendi que tesão reprimido pode ser uma tortura deliciosa, mas frustrante. Hoje, quando lembro, sinto um arrepio. Alguém já passou por algo assim? Me contem nos comentários. Beijos, Rosilene.
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Delícia!!
Isto aí e um homem..contando estas histórias.. rapaziada,usando a foto desta dlcia aí..golpe..total kkk
Será?