Se pensar, que as coisas só acontece comigo.
Estaria negando o caminhar da humanidade.
Toda vez pela parte da manhã, que sentava na mesa da padaria para o desjejum, aparecia ele.
Era um morador de Rua, que vivia catando papelão pelo Bairro.
Seu olhar de pidão, machucava o meu ego e era para mim impossível de não lhe oferecer um café.
Para não incomodar os fregueses, com suas vestes sujas e mau cheirosa, pegava o lanche e ia para longe.
Mas naquela manhã, ele agradeceu, dizendo que já tinha tomado sua refeição.
Segurou me pelo pulso e falou que queria de mim uma outra coisa que a anos não fazia.
Curiosa como sou, perguntei do que se tratava e o homem, perguntou me se não iria magoar me sua fala.
Falei que não, poderia ir em frente.
O homem tomou fôlego e disse que a quase um ano não sabia o que era estar com uma mulher e que queria ficar a sos comigo.
Sacana que sou, perguntei.
_ Você quer me comer e isso.
O homem ficou calado, talvez com arrependimento do seu ato, mas consentiu em balançando a cabeça.
Como aquela manhã, era livre para mim.
Pedi ao homem que me acompanhasse.
Já em casa, obriguei que tomasse um banho completo, separei roupas minhas que eram uni sex.
Pegando as roupas que ele usava e tocando fogo
Separei uma mochila nova, colocando dentro roupas de frio e uma quantia que daria para o homem, passar uma semana num hotel de uma estrela.
Saiu do banho, de barba feita parecendo uma outra pessoa.
Detalhe estava só enrolado na toalha.
Pedi que sentasse no sofá, já na sala. E fui categórica com ele.
Deixo você comer minha bunda, se prometer que vai sair das ruas e tomar um outro rumo em sua vida.
De praxe ele prometeu.
Então falei, que a única coisa que ele teria que fazer ao colocar os pés na rua, seria procurar uma sapataria, pois meus calçados eram pequenos para os seus pés e que na mochila tinha dinheiro para ele fazer.
Pedi que esperasse me.
Tomei um belo banho também, fazendo a higiene que o ato que iria acontecer pedisse,
Sai enrolada também em uma toalha.
Cheguei perto dele e sussurrei, que minha bunda era toda dele.
Lambendo os beiços, o homem pegou me por trás, co sua pica pulssando, querendo tirar o atrazo sofrido.
Sorte que antes de sair do banho, apliquei no meu cu, um lubrificante.
Ele segurou me pelas ancas e foi penetrando o meu rabo apertado, do ia mas aguentei calada.
Assim que a pica estava toda dentro de mim, ele começou os movimentos de vai e vem, nossa
Fui nas nuvens, passeando com suaves toques.
Nem sei quantas vezes ele gozou dentro de mim, só sei que quando desgrudamos, no sofá estava uma poça de esperma, vazada do meu rabo.
Nos lavamos e ele gozou mais uma vez em baixo do chuveiro, bem que me deu vontade de chupar sua pica, grande e grossa, mas contive me, pois trato era trato.
Ele se foi e nunca mais foi visto no Bairro.
O tempo se passou e num belo dia, cuidava do jardim, quando recebi uma encomenda, o embrulho bem feito e perfumado.
Entrei em casa e abri o pacote.
As roupas que tinha emprestado a ele, só que novas, uma carteira com o dublo da contia que tinha lhe dado.
Eum bilhete que dizia,
Obrigada.
Você foi maravilhosa, hoje tenho um emprego, sou casado tenho uma filha e pela sua mão Deus me ajudou, beijos.
Ri muito, sozinha e comigo mesmo.
E se alguém que venha ler esse texto, esteja curioso o por que do meu riso.
Foi que ele se lembrou da minha mão, esquecendo da minha bunda.
Risossssss.
Teca.




Confesso nunca ter lido algo semelhante a começar pela coragem de aceitar o pedido de sexo com um morador de rua.
Vai muito além…depois do sexo veio a promessa de mudar de vida com o impulso financeiro oferecido.
E aconteceu com mensagem de gratidão após anos.
Mudar é possível.
Fala sério, se verídica essa história, fica difícil não pensar no que minha avó sempre dizia, a gente ajuda com a mão e o cara quer os pés, no caso aí outra coisa, né? Bah!
A história é legal só que é mais mentirosa que discurso do Bolsonaro.
Vc foi muito generosa.
Eu tbm faria caridade pro pobre mendigo
Muito bom quando se percebe que um ato pode mudar a vida de pessoas necessitadas.