Era 2015. Eu tava no segundo ano do ensino médio, vivendo a vida de boa, sem muita coisa pra pensar além de prova e rolê.
Tinha um crush secreto fudido na minha professora de português. Vou chamar ela de Ana. Nome fictício, óbvio.
Era um daqueles dias de calor do caralho. Já era umas 15h30, terceira aula. A gente tava quieto esperando ela chegar quando ouviu o barulho característico do salto dela no corredor. Aquele som pesado de plataforma.
Ela entrou usando um salto plataforma médio e um vestido branco com umas estampas discretas. As meninas da sala já começaram o comentário baixo:
— Nossa, ela tá toda meiga hoje…
Ana fez a chamada, mandou a gente abrir o livro e começou a escrever na lousa. Depois se sentou de novo e falou pra gente copiar o que tava no quadro.
Eu tava escrevendo normalmente quando, do nada, subiu um cheiro forte de chulé na sala. Veio direto da frente. Era ela.
A mulher tava com o pé esticado pra frente, debaixo da mesa, sem a menor preocupação.
O salto tava meio de lado e o pé dela brilhava de suor. Tipo “já tô de saco cheio de vocês, aguentem o cheirinho aí”.
Eu olhei de canto e vi as meninas fazendo cara de nojo, uma tampando o nariz disfarçado. Eu, pelo contrário, fiquei parado olhando.
Aí inventei. “Derrubei” a caneta de propósito e chutei ela de leve pra perto do pé dela. Me abaixei pra pegar. Ela não tirou o pé. Deixou lá.
Fiquei uns dois segundos ajoelhado, bem perto. O cheiro tava bem mais forte de perto. Me deu um tesão absurdo na hora.
Levantei, pedi pra ir no banheiro. Ela nem olhou direito e falou:
Vai, mas não demora. A diretora tá rondando o corredor.
Fui, tranquei a porta e bati uma punheta gostosa pra caralho pensando no chulé dela na epoca eu nunca tinha gozado tanto
Graças a IA eu fiz a vista em primeira pessoa que eu tive do pe dela aquele dia
Olha embaixo
Mas com o chule da Ana poha … KKK
Voltei pra sala na cara de pau, sentei e continuei a aula como se nada tivesse acontecido.


