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Beijo na boca

Eu e minha mulher estávamos numa fase sexual ruim. Eu estava trabalhando muito e ela dizia que precisava de sexo todos os dias, beijos, carinhos. Eu tentava, mas não conseguia satisfazê-la. Pressionado pelo trabalho, ficava cansado e deixava a transa para depois. Até que ela falou que necessitava pelo menos de atenção masculina, beijos. Eu estava muito entretido com o trabalho e outros olhavam para ela, dizia. Combinamos então que sairíamos uma noite e que a gente podia paquerar outras pessoas, descompromissadamente, para aliviar o clima pesado que ficou em casa. E se rolasse beijo? Perguntei. Ela falou que podia, desde que ela pudesse também. Concordei. Afinal, um beijinho em outro depois de tanto tempo de casados seria salutar. Escolhemos uma boate bem legal, e fomos. Ela com uma saia provocante, blusa decotada até os seios. Fiquei com ciúmes mas fui em frente. Chegamos e nos separamos na entrada, com um leve beijo nos lábios. No bar, cheguei junto à uma morena linda, que aparentemente estava sozinha. Nem percebi que minha mulher sentou-se também no bar. E logo conversava com um rapaz de cabelos pretos, mais jovem que eu. Saí do bar e fui dar uma volta. Não a vi mais. Mais tarde, no meio da pista de dança, vejo-a dançando agarrada com outro. Eu fiquei olhando. Ele a trazia para junto de seu corpo e acabou a beijando. Tentei me aproximar, para vê-la mais de perto. Mas ela já tinha ido sentar-se nas almofadas, tirando uns amassos com ele. Fiquei com ciúmes. E tive uma ereção. Queria chamá-la, acabar com a brincadeira e transar com ela em casa. Mas ela estava animada e deixou ele passar a mão em seu corpo. Beijavam muito. Perdi-os de vista novamente. Procurei-os, mas tinham saído. Liguei para o celular, ela atendeu e disse que eu não me preocupasse, que estava indo ao motel, e desligou. Ainda pude escutá-la dizer ao homem que era a irmã dela, que estava na boate e queria saber se estava bem.
Fui para casa cheio de ciúmes, raiva. Mas, confesso aqui, cheio de tesão em saber que ela teria prazer com outro. Fiquei imaginando o que ela fazia. Aquilo me matava por dentro. E eu de pau duro. Em casa, tirei a roupa. Pensei em dormir. Mas fiquei alí, esperando ela aparecer. Às 4 da manhã, ela chegou. Sem batom, sorridente, meio alcoolizada. Perguntei o que acontecera com ela e porque a traição. Ela disse apenas quem quem não da assistência abre concorrência.
Pus ela no chuveiro ela ria sem parar. Enquanto ela se sacava eu tentava tirar os detalhes, mas ela se negava e dizia que eu teria que usar a imaginação.
Coloquei ela na cama e comecei a tentar fazer sexo com ela, mas ela negou dizendo satisfeita na quela noite.
Dormimos e no dia seguinte ela mas sã disse que não contaria nada e que passado era passado que me amava e que apenas queria mais atenção da minha parte.
Entendi o recado e comecei a dar mais atenção para ela e brincar dessa forma nunca mais…

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Escrito por Anônimo

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