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Bete fez questão que eu contasse

Eu confesso que a Bete fez questão que eu contasse (ver Confissão 82995, porque esse é continuação). Eu preferi que ela falasse, mas ela disse que eu escrevo melhor. Gilberto está do nosso lado esperando essa parte da história ficar pronta prá vocês lerem.
Um dia fantasiamos sairmos nós três abraçados como namorados na rua, prá todo mundo ver. Tinha que ser um lugar que ninguém nos conhecesse porque temos um nome à zelar e o povo daqui não iria aceitar numa boa.
A ideia foi tomando forma e combinamos de viajar para o Rio de Janeiro. A Bete não conhecia o Rio. Ficamos em um hotel no Leme. Mal deixamos as malas e Bete (assanhada, rs) não queria almoçar no restaurante do hotel. Então fomos para Copacabana e almoçamos lá. Mas, ainda no hotel, assim que saímos do elevador, Bete agarrou também o Gilberto e fomos os três abraçados até a portaria e deixamos as chaves. Reparei bem na cara dos funcionários. Eles ficaram disfarçando as caras de surpresa de nos verem abraçados. Como maridos e mulher. Desse modo fomos pela rua. Eu e ele com os braços sobre os ombros dela e ela com os braços na nossa cintura. Havia um quiosque com diversas pessoas lanchando, na calçada da praia e ela nos parou e me beijou na boca, não tão rápido. Saiu de mim e beijou Gilberto da mesma maneira. Não tinha quem não olhasse para nós. E continuamos até o quiosque seguinte e fizemos a mesma coisa (ela tá rindo aqui e dizendo “sou bem puta mesmo né?”).
No restaurante ficamos em uma mesa ao ar livre, no calçadão. Bete estava com uma saia curtíssima e, quando o garçom chegou com o cardápio ficou ao meu lado e, depois que ele se foi Gilberto nos contou que ele olhou, sutilmente, algumas vezes para o meio das pernas de Bete e viu a calcinha dela. Enquanto nossa pedida não chegava, a Bete ficava de pé nos beijava na boca, descaradamente, ora eu e ora ele. Confesso que estava com o tesão à flor da pele. Podíamos perceber os funcionários vir até ao lado de fora fingindo fazer alguma coisa, mas na verdade era para nos ver. Imagino os cochichos entre eles. Ah, um detalhe, somente eu e Bete usávamos aliança, de modos que eu me senti um corno público, numa boa.
Quando retornamos ao hotel o recepcionista (vou chama-lo de Henrique) quando nos entregava a chave do quarto, Bete nos surpreendeu falando prá ele assim: Sua mulher deve ser muito feliz com você, porque você é lindinho. Pegou a chave e saímos deixando ele com cara de espanto. No elevador perguntei por que ela havia feito aquilo e ela disse que viu o jeito que ele olhava prá ela desde que chegamos e que ela também havia reparado a aliança no dedo da mão esquerda dele. Disse ainda que quando pegou a chave da mão dele fez questão de apertar o dedo dele de modo provocativo. Então Gilberto perguntou se ela estava a fim do cara. Antes que ela respondesse não concordei com a ideia, mas depois refleti e concordei em armarmos uma emboscada. Como na história o corno sou eu (kkkkk – Gilberto está dizendo aqui que se o plano der certo ele também vai se sentir um corno – kkkkk – todos nós estamos rindo) Eu e ele descemos, deixando ela no quarto e, ao chegarmos na portaria, disse baixinho prá Henrique, ele pessoalmente, levar uma garrafa de água mineral, porque não tinha no frigobar, e saímos sem esperar respostas. Havíamos combinado, eu, Gilberto e Bete, que ela nos telefonaria dizendo a hora de voltarmos. Fomos andar pela orla da praia olhando as gostosas do calçadão.
Tempos depois Bete nos liga dizendo para voltarmos. Na portaria perguntei ao Henrique sobre a água mineral e ele disse que tinha levado como havia pedido.
Chegando no quarto Bete estava somente de calcinha e com a boceta melada e com muito tesão. Ela nos contou:
“Henrique apareceu na porta com uma garrafa de água na mão e estava cheio de pressa por que ele não podia sair da portaria. Eu estava com aquela roupa (apontou para o baby-doll jogado na cama) então disse prá ele entrar e sentar um pouco porque ele fica trabalhando em pé muito tempo. Ele entrou meio tímido e perguntou se vocês iriam demorar. Eu disse que não, mas que vocês tinham ido tomar uma cerveja na praia e que eu não fui porque queria descansar e pedi que vocês falassem prá ele que não tinha água aqui. Então ele sentou na poltrona, dizendo outra vez – Dona Bete, não posso demorar! – Com a pressa dele fiquei um pouco sem ação. Então ele ficou de pé e percebi que o pau dele estava duro. Eu arrisquei e disse: – Nossa, cara, sua mulher é realmente feliz. Senti que ele ficou meio sem graça mas não deixou de, ele mesmo, dar uma apertadinha no cacete. Nesse momento eu disse prá ele ir por que os colegas dele podiam ficar preocupados, mas falei isso aproximando meu corpo do dele. Então ele me agarrou e me deu um beijo que quase arrancou a minha boca. Pegou minha mão e colocou sobre o pau dele. Apertei com carinho, tipo punheta, por cima da calça. Então ele colocou a mão na minha bunda, e me apertou contra ele quase entrando por dentro de mim. – Dona Bete, estou preocupado com Seu Marcelo e Seu Gilberto, não quero que eles me encontrem aqui -. Então abri o zíper da calça dele e botei o pau dele pra fora. Ele sentou na poltrona e mamei até ele gozar na minha boca”.
Olha gente, essa experiência foi demais. Peguei ela meladinha e chupei a boceta dela. Gilberto deu a rola prá ela mamar. Fodemos gostoso demais imaginando que os colegas de Henrique a essa altura já sabia que minha delícia de mulher é a putinha secreta mais gostosa que existe. Nossos filhos, nossos pais e nossos amigos nem imaginam isso.
Ficamos muito felizes com aquele fim de semana. Valeu a pena.
Detalhe: Nossos nomes são verdadeiros.

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Escrito por Anônimo

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