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casalmanaus escreveu uma nova postagem
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Ela não vai te contar sob pressão.
Mude a estratégia, dizendo que você tem muito tesão em imaginar ela com outro homem.
Mande matérias de cuckold para ela, existem muitas na internet. Seja o mais sincero possível.
Se ela já dá para outro, no primeiro momento vai ficar desconfiada que vc sabe de algo, e pode se retrair.
Mas não desista, continue insistindo, leve ela a uma casa de swing.
Use todas as estratégias para que você se torne um cuckold, uma hora ela cede.
E depois volte aqui para contar como foi o seu processo !!-
Pois é, eu tenho conversado com ela a respeito da casa de swing, a princípio apenas para conhecer. Ela vem amadurecendo a ideia.
Obrigado pelas dicas. -
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casalmanaus escreveu uma nova postagem
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A minha adora. Já teve tantos desses que até perdeu a conta e eu adoro que ela tenha sido uma piranha safada.
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Tem que ter calma e ser persistente. Uma hora a “bola sete” cai.
Veja se ela topa uma massagem tântrica, de preferência com um homem.
Não vai rolar sexo propriamente dito, mas ela vai receber toques que vão fazê-la subir pelas paredes.
Já pensou nisso ?? -
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casalmanaus escreveu uma nova postagem
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casalmanaus escreveu uma nova postagem
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loiro46 escreveu uma nova postagem
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Você não faz ideia do quanto é gostoso ver a sua esposa gemendo do pau de outro macho, enquanto te chamada de corno manso, dafado, falar que a pica do macho está deixando ela louca de tesão e vai gozar feito uma puta na pica dele. No final disso tudo vai beijar a sua boca e dizer que te ama mais do que tudo na vida.
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Respeito sua opinião e entendo que esse tipo de fantasia possa parecer estranho ou até incompreensível para algumas pessoas. No entanto, é importante lembrar que esse é um fetiche mais comum do que muitos imaginam — especialmente no Brasil, onde tem ganhado mais visibilidade com o tempo.
A sexualidade humana é extremamente complexa e diversa. O que excita uma pessoa pode ser algo completamente indiferente ou até desconfortável para outra. No caso do chamado fetiche de “cuckold” (ou “corno consensual”), ele envolve dinâmicas de poder, entrega, voyeurismo e outros elementos psicoemocionais que despertam prazer em quem o vive — tudo dentro do respeito mútuo e do consenso entre os envolvidos.
No meu caso foi um processo que aos poucos foi sendo construído e que terminou (ou começou) de forma muito prazerosa. Eu já contei a história aqui e te convido a ler:Como se vê, não se trata de humilhação forçada, mas sim de um acordo onde todos participam de forma consciente. E, como você mesmo disse: “cada um com seus desejos”. O mais importante é que exista respeito, consentimento e liberdade para que cada pessoa viva sua sexualidade de forma autêntica, sem julgamentos.
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Eu amo muito a minha mulher e meu maior desejo é que ela me conte a verdade, porque eu sei que ela dá, mas ela esconde de mim. Eu quero ser corno assumido e quero que outras pessoas saibam que eu sou corno.